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Escolha o colchão certo

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Uma noite mal dormida é extremamente prejudicial e o colchão podem ter muita culpa nisso.

O fato de passarmos praticamente um terço de nossas vidas sobre ele já é motivo suficiente para darmos atenção ao assunto.
 
“A escolha do colchão certo é fundamental para mantermos nossa coluna saudável. Se o colchão não oferecer o devido suporte para o corpo, não vai contribuir para o correto alinhamento postural durante uma noite de sono”, alerta o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Ele ainda lembra que “a maioria das pessoas agem como se o sono fosse uma simples atividade do dia a dia. Dormem pouco, mal, em um colchão e com travesseiros inapropriados. Noites mal dormidas podem se transformar em mau humor, dor na coluna, dor de cabeça, indisposição e, mais do que isso, menos qualidade de vida”.

A pergunta principal neste assunto é “qual colchão escolher?”

De acordo com o médico do CREB, deve-se priorizar a qualidade do material.

“Colchões de mola e com maior revestimento são os mais confortáveis e adequados, porém mais caros. Sempre faça o teste do produto, verificando o conforto que o produto oferece. Outra dica é pesquisar se o produto é ortopédico e aprovado por algum órgão de saúde. É preciso avaliar, ainda, a qualidade da espuma e a sua densidade em função do peso e da altura de quem vai utilizá-lo”, ensina.

Além de comprar o colchão ideal, é preciso preservar sua qualidade. Maleh dá a dica: a cada seis meses, faça um rodízio do colchão em 180 graus, para que não haja sobrecarga. E esteja atento ao encaixe correto do produto na cama, evitando o comprometimento do material.

 


TOC, o mais novo tratamento contra as dores do sistema músculo-esquelético

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Terapia por Ondas de Choque – TOC – método praticamente indolor e não invasivo, vem sendo utilizado em substituição a vários tipos de cirurgia.

Um dos mais famosos pacientes com bursite no país, o Presidente Lula poderia evitar a dor constante que sente se conhecesse o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. Trata-se da Terapia por Ondas de Choque – TOC –  um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia.

Como funciona a Terapia por Ondas de Choque - TOC

O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões. As ondas de choque agem de diversas maneiras:

a) ação mecânica, causando a formação de microbolhas que eclodem, formando migrofragmentação da calcificação;
b) ação vascular, com neo vascularização, melhorando a irrigação,e oxigenação local; e
c) ação analgésica e anti-inflamatória por intenso estímulo na área, liberando enzimas locais que atuam na fisiologia da dor e da inflamação.

– Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.  Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos – explica o Dr. Antônio D’Almeida, fisiatra do CREBCentro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia, pioneira e uma das poucas clínicas do Rio de Janeiro que disponibilizam a TOC.

A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, começa a conquistar seu espaço no Brasil, pela sua eficácia e os ótimos índices de sucesso em todo mundo. Outro ponto extremamente importante é o custo: a Terapia por Ondas de Choque custa de oito a dez vezes menos que uma cirurgia e ainda diminui os riscos do paciente com a internação em hospital.

Alguns tratamentos podem ser associados à TOC, como a acupuntura, a hidroterapia e a reabilitação física (fisioterapia), também disponíveis no CREB. Venha conhecer o que há de mais novo em todo o mundo no tratamento dos problemas do sistema músculo esquelético, como para tendinite,bursite, fascite plantar, esporão de calcâneo, entre outros, porque  temos o direito de viver bem, felizes e sem dor.


Chikungunya: “rastro” pode durar por meses

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Até o final de maio, o Rio de Janeiro já contabilizava 4.177 casos suspeitos notificados de Chikungunya em todo o estado, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Em hospitais da rede pública, por exemplo, nada menos do que 50% dos pacientes de reumat...

Até o final de maio, o Rio de Janeiro já contabilizava 4.177 casos suspeitos notificados de Chikungunya em todo o estado, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Em hospitais da rede pública, por exemplo, nada menos do que 50% dos pacientes de reumatologia têm suspeita da doença. A maior parte dos pacientes atendidos nos últimos meses, que tiveram o diagnóstico da doença, se queixam de fortes dores nas articulações, e apesar de corretamente medicados, não conseguiram se livrar das fortes dores articulares. As dores relatadas são, principalmente, nas mãos, punhos, nos pés e tornozelos, resultando em incapacidade para desempenhar atividades diárias.

Muitos pacientes continuam sentindo dores articulares durante um a três meses

A fase aguda da doença dura cerca de dez dias e é acompanhada de febre, acima de 38,5 graus, além das dores articulares e, muitas vezes, inchaço. Após esse período, observa-se a permanência das dores e evolução para um quadro de artrite, limitante associado a sensção de dormencia nas mãos e pés . “Muitos pacientes continuam sentindo dores articulares durante um a três meses, mas há relatos de pacientes que continuam com as dores por um periodo mais prolongado. A chikungunya pode ser um gatilho para doenças reumáticas inflamatórias crônicas, como a artrite reumatoide, principalmente em pacientes com mais de 60 anos e que já tenham predisposição genética”, afirma o Dr. Haim Maleh, Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A Sociedade Brasileira de Reumatologia e da Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro está atenta à situação e seus membros vêm discutindo um protocolo de atendimento da doença na parte reumatológica. É consenso de que o paciente deve procurar um Reumatologista e iniciar um tratamento medicamentoso e fisioterápico. “As dores podem ser intensas. Há necessidade de repouso, do uso de medicamentos e fisioterapia, que tem vários recursos para melhorar o quadro de dor. É bastante usual que pacientes acometidos pela chikungunya também sintam dores intensas nas articulações dos membros superiores e inferiores extremamente incapacitantes, com presença de edema e sensação de dormência nas extremidades. A fisioterapia é muito importante nesse momento, pois combaterá a dor e devolverá a mobilidade do paciente”, completa o Dr. Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619