CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Sua postura está correta?

Você sabe dizer se sua postura é correta? Sua coluna está bem alinhada? Uma postura saudável é fundamental para a saúde da nossa coluna e o especialista no assunto, o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, diz que procurar um médico para avaliar a postura é muito importante. Afinal, a prevenção sempre é o melhor remédio.

O Dr. Márcio diz que podemos fazer dois testes para verificar como está nossa postura, sem sair de casa. 

– Fique de frente para um espelho de bom tamanho. Tire a blusa. Fique de frente para o espelho, numa postura normal, sem forçar nada. Compare o nível de suas orelhas, se a cabeça está inclinada, se os mamilos estão na mesma linha, a simetria dos quadris, se os pés são chatos ou cavos e, finalmente, se os joelhos estão para frente. Com a ajuda de outro espelho, observe seu perfil, esquerdo e direito, e veja o alinhamento da cabeça com o ombro, quadril, joelho e pé. O outro teste é pedir para alguém fazer uma foto sua de frente e perfil e analisar as questões já ditas – ensina o Dr. Márcio.

O médico do CREB pontua que o teste não é conclusivo, e que um médico deve ser procurado ao menor sinal de dor, ou de forma preventiva também. Vale lembrar que a clínica oferece aos seus pacientes reabilitação física por meio de um atendimento individualizado, com protocolos que incluem acupuntura, Pilates Terapêutico, RPG e hidroterapia, entre outros. Segundo o Dr. Márcio, o CREB apresenta resultados excelentes e mais rápidos. E oferece instalações modernas e absolutamente adequadas para um tratamento abrangente, como por exemplo duas piscinas específicas para a prática da hidroterapia e um completo e moderno ginásio de Pilates Terapêutico.

O correto tratamento da dor lombar

Principal causa de incapacidade em todo o mundo, a dor lombar não está sendo tratada corretamente. É o que aponta uma pesquisa, publicada na revista médica Lancet, que aponta que muitos médicos ainda tendem a prescrever apenas analgésicos para aqueles que sentem dores nas costas, ao invés de incentivar a prática de fisioterapia e exercícios específicos, o que traz alívio para os sintomas da doença.

O aconselhamento psicológico é considerado fundamental para pacientes com dor crônica

 
Mais de 60% das pessoas com dor lombar utilizam analgésicos opioides nos Estados Unidos, por exemplo. A verdade é que o incorreto uso de opioides ajuda a impulsionar uma overdose de opiáceos nos Estados Unidos. Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças ( CDC), as overdoses com opioides aumentaram 30% entre 2016 e 2017 e matam cerca de 35 mil pessoas por ano.

– Definitivamente, opioides não são as melhores opção para tratamento da dor crônica. Alcançamos melhores resultados no tratamento da dor lombar, por exemplo, com a utilização correta da fisioterapia, RPG, hidroterapia, e até aconselhamento psicológico, opção considerada fundamental para pacientes com dor crônica. A sensação de tristeza e incapacidade podem ser decorrentes do quadro de dor lombar e muitas vezes o sintoma depressivo é resultado de sucessivas tentativas frustradas de alívio do sintoma. Dor crônica leva a depressão e vice-versa – afirma o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), pontuando que no CREB há um entendimento de que em algumas situações há necessidade de apoio emocional e, por isso, a clínica disponibiliza para sues pacientes acolhimento psicológico.

O American College of Physicians defende em sua orientação que os pacientes com dor lombar devem realizar fisioterapia, incluindo técnicas de termoterapia (ondas curtas, microondas).

– Orientado por médicos fisiatras, o CREB opta por protocolos que incluem exercícios específicos para coluna, como RPG, Pilates Terapêutico, acupuntura e hidroterapia. A abrangência de nossos protocolos possibilita uma rápida melhora e a restituição da qualidade de vida. Afinal você pode viver bem, feliz e sem dor – finaliza o médico.

Mecanismo de Lesão do LCA (Ligamento cruzado Anterior)

Principal contenção contra a translação anterior da tíbia em relação ao fêmur, o LCA (Ligamento cruzado Anterior) fornece 85% da força de contenção ligamentar contra o deslocamento anterior na flexão de 30º e de 90º. Por conta de sua localização na cavidade intercondilar do fêmur, se houver um estresse em valgo no joelho flexionado ele se torna uma contenção contra a rotação externa da tíbia.

