Bico de papagaio acomete principalmente pessoas acima dos 50 anos
Popularmente conhecido como bico de papagaio, o osteofito é uma formação óssea anormal, localizado próximo das articulações das vértebras. Ele produz fortes dores na região afetada, podendo haver limitação de movimentos. Segundo o Reumatologista Edua...
Popularmente conhecido como bico de papagaio, o osteofito é uma formação óssea anormal, localizado próximo das articulações das vértebras. Ele produz fortes dores na região afetada, podendo haver limitação de movimentos. Segundo o Reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – a osteofitose acomete principalmente pessoas acima dos 50 anos.
O osteofito é uma formação óssea anormal próximo das articulações das vértebras
O Reumatologista explica que o bico de papagaio pode ser percebido em exame de Raio-X e que tem esse nome popular porque a formação óssea parece com o bico da ave. “Essa deformação é resultado de uma ausência da cartilagem que funciona como amortecedor entre os ossos. Com o passar dos anos, pode gerar uma má formação, que pode ser visível ou mesmo palpável. O bico de papagaio é uma artrose. Essa deformação óssea pode reduzir movimentos das articulações, provocar fortes dores, sensação de queimação nas costas e um incômodo frequente. Em alguns casos, dependendo da localização, pode ocasionar dormência ou formigamento nos membros superiores ou inferiores, e mesmo zumbido, tonteira e lacrimejamento”, afirma o Dr. Eduardo.
As causas mais comuns do bico de papagaio são má postura, sobrepeso, sedentarismo e falta de cuidados com a coluna vertebral. “A maioria das pessoas não sabe, mas dormir de bruços, por exemplo, pode causar bico de papagaio. Mas há tratamento, com grandes chances de melhora. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico”, finaliza ele.
Prática de pilates é excelente para o alívio de dores
Quando um paciente procura o consultório de um médico, a primeira ideia que vem à sua cabeça é eliminar a dor que está sentindo. Obviamente que a missão do médico será diagnosticar a doença que acomete o paciente, e, por meio de tratamento específico...
Quando um paciente procura o consultório de um médico, a primeira ideia que vem à sua cabeça é eliminar a dor que está sentindo. Obviamente que a missão do médico será diagnosticar a doença que acomete o paciente, e, por meio de tratamento específico, curá-lo. Mas é a dor que incomoda o paciente, e eliminá-la é seu primeiro objetivo.
“A dor é a manifestação de uma disfunção. Não é causa, mas sim consequência. O médico deve buscar a causa, e tratá-la, mas o paciente tem sempre essa primeira demanda, que é parar de sentir dor. Temos, em nossa clínica, protocolos que incluem a acupuntura, e a prática de pilates também pode ser uma excelente opção, por exemplo, para quem sente dores lombares”, explica o fisiatra e Reumatologista Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, a prática de pilates visa, entre outros objetivos, reequilibrar as estruturas vertebrais, além de fortalecer os músculos. Dessa forma, atenua a dor. O dr. Antônio pontua que o Pilates melhora o condicionamento físico, a postura e até a respiração de quem pratica regularmente a atividade. “É uma excelente opção para quem tem dores lombares, seja por artrose, problema de postura, hérnia de disco ou outras causas. No caso do tratamento da lombalgia, o tratamento também é medicamentoso e, aqui no CREB, utilizamos a acupuntura, a hidroterapia, o RPG, a eletroterapia e a cinesioterapia, alcançando excelentes resultados”, acrescenta ele.
Síndrome do túnel de carpo: ao menor sinal de dor no pulso, um médico deve ser consultado
Sintomas da Síndrome do túnel de carpo: Dor, formigamento, dormência e fraqueza nos dedos e polegares.
Esses são os principais sintomas da Síndrome do túnel do carpo, uma neuropatia causada pela compressão e irritação do nervo mediano no punho. “O túnel do carpo é um canal ósseo localizado no lado da palma do punho. O nervo é comprimido ali dentro, e as principais causas são por micro trauma de trabalho repetitivo. Operadoras e pessoas que passam o dia digitando são sérios candidatos à esta síndrome. Mas há alguns fatores predisponentes, como a obesidade, gravidez, artrite, diabetes e hipotireoidismo”, explica o ortopedista Francisco Wernerck, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.
As principais causas são por micro trauma de trabalho repetitivo
Segundo o ortopedista do CREB, portadores de síndrome do túnel de carpo também podem sentir dor no braço e no ombro. Outra queixa comum é uma sensação de que os dedos estão inchados. “Muitas vezes, o paciente encontra problemas segurar objetos. Há relatos, inclusive, de um sentimento de falta de coordenação também. O problema pode se estender por meses, até anos, se não tratado adequadamente”, garante o Dr. Francisco. Ele alerta que pode haver uma associação entre a síndrome do túnel de carpo com a artrite. O exame é clínico, mas o médico poderá pedir exames de imagens.
Já o tratamento, acrescenta o médico, depende da gravidade do caso e certamente inclui fisioterapia, acupuntura e uso de medicamentos específicos. “Ao menor sinal de dor no punho, um médico deve ser consultado. Principalmente profissionais que utilizam as mãos o dia inteiro, como digitadores, por exemplo. Uma boa atitude preventiva é evitar a flexão e extensão dos punhos várias vezes. Alongamentos na região também são bem-vindos”, finaliza ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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