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Dano causado pela osteoartrite pode ser reparado com novas microcápsulas

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Foi desenvolvido pela Queen Mary University of London (QMUL) um novo método de administração de um tratamento em microcápsulas que poderá reduzir a inflamação na cartilagem afetada pela osteoartrite, compensando o dado aos tecidos. Experimentos reali...

Foi desenvolvido pela Queen Mary University of London (QMUL) um novo método de administração de um tratamento em microcápsulas que poderá reduzir a inflamação na cartilagem afetada pela osteoartrite, compensando o dado aos tecidos. Experimentos realizados demonstraram que as microcápsulas podiam liberar o anti-inflamatório CNP de uma maneira muito eficaz. Assim, acreditamos que as injeções de microcápsulas em um futuro poderão ser utilizadas para curar a cartilagem lesada em pessoas com osteoartrite.

A molécula de proteína chamada peptídeo natriurético de tipo C (CNP), que forma naturalmente o organismo, reduz a inflamação e ajuda a reparar o tecido lesado. Mas não é possível utilizar CNP para tratar a osteostrite em pacientes porque não se pode dirigir-se à zona lesada mesmo que a proteína seja injetada no tecido cartilaginoso. Isto porque CNP é facilmente dividido e não pode chegar à zona da lesão. Sendo assim, os cientistas da Queen Mary University of London produziram microcápsulas cuja vantagem é poder liberar a proteína com lentidão e administrar o tratamento na forma mais eficaz.

Se este método puder se transferir para os pacientes poderia desacelerar drasticamente o avanço da artrose e inclusive começar a reparar o tecido lesado, porém alguns estudos em humanos ainda serão necessários. O fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Arnaldo Libman, acha esses estudos muito promissores, já que poderão ajudar, em muito, a evitar eventos cirúrgicos no joelho, quadril e, mesmo, nas mãos de pacientes com artrose. “Vale lembrar que atualmente, juntamente com a reabilitação física, existe possibilidade de tratamento para melhorar as condições das cartilagens das articulações com artrose, com muito bons resultados”, ressalta o fisiatra.


Artigo publicado do Dr. Bernardo Stolnicki sobre osteoporose

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The guidelines for treating osteoporosis do not differentiate between osteoporotic patients who have had a prior fracture and those who have not. They only recommend that patients with prior fractures should be treated. For example, the drugs recommended as first- and second-line are the same.

On the other hand, there are well-defined criteria for changingmedication in case of treatment failure. The occurrence of one or more fractures during treatment is considered as treatment failure. However, there is no indication that these criteria may be used in patients with prior fractures without pretreatment.

The site of the fracture makes a difference. A vertebral fracture increases the chance of another fracture 4-fold; while a fractured wrist increases it 2-fold. Some fracture liaison services (FLS) consider that the cost-benefit balance of starting secondary prevention after a fractured wrist is not positive.

Others include this type of patient (which is what I usually do). Ankle fractures, in this respect, are comparable to wrist fractures. However, there are no questions in relation to fractures of the hip and proximal humerus. Recommendations for physical activity and rehabilitation are directly linked to the type of prior fracture and the possible limitations its sequelae can impose.

Prevention of falls is critical in both primary and secondary prevention, as is ruling out the causes of secondary osteoporosis. Long-term safety and effective antifracture drugs must be used and adequate calcium and vitamin D supplementation required. What must differ in our approach to a patient who has already had an osteoporotic low-trauma fracture compared with another who had no fracture is basically our attitude. The historic low adherence to antiosteoporotic treatment, which in primary prevention is a problem, becomes a catastrophe in secondary prevention because of the high risk of new fractures. The use of oral bisphosphonates is associated with low adherence. In the case of generic alendronate (which is the most used), it is even more obvious and the fractures that occur as a result of this notorious noncompliance are not taken into account when evaluating this apparently cheaper drug.

One of the strategies recommended by the Committee of Scientific Advisors of the IOF (International Osteoporosis Foundation), when referring to treatment failure in osteoporosis, is to replace an oral drug by an injected drug. There is no doubt that this recommendation is given because injected drugs are used quarterly, semi-annually, or annually, which improves treatment adherence.

The new status quo (the new fracture) requires this type of intervention. However, adherence is still below the desired level. One of the reasons for this lies in the habit of reviewing patients only once per year. There is no other serious illness (and osteoporosis is a serious illness; osteoporosis with fractures even more so) for which the follow-up is only done on an annual basis. This is not the case, for example, for diabetes, arterial hypertension, or heart disease.

The routine in our FLS is that there is a visit every four months in the first year; in the following years, the review is every six months. At each visit blood samples are collected to assess total serum calcium and 25OH vitamin D.

Motivating patients is of the utmost importance. The results of bone densitometry, with their small positive variations, often discourage patients. However, adequate vitamin D replacement demonstrates encouraging and motivating results. Since the majority of fractures occur in the first two years following a fracture, maintaining motivation and adherence is crucial at least in this period.


Expectativa de vida mais alta, qualidade de vida melhor

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Nos últimos 50 anos, a expectativa de vida no Brasil cresceu nada menos do que 20 anosNos últimos 50 anos, a expectativa de vida no Brasil cresceu nada menos do que 20 anos. De acordo com o IBGE, em 2005 a expectativa de vida dos brasileiros era de 68,2 anos e das brasileiras 75,8 anos e as projeções indicam que essa expectativa de vida chegará aos 80 anos em 2040. Não é apenas o avanço da medicina e a alta tecnologia disponível que explicam esse quadro. A consciência em busca de uma melhor qualidade de vida e, mais do que isso, a busca pela prevenção também contribuem para que o povo brasileiro viva mais e melhor.

“O tema qualidade de vida virou moda e isso é muito positivo. As pessoas já começam a se preocupar, por exemplo, em se alimentar melhor e a buscar atividade física”, afirma o médico fisiatra do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , Dr. Haim  Maleh. Ele conta que atende inúmeras pessoas que o procuram para, por exemplo, eliminar uma dor no ombro, joelho ou na coluna, mas que solicitam tratamentos de prevenção para futuros problemas. “E está enganado quem pensa que apenas pessoas idosas buscam isso. Atendo muitas pessoas jovens que já têm essa consciência”, afirma o Dr. Haim.

Segundo ele, há hoje vários protocolos de tratamento utilizados para a prevenção de dores e problemas reumatológicos, fisiátricos e traumo-ortopédicos. “No CREB oferecemos a hidroterapia, em piscina aquecida, acupuntura, RPG, Pilates e outras opções que aliviam a dor e o possível processo de inflamação, ajudam no tratamento e também previnem problemas futuros. Quando necessário, incluímos em alguns desses protocolos medicação. Os resultados são clinicamente muito satisfatórios. E de fato empolgantes”, avalia ele.

– As pessoas já se preocupam, hoje, com sua taxa de colesterol, próstata e mama, por exemplo. E sabem que a falta de atividade física é muito prejudicial à saúde. O fisiatra é o médico que avalia o biotipo, possíveis alterações ou doenças do aparelho locomotor, isto é, dos pés, joelhos, ombros e coluna vertebral, e preescreve o tipo e a freqüência de atividade física e os cuidados próprios para se encontrar a qualidade de vida desejada.É preciso estar bem orientado para praticar de forma saudável exercícios e as atividades do dia-a-dia. Tivemos grandes avanços na medicina, que nos permite diagnosticar precocemente várias doenças, mas esse interesse em viver melhor definitivamente faz a diferença. Temos excelentes meios de alcançar isso – finaliza o médico fisiatra do CREB, Dr. Haim Maleh.



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