Uma lesão leve para um esportista pode torná-lo incapaz de realizar suas atividades se não tratada

 

“A Lesão de LCA é considerada a mais séria das lesões em ligamentos do joelho. Alguns testes relatam que o ligamento cruzado anterior e osso são capazes de suportar um determinado peso antes da ruptura, sendo este valor para atividades que exijam esforços, já em atividades normais é exposto apenas 45Kg. Em adultos jovens o alongamento do LCA pode chegar até 25% do seu valor normal sem ruptura, tendo neste valor uma redução com o aumento da idade. Em uma avaliação clínica, alguns aspectos devem ser levados em consideração, pois muitas vezes uma lesão leve para um esportista pode torná-lo incapaz de realizar suas atividades se não tratada. Já para um indivíduo acima de 45 anos de vida sedentária, uma lesão moderada pode ser solucionada com um tratamento conservador”, explica o ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de ortopedia da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Segundo ele , dependendo do movimento, força e alongamento, e o trauma pode ser direto ou indireto.
“Quase sempre a lesão é dada por um trauma indireto no joelho ou de uma força sem contato em um único plano, aterrissagem ou desaceleração súbita, torção seguida de estalos e hemartroses presente dentro de poucas horas, ou ainda abdução com rotação externa e hiperextensão. Em pacientes mais idosos, atletas eventuais, mulheres, portadores de artrose, ou aqueles que não têm sintomatologia exuberante e se dispõem a mudar o tipo de esporte, o tratamento pode ser apenas o conservador”, completa o médico do CREB.

O tratamento conservador consiste em melhora do quadro de dor por meio da eletroterapia ou de exercícios que visam a manutenção da amplitude de movimentos e o fortalecimento muscular. “A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) leva à anteriorização da tíbia nos testes de gaveta ou Lachman, ou durante atividade física mais leve (caminhadas) ou mais intensas (atividade esportiva). Para minimizar este deslocamento, deveremos fortalecer preferentemente os isquiotibiais, sem, contudo, deixar de exercitar o quadríceps, adutores e abdutores. Os alongamentos deverão também ser realizados, assim como o fortalecimento de abdominais e glúteos, flexores plantares e dorsais dos pés”, explica a fisioterapeuta Viviane Campos, do CREB.

Viviane destaca que o pós-operatório das instabilidades causadas pela lesão do Ligamento cruzado Anterior tem sido motivo de vários estudos. “Até há alguns anos, achava-se, por exemplo, que um flexo residual era benéfico para o joelho. Hoje em dia prioriza-se que após esta cirurgia o paciente volte a ter não só a amplitude e força que tinha anteriormente, assim como a volta plena das atividades esportivas”, finaliza ela.

Prevrefrat CREB ajuda a evitar a refratura

Com a finalidade de ajudar a evitar fraturas de pessoas com osteoporose que tiveram fratura ou que estejam com elevado risco, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – conta com um programa, chancelado pelo ANS (Agência Nacional de Saúde), chamado Prevrefrat (Programa de Prevenção a Refraturas). “O Prevrefrat consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar”, explica o Dr. Bernardo Stolnick, ortopedista do CREB e coordenador do Prevrefrat CREB.

Estatísticas apontam que a nossa população idosa sofre pelo menos 4,35 milhões de quedas ao ano

O Dr. Bernardo pontua que um dos principais fatores que geram quedas é a osteoporose. “Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado. Os Programas de Prevenção a Refraturas, como o nosso, mostraram ser a ferramenta mais eficaz”, explica ele.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa do Brasil irá triplicar em 40 anos. Estatísticas apontam que a nossa população idosa sofre pelo menos 4,35 milhões de quedas ao ano. Desse total, apontam os estudos, cerca de 2.175 milhões (50%) resultam em algum tipo de lesão, das quais 10% (217 mil) são lesões graves. Além de representar importante causa de mortalidade entre adultos, jovens e idosos, as quedas levam um maior risco de declínio da independência funcional e aumento da necessidade de hospitalização e de institucionalização, onerando os serviços de saúde. “Trata-se de um problema sério. O Prevrefrat existe justamente por conta disso, porque é preciso ter um olhar muito apurado e tomar uma série de medidas para evitar a refratura. É o que temos feito, com muito sucesso”, finaliza ele.

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