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Fisioterapia é uma excelente opção de tratamento para o “Dedo em gatilho”

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Inflamação que atinge o tendão flexor(tendão responsável por dobrar o dedo), com o “dedo em gatilho” o paciente fica com o dedão em posição de flexão, sem conseguir estica-lo, mesmo com esforço. Tal inflamação pode ser agravada por inúmeros fatores,...

Inflamação que atinge o tendão flexor(tendão responsável por dobrar o dedo), com o “dedo em gatilho” o paciente fica com o dedão em posição de flexão, sem conseguir estica-lo, mesmo com esforço. Tal inflamação pode ser agravada por inúmeros fatores, como realização de atividades manuais com muito esforço e contínuo.

A maior frequência do ‘dedo em gatilho’ é em mulheres

 

“Certas doenças também podem contribuir ao surgimento do ‘dedo em gatilho’, como diabetes, hipotireoidismo, problemas reumáticos e infecções como tuberculose e artrite reumatoide. A maior frequência do ‘dedo em gatilho’ é em mulheres. Os principais sintomas da doença são o aumento de volume do dedo afetado (edema); dor na base dos dedos ou também na palma da mão; redução ou paralisação de movimentos do dedo acometido; endurecimento do dedo; e “estalido” doloroso parecido com um gatilho ao tentar esticar o dedo”, explica a ortopedista Renata Rosenfeld, especialista em mãos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, um especialista deve ser consultado imediatamente diante do surgimento de algum dos sintomas característicos da doença. O tratamento é fisioterápico: um programa de exercícios, crochetagem, banho de parafina, laser, ultrassom e alongamentos. “No CREB, o atendimento é individualizado, pois acreditamos que cada caso é um caso específico. Em geral, a fisioterapia traz excelentes resultados. Ao menor sinal de algum sintoma, um médico deve ser consultado imediatamente. Quanto mais cedo tratarmos, melhor para o paciente”, finaliza ela.


Dores articulares são comuns no frio

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Basta a temperatura cair para as pessoas começarem a sentir mais dores.

Não há uma relação direta, que embase a afirmação de que o frio provoca dores, mas a verdade é que as estatísticas apontam que as clínicas de reumatologia e ortopedia, como o CREB – Centro de Reumatologia, Fisioterapia e Ortopedia – percebem um aumento do número de consultas em até 20% nessa época do ano.

Pacientes procuram as clínicas com dores no joelho, coluna, pernas e pescoço, principalmente aqueles que têm doenças reumáticas como artrose.

No frio, as pessoas ficam mais retraídas, provocando uma tensão muscular maior

 – Cada pessoa reage diferentemente ao frio. Tem quem seja muito friorento, tem que adore o frio, mas a verdade é que no frio as pessoas ficam mais retraídas, provocando uma tensão muscular maior. Isso pode contribuir para um quadro de dor, é verdade. Além disso, muita gente deixa de praticar atividade física no frio, o que é um erro – explica o reumatologista e fisiatra do CREB, Eduardo Sadigurschi.

O médico do CREB diz que pacientes com algum tipo de artrose e artrite costumam sofrer mais no frio. Ele revela que uma pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública com mais de 12 mil pessoas, mostrou que 36% dos entrevistados sentiam dores nas costas, que se intensificam no frio.

O Dr. Eduardo afirma que são três as principais doenças reumáticas que costumam ser mais afetadas pelo frio: Artrose (desgaste da cartilagem articular, também é conhecida como osteoartrite), Esclerose Sistêmica (um tipo de esclerodermia que afeta a pele e os órgãos internos do organismo) e, finalmente, Lúpus Erimatoso Sistêmico (uma doença inflamatória crônica autoimune cujos sintomas são febre, emagrecimento, perda de apetite, desânimo e fraqueza).

– Andar bem agasalhado é fundamental. Não deixar a atividade física também, lembrando que é preciso aquecer bem antes. Mas ao menor sinal de dor, um médico deve ser consultado – avisa o Dr. Eduardo.


Dor lombar de Marcelo preocupa, mas recuperação é rápida

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A dor lombar que o lateral esquerdo da seleção sentiu acontece com muita frequência

A dor lombar que o lateral esquerdo da seleção, Marcelo, sentiu, e o tirou do último jogo do Brasil na primeira fase, acontece com muita frequência: sem traumas, sem rupturas, musculares ou de ligamentos, porém com intensa dor como consequência. Segundo o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense, trata-se de um quadro muito comum.

Segundo o Dr. Haim, o quadro apresentado pelo atleta pode se enquadrar de duas formas: dor lombar aguda, com instabilidade vertebral ou dor lombar aguda, com déficit de mobilidade.

– No primeiro caso, a dor lombar aguda com dor no início dos movimentos, com hiper mobilidade segmentar lombar, hiper flexibilidade com movimentos intensos e descoordenados na flexão e extensão do tronco e déficit de mobilidade na região do tórax ou quadril. No caso da dor lombar aguda, com déficit de mobilidade, a dor lombar aguda é unilateral, com déficit de amplitude do movimento lombar e restrição na mobilidade segmentar lombar – explica o médico do CREB.

O Dr. Haim explica que não é fácil diferenciar um caso do outro, mas que é necessário fazê-lo, para aplicação do tratamento devido.

A redução da dor nestes casos costuma ser rápida

– As condutas terapêuticas são diferentes em cada um destes dois quadros. Mas a redução da dor nestes casos costuma ser, em geral, rápida. É preciso, no entanto, prevenir um novo quadro de dor. A seleção tem um ótimo time de profissionais de saúde. O atleta está em ótimas mãos – acredita o fisiatra e reumatologista.



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