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Você quer dormir bem?

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Você é daquelas que acorda com dores no corpo, cansaço, como se não tivesse dormido sequer uma hora de sono?

Pois bem, o problema pode ser o colchão. Duros ou moles demais, não dão a sustentação perfeita para o seu corpo, desalinham a coluna e a musculatura não relaxa. Resultado: noites mal dormidas e cansaço redobrado. Aprenda a escolher o colchão certo e conquiste um sono tranquilo com a orientação do fisiatra e reumatologista do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia, Haim Maleh.

Escolha a dedo

Não basta ir até a loja e escolher o modelo maior e mais caro. Antes de levar o colchão para casa, é preciso conferir se ele está ajustado ao seu peso e altura. No caso de um casal, deve-se calcular com base no peso dos dois. “Solicite ao vendedor a tabela de densidade. Através dela, você vai descobrir qual dos colchões expostos vai se enquadrar perfeitamente na sua relação peso/altura”, explica o médico.

Conforto e segurança

Nada como deitar num colchão bem macio, certo? Errado. Sem a sustentação necessária, com certeza você vai acabar dormindo de maneira inadequada. “O colchão precisa ter molas em seu interior para dar firmeza. O conforto fica por conta do revestimento de espuma”, afirma o fisiatra. Há quem diga que um colchão duro deixa a coluna ereta durante o sono, mas o especialista garante que isso é um pensamento errado: “A pessoa não vai se sentir confortável, vai mudar de posição durante à noite diversas vezes e não vai ter uma boa qualidade de sono. Além disso, a musculatura não relaxa e ela vai acordar com dores. O mesmo vale para os colchonetes”.

Detalhes fundamentais

De seis em seis meses, o colchão precisa ser virado. “Isso garante que a posição que você dorme não cause uma deformidade permanente no colchão. Além de aumentar a vida útil da peça, evita lesões na coluna”, diz o médico. Para uma noite de sono perfeita, o travesseiro também precisa ser bem escolhido. “Procure aqueles com recheio sintético. Os de pena de ganso são muito moles e não acomodam a curvatura da cervical”, garante Maleh.


Pés chatos devem ser observados até os 10 anos

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Popularmente conhecido como pé chato, o pé plano flexível ocorre quando a sola e o arco do pé estão achatados anormalmente. Isso pode trazer dores, pois o pé chato altera o alinhamento das cadeias musculares do pé, do tornozelo, da perna, da pélvis e até da região lombar. “O pé chato pode causar fadiga e tensão, que chamados de pés cansados. Como conseqüência, o pé chato pode ocasionar artrite, joanete, joelho valgo, esporão de calcâneo e outras deformidades da coluna vertebral”, indica Antônio d’Almeida Neto, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico do CREB, o pé chato deve ser apontado logo cedo. “A causa deve ser indicada quando a criança começa a andar e os pais percebem que o pé dela não tem cava. A principal característica do pé chato é o desabamento do arco plantar, conhecido como a planta do pé. Ao pisar no chão, a criança deixa uma pegada de todo o seu pé, sem vestígios de cava. Durante a inspeção do pé observa-se que o arco longitudinal do pé (cava do pé) encontra-se excessivamente elevado”, explica ele, lembrando que o arca plantar só irá se constituir em torno dos dois ou três anos de idade. “Mas é prematuro falar em pé plano antes dos nove ou dez anos. As crianças devem ser observadas até essa idade”, completa ele.

O pé chato é uma deformidade complexa, que deve ser avaliada por um especialista. Muitos profissionais já não recomendam mais a tradicional (e em desuso) bota ortopédica. “A palmilha ortopédica alivia o estresse das articulações, ligamentos e músculos e diminui as ações das forças deformadores do pé. Mas também tempos exercícios terapêuticos na planta do pé. Uma dica muito comum, que ajuda no tratamento do pé chato, é levar a criança para caminhar em terrenos irregulares. A criança deve ser estimulada a caminhar com a borda lateral do pé, subir escadas com as pontas dos pés e pular com ambos os pés. O especialista saberá a melhor indicação para o tratamento mais eficaz”, afirma ele.

