Ortopedista do CREB revela os mitos e das verdades da relação entre o sutiã e a dor nas costas
Ortopedista do CREB revela os mitos e das verdades da relação entre o sutiã e a dor nas costas
É verdade que o uso de sutiã pode prevenir problemas na coluna? Ele pode melhorar a postura da mulher, como muita gente acredita que sim? “Um dos mitos mais comuns é a ideia de que o sutiã certo pode realmente melhorar sua postura ou prevenir dores nas costas. Usar sutiã não evita dores nas costas nem melhora a postura de uma mulher Os benefícios de usar um sutiã são simplesmente estéticos”, garante o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo
E quando um sutiã está mal ajustado no corpo da mulher? Isso pode causar dor nas costas? “Mulheres que apresentam hipertrofia mamária, ou seja, aumento das mamas, sofrem dores na coluna dorsal e no pescoço. Algumas mulheres encontram marcas na pele causadas pela alça do sutiã e atribuem a esse fato a dor que sentem. Na verdade, a dor ocorre, mas na verdade por causa do peso do tecido mamário que sobrecarrega a coluna vertebral”, revela ele.
Segundo o ortopedista do CREB, para prevenir a dor na coluna associada a hipertrofia mamária é necessário fortalecer a musculatura da coluna vertebral. Ele afirma que uma ótima opção de tratamento é o RPG, disponível na clínica. O Dr. Márcio é enfático: independente dos mitos e das verdades, ao menor sinal de dor na coluna, é preciso procurar um especialista para avaliação do quadro e prescrição do tratamento correto.
Novo medicamento para osteoporose é aprovado nos EUA
Novo medicamento para osteoporose é aprovado nos EUA
Um novo medicamento para osteoporose foi aprovado pela Food and Drug Administations (FDA), nos Estados Unidos. Trata-se do Romosozumab, um inibidor da esclerostina, que atua por meio de uma nova via (Wnt) e tem efeitos anabólicos e antirreabsortivos, aumentando a formação óssea e prevenindo fraturas.
Pesquisas científicas apontam que este novo medicamento reduz significativamente o risco de fraturas em mulheres na pós-menopausa com osteoporose. Foram feitos testes em cerca de 11 mil mulheres na pós-menopausa, em dois ensaios clínicos multicêntricos, duplo-cegos. Um estudo randomizou cegamente indivíduos para receber romosozumabe subcutâneo mensal ou alendronato oral semanal por 12 meses. Ambos os grupos tomaram alendronato oral semanal (70 mg) durante o segundo ano de acompanhamento. Durante os dois anos de estudo, os pacientes do grupo romosozumabe-alendronato apresentaram um risco 48% menor de novas fraturas vertebrais do que os pacientes do grupo alendronato-alendronato. Além disso, o risco de fraturas não vertebrais foi 19% menor e o risco de fratura de quadril foi reduzido em 38% no grupo romosozumabe em comparação com o grupo alendronato.
Em torno de 30% das mulheres na pós-menopausa têm osteoporose, nos Estados Unidos
Acredita-se que ao menos 40% delas sofram uma ou mais fraturas por fragilidade, de acordo com a Fundação Internacional de Osteoporose.
“Há muitos mal-entendidos: a osteoporose não é um problema de estilo de vida que pode ser somente tratada com suplementos de cálcio e vitamina D”, alerta a reumatologista Isis Reis Carvalho, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela lembra que a osteoporose é conhecida como uma doença silenciosa, que geralmente aparece apenas quando há uma fratura. Segundo a reumatologista do CREB, um exame chamado densitometria óssea, disponível na clínica, pode diagnosticar a doença com precisão e precocemente – o exame detecta a osteoporose quando há perda de apenas 1% de massa óssea.
O melhor tratamento da Osteoporose é a prevenção, evitando refraturas
Ortopedista do CREB dá dicas para evitar dores na coluna cervical
Ortopedista do CREB dá dicas para evitar dores na coluna cervical
Uma das queixas mais comuns nos consultórios de ortopedistas refere-se a dores na coluna cervical, ou seja, no pescoço. Afinal, como fugir dessa realidade se, em média, passamos mais de dez horas por dia olhando a tela do computador ou do smartphone? Se não basta, aliada à essa carga, muitos de nós trabalham oito horas por dia sentados, comprometendo ainda mais a coluna vertebral.
Olhar para baixo, para a tela do celular, o dia todo, aliado a uma má postura, pode fazer com que os músculos do pescoço fiquem contraídos, mais enrijecidos, o que provoca dor no local. Além disso, é comum que problemas na coluna cervical tragam outros sintomas, como cefaleia, tonteiras e sensação de zumbido. O alerta é do Dr. Carlomã Aguiar, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O médico do CREB lista alguns cuidados fundamentais para quem sofre de problemas na coluna cervical. Ele destaca que buscar um especialista é fundamental para um diagnóstico correto e tratamento adequado.
- É preciso seguir alguns cuidados no ambiente de trabalho. A tela do computador deve ser posicionada ao nível dos olhos, com o teclado colocado na altura do cotovelo para que seus braços façam dois ângulos de 90 graus. Faça intervalos a cada hora para descansar o pescoço. Se você estiver assistindo a algum filme demorado no smartphone, ou lendo um livro por um longo período, mantenha o objeto próximo ao nível dos olhos. Ao dirigir por longos períodos, posicione seu assento mais alto e nivelado e use um rolo lombar para poder sentar-se na posição vertical . Ajuste o volante para que você possa alcançá-lo confortavelmente, mantendo os ombros para trás – ensina o Dr. Carlomã.
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