Ultrassonografia oferece vantagens sobre outros exames de imagem
Ultrassonografia oferece vantagens sobre outros exames de imagem
É muito comum que seu médico peça uma exame de imagem durante a investigação de dores relacionadas ao sistema musculoesquelético, tais como ossos, músculos, cartilagens, tendões, ligamentos e articulações. Exames de imagem podem ajudar – e muito – ao médico descobrir a causa subjacente. Há vários exames de imagem que auxiliam o estudo dos problemas osteoarticulares, entre os quais raios-X, tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e a ultrassonografia (USG).
A ultrassonografia oferece algumas vantagens sobre os demais exames, aponta o Dr. Estevão Vargas, médico radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Esse exame geralmente é indicado para investigação de problemas nos tendões, ligamentos e bursas, bem como para avaliação de artrite e lesões musculares.
- Trata-se de um exame não invasivo, isento de radiação e capaz de identificar a localização da dor de um paciente e correlacioná-la a um problema com uma estrutura específica naquele local. O ultrassom também permite uma avaliação dinâmica do problema, ou seja, serve para avaliar o que acontece com a estrutura osteoarticular durante o movimento, o que geralmente não é possível com outros exames de imagem – explica o médico do CREB.
Segundo ele, a ultrassonografia também é utilizada usado para orientar a infiltração de medicamentos nos tendões e articulações, tal como o corticosteroide ,garantindo que a agulha seja colocada no local correto.
- No caso das artrites, a ultrassonografia permite a visualização da inflamação dentro da articulação, no momento do exame, por meio de uma técnica chamada Powerdoppler. Isso permite diferenciar outros possíveis problemas não inflamatórios que podem acometer as articulações. É um exame útil para o diagnóstico e acompanhamento das principais causas de artrite, dentre elas artrite reumatóide, artrite psoriásica, artrite juvenil e artrite pós-chikungunya – pontua o Dr. Estevão.
Reumatologistas do CREB participam do Congresso Brasileiro de Reumatologia
Reumatologistas do CREB participam do Congresso Brasileiro de Reumatologia
Os reumatologistas Haim Maleh, Liseth Acochiri Gutierrez, Eduardo Sadigurschi e Sebastião Carlos Ferreira da Silva, todos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – participaram do 36º Congresso Brasileiro de Reumatologia, que aconteceu em Fortaleza, no Ceará, de 4 a 7 de setembro.
Entre os principais temas discutidos no evento, destacam-se, entre outros, “As principais semelhanças e diferenças entre adultos e crianças com doenças reumáticas”, “Manifestações extra-articulares nas espondiloartrites” e “Drogas e doenças reumatológicas na gravidez”.
O CREB considera a participação em eventos como esse fundamental para atualização dos conhecimentos, critérios diagnósticos e protocolos de tratamento, oferecendo, assim, o que há de mais moderno e atual para seus pacientes. “O Congresso de Reumatologia foi um grande evento, que reuniu médicos, pesquisadores e palestrantes nacionais e internacionais, com finalidade científica, acadêmica e social”, pontuou a Dra. Liseth (foto). Após o evento, os médicos participantes repassaram aos demais colegas da clínica as novidades do congresso.
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Como reduzir o risco de queda? Essa é uma pergunta que toda a pessoa da terceira idade e seus familiares fazem quando vão a um consultório médico. Trata-se de uma pergunta extremamente oportuna, porque os índices de fratura do fêmur na terceira idade são enormes e preocupantes.
“À medida que envelhecemos, nossos reflexos tornam-se mais lentos e nossos ossos se tornam mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda”, explica a Dra. Isis Dutra Marques, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela pontua que apresentam um maior risco de sofrer quedas pessoas com mais de 65 anos, que tenha quatro ou mais dos seguintes fatores de risco: uma história prévia de quedas, artrite ou artrose, depressão, tonteira, doença crônica, como diabetes, e obesidade. “Há outros fatores de risco significativos: fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos), problemas de visão e dor no pé ou calçado ruim. É muito importante estar atento aos riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes espalhados pela casa”, acrescenta a médica do CREB.
Mas como essas pessoas podem reduzir o risco de queda? “É preciso assumir um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo a ser dado”, garante ela. A Dra. Isis dá quatro dicas preciosas.
1-Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o pilates permite o ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.
2-Avalie sua pisada. A baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas. O CREB dispõe desse exame.
3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda. Também é possível realizar esse exame na clínica.
4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha as coisas que você costuma usar facilmente acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.
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