O médico do CREB pontua que um adulto não pode desenvolver pé chato, mas os sintomas podem aparecer em qualquer idade ou mesmo jamais gerar algum problema. Ele alerta, no entanto, que o uso constante do salto alto pode trazer malefícios para o pé. “Ao usar o salto alto, a pressão vai toda para o primeiro dedo do pé. Isso pode trazer cansaço nas pernas, dores nos membros inferiores (pernas e pés) e calosidades. Também podem ocorrer deformidades ósseas, como joanete ou problemas na musculatura da coxa e na curvatura lombar. E se não bastasse, é preciso falar nos riscos de queda devido à instabilidade do pé, com possíveis lesões dos ligamentos e luxações no tornozelo, provocados pelo desequilíbrio ao andar”, enumera ele.


CREB inova mais uma vez: novos serviços Fix It e Elastic já estão à disposição

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Novas soluções terapêuticas que estão provocando uma revolução na Ortopedia

Faz parte do DNA do Centro de Reumatologia e Ortopedia – CREB – inovar e oferecer aos seus pacientes o que há de mais moderno quando se fala em tratamentos de doenças musculoesqueléticas. Foi assim, por exemplo, quando fomos uma das primeiras clínicas de ortopedia e reumatologia a oferecer aos seus pacientes o raio-X digital e o Tratamento de Ondas de Choque (TOC).

O CREB volta a inovar, ao oferecer duas novas soluções que estão provocando uma revolução em suas áreas de atuação: o Fix It e o Elastic. “Faz parte da história do CREB se antecipar e buscar as melhores e mais modernas opções de tratamento para os nossos pacientes. Não à toa, somos considerados uma referência em ortopedia e reumatologia. Unimos o tratamento individualizado e humanizado a um corpo clínico especializado e extremamente experiente e as mais modernas técnicas e tratamentos. Estamos sempre atentos aos lançamentos em nossa área”, garante o Dr. Rodrigo Kaz, ortopedista do CREB.

Fix It: adeus ao gesso

Só quem já precisou imobilizar pernas ou braços sabe o quão desagradável é utilizar o gesso. A garotada até gosta de assinar e fazer desenhos sobre ele, mas seu uso incomoda, provoca coceira e calor e requer cuidados no banho e em dias de chuva porque simplesmente não pode molhar. Isso sem falar no peso que o gesso tem.

“O Fix It é uma órtese que utiliza plástico biodegradável e é impresso em 3D, substituindo o uso do gesso e oferecendo uma experiência muito mais agradável para o paciente. Pode molhar à vontade, é leve, como tem grandes furos é arejado, não é alergênico, é biodegradável e permite que o paciente leve uma vida absolutamente normal. Ele até esquece que está usando uma órtese”, explica a fisioterapeuta Tatiana Matos, do CREB.

De acordo com o fabricante, mais de 5 toneladas de gesso já deixaram de se descartadas no meio ambiente por conta desta inovação, utilizada em dez países. São mais de 20 soluções disponíveis para os pacientes, entre imobilizadores de punho, mãos, dedos, braço e antebraço. “O Fix It se molda perfeitamente para cada paciente. A instalação é limpa e imediata e a órtese é higienizável, resistente e, se não bastasse, é bonita. E o resultado é muito bom”, ressalta Tatiana, pontuando que o CREB é uma das primeiras clínicas a oferecer esta tecnologia de ponta.

Elastic, a novidade para medir potência muscular

Outra inovação que o CREB traz para os seus pacientes em primeira mão é o Elastic, uma nova tecnologia que mede a potência muscular do paciente. “Este aparelho diagnostica a fraqueza muscular e aponta o tratamento ideal para o problema apresentado. É um software e um dinamômetro capazes de captar a força muscular do paciente em diversas partes do corpo. O software disponibiliza para o médico assistente gráficos e relatórios extremamente úteis para a avaliação”, explica o ortopedista do CREB.

Segundo o Dr. Rodrigo, o uso do Elastic é indicado em casos de fraqueza muscular, pós-engessamento, pós-covid, pós-internação e para qualquer paciente que esteja sentindo perda de força por algum motivo. “Essa tecnologia de ponta é um importante aliado na definição do melhor tratamento em reabilitação. Mais uma vez, estamos na vanguarda do cuidado na recuperação de seus pacientes, oferecendo o que há de mais moderno e efetivo quando se fala em doenças musculoesqueléticas”, garante o ortopedista do CREB.



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