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CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDENovidades

Dores na coluna são normais em mulheres grávidas

É muito comum ouvir de mulheres grávidas reclamações sobre dores constantes nas costas. Se não bastasse o peso extra que carrega, a gestante também vive alterações hormonais que influenciam nas lombalgias, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

  • O aumento natural do volume da barriga da mulher altera o centro de gravidade de seu corpo. Em busca do equilíbrio, a gestante tende a jogar os ombros para trás, mudando inclusive o seu andar. O corpo busca compensações para essa situação, o que acaba gerando tensão e sobrecarga muscular. E, consequentemente, dor nas costas – explica ele.

Segundo o médico do CREB, um hormônio chamado relaxina aumenta em até dez vezes durante a gravidez e atua nas articulações, relaxando ligamentos e tendões das estruturas ósseas da pelve e da coluna vertebral, para facilitar que a bacia se abra no momento do parto.

  • Esse afrouxamento dos ligamentos sobrecarrega a coluna e membros inferiores, ocasionando, muitas vezes, dores. Também é preciso lembrar que muitas gestantes engordam mais do que o considerado ideal, têm sobrepeso e histórico de problema de coluna, o que agrava o quadro – afirma o Dr. Márcio.

Atividade física regular durante a gravidez

O médico do CREB recomenda que a gestante pratique atividade física regular durante a gravidez, e sugere a hidroterapia, que é realizada dentro da piscina, com água morna, o que propicia relaxamento muscular.

  • É muito importante que um médico seja consultado. Ele poderá dar várias dicas para a gestante e orientá-la sobre a melhor forma de se exercitar e evitar dores na coluna – finaliza ele.

Tênis inadequado pode provocar até dor na coluna de corredor de rua, alerta ortopedista do CREB

Correr na rua é um esporte que atrai um número cada vez maior de pessoas, principalmente pela facilidade da prática: basta um local plano e adequado, e pronto. Mas será que basta isso? O ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, João Marcelo Amorim, médico do time de futebol do Flamengo, diz que não. Ele garante que utilizar o tênis correto para o tipo de pisada do corredor é fundamental para uma atividade saudável e que traga apenas benefícios.

  • As pessoas acham que basta ir até a beira da praia ou numa pista calma e plana, e está tudo resolvido. De fato, é um esporte simples, mas é preciso utilizar um tênis correto e adequado. Isso é fundamental para que o corredor não tenha problemas – garante ele.

Segundo o Dr. João Marcelo, é preciso consultar um médico especialista para avaliar se esse é o esporte adequado para a pessoa. O médico irá, de acordo com o ortopedista do CREB, indicar o tênis adequado para a prática da corrida.

  • Não basta comprar um tênis caro, de marca. Existem três tipos de pisada: a neutra, a supinada e a pronada, cada uma com suas variações, como leve, moderada e intensa. Alguns fabricantes de tênis oferecem produtos direcionados para cada tipo de pisada. É preciso utilizar o tênis correto, adequado à pisada do praticante de corrida. Um tênis inadequado pode trazer bolhas, calos, dores no pé, no joelho e até na coluna – explica ele.

Teste da pisada

Para saber qual é o tipo de pisada do paciente, o CREB dispõe de um exame chamado baropodometria dinâmica computadorizada, que faz uma avaliação tridimensional do movimento do paciente. O médico utilizará os resultados deste exame para indicar o melhor tênis ao paciente.

Escoliose pode afetar até mesmo a capacidade de respiração

Você sabe o que é escoliose? É uma doença da coluna que provoca dores e muitas vezes aparece já na adolescência. Segundo o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a escoliose apresenta uma curvatura no alinhamento da coluna e sua progressão pode trazer dor por desgaste dos discos intervertebrais ou pela compressão de raízes nervosas.

A escoliose tem tratamento, com excelentes resultados

“Quanto mais cedo tratar, melhor para o paciente. Ao menor sinal de dor, deve consultar um especialista. A escoliose tem tratamento, com excelentes resultados. Utilizamos protocolos que incluem fisioterapia, RPG e hidroterapia, além de acupuntura, que alivia a dor”, diz o Dr. Márcio, lembrando que o CREB tem um centro focado no tratamento de doenças da coluna.

Segundo ele, a escoliose pode acometer crianças saudáveis e as meninas são acometidas de 5 a 8 vezes mais do que os meninos. “A curvatura característica da escoliose pode até não incomodar o paciente, mas pode progredir e em alguns casos atrapalhar até mesmo a capacidade de respiração devido a deformidade do tórax e diminuição do espaço para os pulmões”, afirma.

Disfunção temporomandibular (DTM) provoca dores no rosto, mas tem tratamento

Nada menos do que 37,5% da população do Brasil apresenta algum tipo de manifestação na articulação temporomandibular (ATM), mas somente 5% a 10% destas pessoas buscam tratamento. No caso da disfunção temperomandibular (DTM), entre 10% e 15% da população entre 20 e 40 anos é acometido pela doença, que é duas vezes mais comum entre as mulheres do que nos homens.

Articulação Temporomandibular (ATM)

Segundo o gerente de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Handerson Meurer, a Articulação Temporomandibular (ATM) é formada pelo côndilo mandibular (localizado na mandíbula) e a fossa mandibular (localizada no osso temporal). “Essa articulação é usada, por exemplo, para mastigar. Os principais sintomas da DTM são dor na ATM, dor de cabeça, ruídos articulares e limitação para abrir a boca, além da possibilidade de tonteira, zumbidos no ouvido e dor na cervical.

Meurer pontua que o tratamento deve ser multidisciplinar, com médico, dentista e fisioterapeuta. “A fisioterapia é uma grande aliada para controle da dor e correção biomecânica. Utilizamos técnicas de relaxamento e fortalecimento dos músculos. Os resultados são muito satisfatórios”, afirma ele.

Ortopedista do CREB dá dicas para a terceira idade contra o risco de quedas

Não são apenas os idosos que correm o risco de cair e se machucar. Isso pode acontecer com qualquer um, mas é óbvio que as possibilidades disso acontecer com uma pessoa idosa são muito maiores. O maior problema, na verdade, não está na queda em si, mas sim nos efeitos que ela pode produzir em uma pessoa da terceira idade. As consequências é que mais preocupam os especialistas.

Segundo o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo) e coordenador do CREB Prevrefrat (Programa de Prevenção a Refratura da clínica), o envelhecimento traz redução de massa muscular e óssea, perda de equilíbrio e força, e isso aumenta muito o risco de uma queda. E suas consequências.

  • Uma simples queda pode trazer um grande problema, como a fratura do fêmur, por exemplo, o que é extremamente comum e é uma das mais graves consequências de quedas de pessoas da terceira idade. Inclusive, aumenta a mortalidade da população idosa – alerta ele.

Stolnicki diz que todo cuidado e pouco. E lista as 11 recomendações para as pessoas da terceira idade, orientações , aliás, do próprio Ministério da Saúde sobre o tema:

  • evite tapetes soltos;
  • escadas, apenas com corrimãos nos dois lados;
  • idosos devem usar sapatos fechados e de sola de borracha;
  • use tapetes antiderrapantes no banheiro;
  • não ande em áreas com piso úmido jamais;
  • não encere a casa;
  • deixe luzes acessas de noite no caso de precisar ir ao banheiro;
  • caso ande de ônibus, espere que ele pare totalmente para subir ou descer dele;
  • atravesse sempre na faixa de pedestre, e esteja seguro de que o sinal não vai abrir imediatamente;
  • caso precise, use bengala, muleta ou andador.

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