CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Pilates terapêutico é uma ótima opção para gestantes

“Mulheres gestantes que praticam exercícios regulares durante a gravidez apresentam menos desconfortos, como edemas, câimbras, fadiga e falta de ar. O exercício físico pode contribuir para a melhor do tônus, diminui o risco de perda óssea, melhora a postura e a mecânica corporal, previne lesões e produz menor risco de estase circulatória e aparecimento de varizes. Isso sem falar que previne a dor lombar, incontinência urinária e a diátese do reto abdominal.”

A afirmação é do reumatologista e fisiatra Dr. Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), que recomenda a prática do Pilates Terapêutico para as gestantes. Segundo ele, a atividade oferece uma maior flexibilidade, alongamento e fortalecimento do corpo.

O Pilates proporciona bem-estar, e traz qualidade de vida

– A prática de exercícios físicos para a mulher gestante é muito importante, mas deve seguir recomendações médicas. O Pilates proporciona bem-estar, e traz qualidade de vida. Entre os seus benefícios, destacam-se a concentração, melhora do condicionamento físico e mental, o aumento da flexibilidade e coordenação motora, melhora do tônus e força muscular, maior mobilidade das articulações, o alívio das tensões e estresse, a estimulação do sistema circulatório e oxigenação do sangue entre outras.Todo movimento tem seu início no cérebro, pois o Pilates parte do pressuposto de que a pessoa é uma unidade integrada do corpo e da mente – afirma ele.

O médico do CREB acentua que durante a gravidez os exercícios abdominais favorecem a melhora do equilíbrio muscular e da postura, melhoram o apoio para o útero em desenvolvimento, promovem maior estabilização do tronco e alinhamento pélvico e, ainda, favorecem o aumento da pressão intra-abdominal importante na defecação, micção e no parto. Segundo ele, deve ser dada uma atenção especial aos músculos do assoalho pélvico na gravidez, uma vez que eles podem sofrer fraqueza neste período e tem papel importante no parto vaginal e na recuperação pós-parto (seja no parto normal, seja na cesariana).

Hipermobilidade: médico do CREB diz que doença pode trazer problemas

A hipermobilidade é a capacidade de por a mão no chão sem dobrar os joelhos, que a princípio demonstra uma boa elasticidade do corpo, mas na verdade é um defeito dos tecidos moles, como tendões e ligamentos. Essa doença tem característica genética benigna, mas que pode trazer problemas, como tendinite, escoliose e até a incontinência urinária.

A doença tem característica genética benigna

– Quem tem essa doença está sempre se machucando, sente dores e tem problemas na coluna. Ela afeta 30% da população e é mais comum entre mulheres e crianças – diz Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de ortopedia da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Segundo o ortopedista do CREB, a hipermobilidade é a causa de grande parte das queixas de dor na coluna, ombro e joelho em trabalhadores de indústria.

– O problema provoca uma instabilidade articular que pode levar a lesões. É comum torcer ou virar o pé. A doença também pode causar a incontinência urinária. A musculatura da região pélvica (onde está a bexiga) é formada por tecidos moles, que ficam frouxos. Isso favorece a perda involuntária da urina – explica o médico.

Moderno setor de reabilitação para tratamento de alteração da marcha

O Brasil já conta com uma população de 14,5 milhões de idosos. Estimativas indicam que o número de quedas desse grupo é de 4,35 milhões por ano, das quais 2,175 milhões (ou seja, quase 50%) resultam em algum tipo de lesão, das quais 10% (217.000) são lesões graves.

– Além de representar importante causa de mortalidade entre adultos jovens e idosos, as quedas levam um maior risco de declínio da independência funcional e aumento da necessidade de hospitalização e de institucionalização, onerando os serviços de saúde – afirma a fisioterapeuta Bruna Túlio, que faz parte da equipe do médico fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A marcha é uma habilidade motora extremamente complexa

Segundo a profissional, a marcha é uma habilidade motora extremamente complexa, composta por uma sequência de movimentos cíclicos dos membros inferiores. Algumas alterações no controle postural, ou em outros sistemas associados ao equilíbrio humano como o sistema nervoso central ou periférico, podem acarretar inúmeras alterações na marcha de uma pessoa.

– O processo de envelhecimento está associado a um dos principais fatores de alteração no padrão da marcha e no equilíbrio dos seres humanos. A análise destas funções motoras pode contribuir para identificar situações de risco potencial para quedas, sendo este um evento que representa um grave problema de saúde pública, em função da frequência e das consequências físicas, psicológicas e sociais que pode acarretar – explica.

O CREB conta com um moderno setor de reabilitação neurológica, equipado para o tratamento das diversas patologias envolvidas nas alterações de marcha, onde o paciente será submetido a uma avaliação com o fisioterapeuta e tratado com técnicas que abordam todos os critérios envolvidos com a marcha, como o equilíbrio, fraqueza de MMII, quadro álgicos, encurtamentos, entre outros. A clínica conta com duas piscinas, específicas e apropriadas para reabilitação, e protocolos que abrangem inúmeras técnicas de cinesioterapia, oferecendo um tratamento objetivo e diferenciado, trazendo com maior brevidade o restabelecimento da qualidade de vida.

Cuidar da força muscular na terceira idade é fundamental

O reumatologista e fisiatra Haim Maleh. do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), diz que a força muscular atinge o seu ápice entre os 20 e 30 anos de idade e começa a promover perda a partir dos 60 anos. “A partir dessa idade, há uma perda de 15% da força a cada década subsequente. Um senhor de 80 anos tem uma perda de 30%, por exemplo, e isso pode comprometer sua qualidade de vida”, ilustra.

O médico do CREB explica que a força muscular pode ser definida como a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular é capaz de gerar durante um movimento específico. Entre pessoas com idade acima de 80 anos, as estatísticas apontam que 57% dos homens e 70% das mulheres são incapazes de realizar trabalhos domésticos pesados.

O melhor remédio é a prevenção

“A independência funcional é fundamental para o aumento da atividade física, refletindo diretamente na densidade mineral óssea. Logo, chegar à terceira idade de forma ativa pode ser um dos fatores que impedem a redução drástica da densidade mineral óssea nessa faixa etária. E isto pode ser realizado controlando a densidade óssea e a qualidade muscular do idoso”, garante o médico do CREB. Segundo ele, o melhor remédio é a prevenção, através da prática regular de exercício físico, dentre eles o pilates, associado a técnicas especificas de alongamento e fortalecimento muscular com o RPG, atividades oferecidas pelo CREB, com a supervisão de médicos.

Atletas da Portuguesa fazem Avaliação Muscular Isocinética no CREB em busca de menos lesões

Com o objetivo de diminuir o número de lesões ao longo da temporada do ano que vem e avaliar o sistema músculoesquelético dos atletas, a Associação Atlética Portuguesa levou todos os seus jogadores do seu time profissional de futebol para o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – para submetê-los a Avaliação Muscular Isocinética.

Trata-se de um moderno recurso computadorizado, de ponta, que permite detectar desequilíbrios musculares por meio da quantificação da força, potência e resistência dos músculos. A Avaliação Muscular Isocinética oferece aos médicos a medida precisa da força muscular, permitindo corrigir deficiências musculares de maneira rápida e segura, principalmente em períodos pós-operatórios.

O exame tem sido utilizado com muito sucesso em atletas de alto rendimento como ferramenta preventiva, e o objetivo é evitar lesões. Para garantir esse recurso ao seu departamento profissional de futebol, a Portuguesa procurou o CREB, que conta com o aparelho e tem uma larga experiência em sua utilização.

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