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Artigo comprova conduta pioneira do PREVREFRAT

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Desde o início de seu funcionamento, o Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção da Refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – adota como medicamento preferencial para tratamento de osteoporose e consequente diminuição do risco d...

Desde o início de seu funcionamento, o Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção da Refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – adota como medicamento preferencial para tratamento de osteoporose e consequente diminuição do risco de fraturas, uma infusão anual do ácido zoledronico de 5 mg. “A opção por essa medicação – diz Bernardo Stolnicki, Coordenador do Programa – se dá pela sua eficácia comprovada e pelo fato de ser utilizada apenas uma vez por ano, o que dá conforto ao paciente e segurança da adesão ao médico”.

Tratamento em pacientes com osteopenia com risco elevado de fraturas

“Entretanto – continua Dr. Bernardo – um número expressivo de pacientes com osteopenia (estágio anterior à osteoporose) também tinham fraturas. Estes pacientes apresentavam fatores de risco para fraturas, mesmo com a densitometria não mostrando valores de osteoporose”. Segundo o médico, a conduta do Prevrefrat CREB foi sempre iniciar tratamento em pacientes com osteopenia que pudéssemos identificar risco mais elevado de fraturas. Ele diz que esta estratégia de prevenção, aliada a outras medidas correntes como reabilitação e atividade física, alimentação balanceada, diminuição de riscos ambientais e outros, é que faz com que o PREVREFRAT tenha resultados extraordinários na diminuição da taxa de novas fraturas.

Em outubro de 2018 foi publicado no New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais importante do mundo, um estudo envolvendo 2.000 mulheres com osteopenia. Metade foi tratada durante 4 anos uma infusão anual do ácido zoledronico e a outra metade com placebo (substancia inócua). O grupo que não utilizou o ácido zoledronico teve um número bem mais elevado de fraturas. “É muito gratificante poder aplicar os conceitos de Medicina mais relevantes e verificar o impacto benéfico que isso traz aos nossos resultados, poder fazer diferença na vida de nossos pacientes”, disse o Dr. Bernardo. Os resultados do PREVREFRAT foram exibidos em Fóruns internacionais no México, Colômbia e Rio de Janeiro, tendo sido muito elogiados.


Alimentação rica em cálcio e novos medicamentos no tratamento da osteoporose

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O Brasil contabiliza, hoje, mais de 20 milhões de pessoas com osteoporose, doença que é caracterizada pela redução da quantidade e da qualidade da massa óssea. Tais números tornam a osteoporose um problema de saúde pública, que preocupa cada vez mais as autoridades e a classe médica. Se não bastassem tais números, mais de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos são acometidos por esta doença no país. A osteoporose é, de fato, a principal causa de fraturas por baixo impacto, especialmente em mulheres na pós-menopausa e em idosos, e pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldade para locomoção e, consequentemente, deterioração da qualidade de vida.

A boa notícia é que há novidades no tratamento da osteoporose. Há novas medicações injetáveis, subcutâneas ou ministradas na veia do paciente, que facilitam a adesão. “Essas medicações podem ser ministradas a cada seis meses, em alguns casos até uma vez ao ano, sem grandes efeitos colaterais”, explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, outra discussão muito importante é sobre o consumo de cálcio e vitamina D, nutrientes essenciais para a saúde do osso. “Recomenda-se que se consuma, em média, quatro porções por semana. Essas porções podem conter, por exemplo, dois copos de leite, um iogurte e queijo. Mas no Brasil a média de consumo é de menos de uma destas porções. Uma alimentação rica em cálcio é fundamental no tratamento da osteoporose”, avisa ele.

– A principal fonte de cálcio é láctea, ou seja, todos derivados do leite. Mas vegetais verde também devem ser consumidos, principalmente os verde escuro, como o espinafre e o brócolis. E peixe também é uma boa fonte de cálcio – explica o médico, pontuando que existe um exame, chamado densitometria óssea, que funciona como uma espécie de radiografia do corpo, possibilitando prever o risco de fratura do paciente pelos próximos 10 anos.


Artrose: 15 milhões de brasileiros são acometidos pela doença

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Responsável pelo desgaste das cartilagens das articulações, a artrose está longe de ser uma doença exclusiva da terceira idade. Muito mais do que isso, apresenta números alarmantes no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde cerca de 15 milhões de pe...

Responsável pelo desgaste das cartilagens das articulações, a artrose está longe de ser uma doença exclusiva da terceira idade. Muito mais do que isso, apresenta números alarmantes no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde cerca de 15 milhões de pessoas são acometidos pela doença. O problema é tão sério que a artrose é, hoje, a terceira maior causa de afastamento do trabalho no país.

“A artrose é uma das doenças reumáticas mais comuns. Acomete homens e mulheres e é um erro pensar que acomete apenas pessoas da terceira idade. A doença incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna, quadril, mãos e dedos. No início, ela pode não apresentar os sintomas característicos, entre os quais dor, diminuição dos movimentos, ruído na articulação, as chamadas crepitações, inchaços e até deformidades. Ao menor sinal de dor nas articulações, um médicos Reumatologista ou fisiatra deve ser procurado. Quanto mais cedo começarmos a tratar, melhor será o resultado”, explica o reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Tratamento da Artrose

Segundo ele, o tratamento traz alívio da dor, melhora da mobilidade e devolve a qualidade de vida perdida. Cada paciente terá um tratamento individualizado, que inclui medicamentos, exercício físico regular orientado e alimentação regrada. É importante acrescentar que modernamente utiliza-se medicação específica, que pode melhorar a dor, a mobilidade e evitar uma cirurgia. “No CREB, utilizamos protocolos que incluem a prática de pilates, RPG, acupuntura e hidroterapia, realizada em nossas piscinas aquecidas, específicas para esse fim. É cada vez maior o número de pessoas, na faixa dos 40 anos, que chegam no consultório com quadro de artrose. Não se pode pensar que é uma doença da terceira idade, porque definitivamente não é”, afirma o Dr. Sergio.



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