Radiologista do CREB apresenta trabalho no Congresso Brasileiro de Ultrassonografia
Radiologista do CREB apresenta trabalho no Congresso Brasileiro de Ultrassonografia
Ao participar do 23° Congresso Brasileiro de Ultrassonografia, realizado em São Paulo, em 26 de outubro, o radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o Dr. Estevão Albino Torres Vargas, apresentou um trabalho intitulado “Revisão de literatura: Tenossinovite de De Quervain – o que o ultrassonografista deve relatar no laudo”. O trabalho foi desenvolvido pelo Dr. Estevão no CREB, com apoio do staff médico da ultrassonografia. Trata-se de uma atualização para médicos de todo o Brasil sobre como deve ser feito um exame de ultrassonografia do punho e da mão segundo os mais novos conceitos da literatura médica internacional. “O trabalho é sobre uma das principais causas de dor no punho e mão e explica como fazer um exame diagnóstico de qualidade, utilizando os mais novos aparelhos de ultrassonografia, como o que temos no CREB”, explica o Dr. Estevão. Segundo ele, foram revisados 24 artigos internacionais e havia apenas um artigo nacional, datado de 2012, sobre o tema. “Desta forma, houve contribuição para a comunidade médica brasileira, já que o tema estava defasado na literatura nacional”, destaca ele, cuja apresentação no congresso despertou grande interesse dos médicos presentes.
Primeira causa de morte no país, o AVC é uma questão de saúde pública urgente
Nos Estados Unidos, 780 mil novos casos de AVC (Acidente Vascular Cerebral) são registrados anualmente
O que resulta em uma média de um novo caso a cada 40 segundos, segundo dados da Sociedade Americana de Cardiologia. No Brasil, é a primeira causa de mortalidade, de acordo com dados do Ministério da Saúde, à frente de morte por infarto do miocárdio, câncer ou mesmo em acidentes de trânsito.
Os dados são estarrecedores e seguem essa mesma tendência em todo o mundo. “As estatísticas comprovam que o AVC está entre as três principais causas de morte em todo o mundo. Em muitos países, está em primeiro lugar, mas nunca deixa de estar entre as três principais causas de morte”, afirma o médico responsável pelo setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – Dr. Flávio Costa.
Prevenção do AVC
Ainda que a doença acometa principalmente homens e mulheres a partir dos 60 anos, não são tão comuns casos em jovens, adolescentes e até em crianças. “Os principais fatores de risco são a diabetes, a hipertensão, a obesidade, o sedentarismo e fatores genéticos. Isso explica o alto índice da doença no Brasil: não há, aqui, uma política oficial de prevenção ao AVC. E na maioria das vezes as pessoas não são informados ou não têm acesso ao controle destes sintomas. Um hipertenso, por exemplo, não pode ir ao cardiologista apenas uma vez ao ano. É preciso controlar muito bem todos esses fatores de risco. O AVC é uma questão de saúde pública urgente”, determina o médico do CREB.
Segundo ele, no caso de jovens e crianças, o AVC pode estar associado a doenças inflamatórias (como o Lúpus), distúrbios de coagulação (as chamadas trombofilias) e a má formação vascular.
Consequências do AVC
Além do alto índice de mortalidade, o AVC pode ter consequências graves. Segundo as estatísticas, 85% daqueles que sobrevivem adquirem algum grau de incapacidade física que, informa o Dr. Flávio Costa, pode ser perda de força, dificuldade de fala ou a espasticidade (grau de contração anormal de determinados grupamentos musculares). Assim, o tratamento de reabilitação é extremamente importante:
– É preciso se proteger de um novo AVC e buscar a reabilitação para as sequelas. Para evitar um novo Acidente Vascular Cerebral é preciso controlar os fatores de risco. Um programa de reabilitação também é fundamental, pois poderá devolver qualidade de vida ao paciente. Esse programa é multi-profissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas – afirma ele.
Uma das mais comuns sequelas do AVC é a espasticidade, que limita a amplitude do movimento, podendo causar muita dor. “Temos pacientes que chegam ao consultório com dificuldade de trocar de roupa ou mesmo cortar as unhas das mãos. A qualidade de vida deles está seriamente comprometida”, conta. Para esses casos, a aplicação da Toxina Botulínica Tipo A é o que há de mais moderno e traz excelentes resultados. O tratamento consiste em aplicação de em torno de três sessões de injeções, feitas em consultório, por médico especialista, e pode ser repetido até quatro vezes ao ano. “A resposta é excelente e em duas ou três semanas o paciente tem o movimento de volta. Imagine para uma pessoa que não consegue escovar os dentes e segurar um copo o que isso representa em ganho de qualidade de vida”, finaliza o médico do CREB.
Tratamento devolve a qualidade de vida perdida com a bursite no quadril
Saiba mais sobre a Bursite
A Bursa é um pequeno saco gelatinoso localizado em todo o corpo, que atua como uma espécie de almofada entre os ossos e os tecidos moles, recobrindo-os e ajudando a reduzir a fricção entre tendões e ossos. Quando a Bursa inflama, temos uma bursite. Uma das mais comuns é a bursite de quadril, que acomete principalmente mulheres de meia idade e idosos, mas o número de homens e jovens acometidos é cada vez maior.
Ao menor sinal de dor no quadril, é preciso procurar um especialista.
O principal sintoma da bursite de quadril é dor lateral do quadril. É muito comum que essa dor irradie para a perna. Há, ainda, sensação de queimação e a dor se intensifica com o tempo. Na maior parte das vezes, a dor aparece mais à noite, quando deitamos sobre o quadril afetado ou quando levantamos de uma cadeira, após longo tempo sentado”, explica o reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.
Ao menor sinal de dor no quadril, diz o médico, é preciso procurar um especialista. “É possível ter de volta a qualidade de vida perdida com uso de medicamento específico e tratamento fisioterápico. No CREB, utilizamos protocolos, com sucesso, que incluem incluem hidroterapia, em piscina específica para esse fim, com água aquecida a 32 a 34 graus centígrados, acupuntura e pilates. Também contamos com a viscossuplementação, para uma melhor articulação”, finaliza o Dr. Eduardo.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619