CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Jogar videogame pode ser ótimo para a qualidade de vida

Ficar diante de um videogame por horas de fato não é algo saudável. O jogador pode até estar se divertindo, mas sua coluna certamente não estará gostando nada da maratona. Mas você sabia que o videogame pode, ao contrário, pode ser um grande aliado da saúde?

  • É claro que não estamos falando de qualquer videogame, muito menos de seu uso por horas e horas, como muitos adolescentes e jovens costumam fazer. Mas os videogames que não utilizam fios nos controles e precisam de estímulos corporais, como pulos, passos de danças, socos e demais movimentos, podem, sim, ser um grande aliado da nossa qualidade de vida – garante o fisiatra Antonio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Já há alguns anos, por exemplo, o Departamento de Saúde do Reino Unido aprovou o uso do Wii, da Nintendo, como um game capaz de contribuir para a redução da obesidade infantil. No próprio CREB, antenado com o que há de mais moderno no tratamento de doenças musculoesqueléticas, o videogame é utilizado pela equipe de fisioterapeutas em diversos tratamentos.

  • A atividade, controlada, por um tempo aceitável, pode ser um excelente exercício físico. Muitos jovens sedentários passaram a praticar exercícios a partir desse videogame. E as melhores clínicas de reumatologia e ortopedia também passaram a utilizar esse recurso em seus protocolos de tratamento – garante o Dr. Antonio.

Ortopedista do CREB ensina como fugir da dor nas costas

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% das pessoas de todo o planeta já sentiram, sentem ou sentirão dor nas costas. Ou seja, se depender das estatísticas, é mesmo muito difícil fugir deste problema. O sobrepeso, o fumo, a falta de prática de exercícios físicos regulares, uma alimentação não saudável e vícios de postura complicam ainda mais esse quadro, e não sentir dor nas costas torna-se algo muito difícil.

A boa notícia é que alguns cuidados no dia a dia poderão lhe ajudar muito a ter uma coluna saudável, sem dores e sem problemas. O ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dá pequenas dicas, que podem fazer toda a diferença. Quando realizamos atividades domésticas, por exemplo, o Dr. Marcio diz que é fundamental evitar trabalhar com o tronco totalmente inclinado se estiver em pé:

  • Ao passar roupa, por exemplo, a tábua deve estar a uma altura suficiente para que a pessoa não se incline. Utilize um apoio para os pés alternando-os sempre que houver algum incômodo. Ao calçar sapatos, não incline o corpo até o chão. Sentado, você deve trazer o pé até o joelho e se calçar. Ao pegar algo pesado, abaixe flexionando os joelhos, sem curvar a coluna, e levante-se transferindo a carga par aos músculos da perna – ensina.

A hora do sono também merece atenção:

  • O colchão deve ser semirrígido ou de espuma, de forma que distribua bem o peso do corpo. Se dormir de lado, utilize um travesseiro entre as pernas, que deve estar dobradas. Dormir de bruços não é bom para a coluna. Se você gosta de dormir de barriga pra cima, coloque um travesseiro debaixo dos joelhos – relata.

No trabalho, o Dr. Marcio diz que é preciso alongar membros inferiores a cada duas horas, por exemplo.

  • Quem trabalha sentado deve estar atento para a posição dos braços, que devem ficar pendidos ao longo do corpo ou os antebraços apoiados na mesa de trabalho. Para quem trabalha no computador é fundamental que a tela ou monitor fique na altura do olhar para o horizonte, mantenha o queixo paralelo ao chão. Para ler, evite ao máximo ter que baixar a cabeça, se for preciso adquira um suporte de livros. Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado – explica o ortopedista do CREB.

Hérnia de disco tem tratamento, sem necessidade de cirurgia

Os números comprovam o quão é séria a questão da hérnia de disco, lesão do disco lombar que provoca dores nas costas e alterações de sensibilidade nas coxas, pernas e pés. Nada menos do que seis milhões de brasileiros sofrem com essa doença, que é a segunda maior causa de afastamento do trabalho, perdendo apenas para as doenças cardíacas, e a terceira causa de aposentadoria precoce.

De cada dez brasileiros com mais de 40 anos, sete sofrem com algum tipo de problema na coluna. Treze por cento das consultas médicas têm como queixa dores na coluna e 15% da população mundial sobre com a hérnia de disco. Mas a boa notícia, segundo o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , é que 95% das pessoas que sofrem com hérnia de disco não precisam realizar cirurgia na coluna vertebral, devendo tratar da doença de forma conservadora, não invasiva.

  • As pessoas com faixa etária entre 25 e 45 anos apresentam os maiores índices de casos de hérnia de disco. A coluna é o centro de equilíbrio do sistema musculoesquelético do ser humano e dá a base para a estabilização do corpo. Muitas lesões da coluna acontecem devido ao desequilíbrio e desalinhamento dessa estrutura. A má postura é a grande vilã dos males da coluna. Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado – finaliza ele

Ao menor sinal de dores nas costas, um especialista deve ser consultado

Lesão que ocorre mais habitualmente na região lombar, a hérnia de disco provoca dores nas costas e alterações de sensibilidade nas coxas, pernas e pés. Segundo o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – na maior parte das vezes, os sintomas têm boa resposta ao tratamento em até três meses.

  • Trata-se de uma lesão. A localização mais comum da hérnia de disco lombar é no disco que fica entre a quarta e quinta vértebra lombar (L4/L5) e no disco que fica entre a quinta vértebra e o sacro (L5/S1). Vale pontuar que mesmo que o paciente se sinta bem, é muito importante que ele consulte um médico especialista para participar de um programa voltado para o fortalecimento e funcionalidade normal da coluna vertebral. Porque após os primeiros sintomas de dores nas costas, em geral os músculos que protegem a coluna começam a se enfraquecer e se atrofiar – afirma O Dr. Marcio.

Segundo ele, apenas repouso e medicamentos não devolvem a funcionalidade nem fortalecem os músculos que ficaram fracos com a doença.

  • Atividade física regular, uma alimentação saudável, não fumar, fugir do sobrepeso e eliminar vícios de coluna são fundamentais para evitar dores nas costas. Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado porque o quanto antes, mais rápido o tratamento alcançará o sucesso – garante ele.

No inverno atividade física não deve ser interrompida

Pode parecer coincidência, mas não é: de fato, no inverno as pessoas sentem mais dores nas articulações diante do frio mais intenso. Esta queixa é generalizada nos consultórios médicos, e não é difícil explicar por quê.

  • A artrose, por exemplo, é uma doença muito comum na terceira idade. Com a queda da temperatura, pacientes que sofrem da doença costumam sentir mais dores. E não é só na terceira idade. A artrose, é bom que se diga, não é uma doença exclusiva dessa faixa da população. No inverno, as pessoas tendem a fica mais encolhidas e os músculos contraídos. Há uma diminuição no fluxo sanguíneo por constrição vascular e a friagem evidencia a sensibilidade Resultado: mais dores – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Segundo ele, no inverno as temperaturas mais baixas trazem dores na articulação e isso acontece por insuficiência da cartilagem provocada pelo desequilíbrio entre a formação e a destruição de sues principais elementos, associada a sobrecarga mecânica, alterações bioquímicas da cartilagem e da membrana sinovial e fatores genéticos.

  • A artrose era considerada uma doença progressiva, de demorada evolução e com poucas perspectivas de tratamento. Era encarada como algo natural no nosso processo de envelhecimento. Mas hoje é possível mudar essa história. Os tratamentos modernos podem trazer excelentes respostas e uma sensível melhora na qualidade de vida do paciente – pontua o médico do CREB.

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