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Bursite trocantérica pode apresentar dor no quadril, irradiando ao longo da coxa

A bursite é a inflamação da bursa, uma pequena bolsa de líquido presente em várias articulações, que tem como objetivo reduzir o atrito entre duas articulações e facilitar o movimento articular. A bursite trocantérica é a inflamação da bursa do quadril, resultando em dor na face lateral da coxa. “Muitas vezes, a dor é de forte intensidade, se iniciando no período da noite, sendo agravada pelo movimento de sentar e levantar. Pode irradiar ao longo da coxa e pode impedir o caminhar”, afirma o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A bursite trocantérica está associada ao uso excessivo da articulação do quadril, sendo bastante frequente em pessoas que praticam corrida. “Além disso, a sobrecarga da articulação é outro fator que contribui para o surgimento da bursite. Logo, pessoas que ficam longos períodos de pé e a presença de obesidade são alguns dos fatores envolvidos no surgimento do quadro. A presença de problemas em outras articulações dos membros inferiores, tais como joelhos, pés e tornozelos também podem gerar uma sobrecarga na articulação do quadril, contribuindo para o aparecimento de novos casos”, explica o médico do CREB.

Ao menor sinal de dor no quadril é preciso procurar um especialista. “O médico poderá fazer uma análise da presença de alterações em outas articulações dos membros inferiores, incluindo a avaliação da pisada do paciente. Temos no CREB um exame chamado baropodometria, não invasivo, indolor e de alta tecnologia, que nos auxilia no estudo da pisada do paciente e sua influência nas articulações dos membros inferiores”, pontua o Dr. Bruno.

Existe associação entre a artrose e a depressão? Médico do CREB responde

O isolamento social, definido como consequência de uma pequena rede de contatos sociais, pode estar associado a problemas de saúde física e mental. Sabe-se que há uma associação entre dor musculoesquelética e isolamento social, e nesse sentido um estudo científico europeu avaliou a presença de associação de depressão e isolamento social entre portadores de artrose.

Neste estudo, foram avaliados 1.967 pacientes portadores de artrose de quadril e joelho. Quatro fatores foram significativamente associados ao isolamento social: a presença de artrose com sintomas clínicos, o comprometimento cognitivo, a depressão e pior tempo para realizar caminhada. Comparados à pacientes sem artrose ou apenas com artrose da mão, a presença de artrose do quadril e/ou joelho, com sintomas clínicos, levou a um risco 1,47 vezes maior de isolamento social.

“A artrose é uma doença caracterizada pelo desgaste articular, resultando em dor e limitação para o movimento. A artrose com sintomas clínicos, presente no quadril e/ou joelho, aumentou o risco de isolamento social, ajustando-se ao comprometimento cognitivo e à depressão e aos piores tempos de caminhada. Os médicos devem estar cientes de que indivíduos com artrose podem estar em maior risco de isolamento social”, explica o fisiatra Antônio D’almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico do CREB explica que para evitar os sintomas clínicos da artrose de joelho e quadril e consequentemente quadros depressivos e de isolamento social, é fundamental uma avaliação com um reumatologista ou fisiatra. O diagnóstico correto, assim como o tratamento adequado, permitem a redução da perda de mobilidade da articulação. Segundo ele, nesse contexto o programa de reabilitação é fundamental, visando o fortalecimento muscular e alongamento das articulações. “A avaliação isocinética computadorizada, exame que permite o estudo da musculatura do quadris, coxas e joelhos, permite uma avaliação precisa e individualizada da musculatura a ser exercitada na fisioterapia, permitindo melhores resultados na recuperação da artrose do joelho e quadril”, garante o Dr. Antônio.

Ele finaliza pontuando que para o sucesso do tratamento e prevenção das comorbidades associadas a artrose é fundamental uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, fisioterapeutas e psicólogos. “Isso permite um tratamento global do paciente, em todos seus aspectos, sejam eles físicos ou psicológicos”, diz.

CREB inaugura Centro de Reabilitação da Coluna

Em busca de uma ainda maior efetividade no tratamento de seus pacientes, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – acaba de inaugurar um espaço dedicado exclusivamente ao tratamento de doenças da coluna. O recém-inaugurado Centro de Reabilitação da Coluna do CREB é voltado para a reabilitação da coluna com foco no tratamento conservador, buscando evitar a necessidade de intervenção cirúrgica. Além de disponibilizar as mais avançadas tecnologias do mercado na área, o CRC conta com fisioterapeutas e médicos especialistas em coluna vertebral. Localizado no segundo andar da clínica, o novo espaço está disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, e aos sábados, das 8h às 16h. O telefone do CREB é (21) 3182-8282.

Saiba como identificar se você tem escoliose

Para ser saudável e forte, uma coluna vertebral deve ser reta. Mas nem sempre isso acontece. A coluna pode apresentar desvios dos troncos para os lados, tanto em forma de “s” como de “c”. Esses desvios são conhecidos como escoliose e podem deixar os ombros e braços desnivelados.

“A escoliose pode trazer dor e desconforto na coluna e deve ser avaliada o quanto antes pelo médico para o tratamento adequado. A escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral, frequentemente encontrada em adolescentes. Para se ter uma ideia do quanto é comum, aproximadamente 3 milhões de casos da doença são diagnosticados nos Estados Unidos a cada ano”, afirma a ortopedista Lúcia Yoko Fujita, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, é fácil e simples identificar a escoliose, e nem é preciso ser uma especialista para fazer isso. “Fique de pé, com os pés descalços e de costa e com ajuda de alguém, observe se os ombros estão alinhados na mesma altura. Os desvios laterais (escolioses) geralmente deixam os ombros desalinhados. Observe também a bacia, pois a escoliose pode estar associada ao desalinhamento da bacia”, explica ela. Mas a Dra. Lúcia é enfática: “ partir da menor suspeita de escoliose, uma avaliação médica é obrigatória”.

Médico do CREB participa de Congresso Americano de Reumatologia

Reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Dr. Haim Maleh participará do Congresso Americano de Reumatologia (ACR- American College of Rheumatology), que acontecerá de 8 a 13 de novembro, em Atlanta, nos Estados Unidos. Trata-se do evento internacional mais importante em reumatologia, onde serão abordados as inovações da área, novos tratamentos, novos métodos diagnósticos e novos medicamentos. O congresso recebe profissionais de todos os cinco continentes, com uma riquíssima troca de experiências e é, segundo o Dr. Haim, uma grande oportunidade para o aprimoramento profissional.

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