Crochetagem é uma técnica que ajuda a eliminar a dor
A crochetagem é um método de tratamento das dores mecânicas do aparelho locomotor pela eliminação das aderências através de ganchos colocados e mobilizados sobre a pele.
Segundo o coordenador de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – Handerson Meurer, essa técnica é muito utilizada, com sucesso, para ajudar a eliminar dores localizadas.
- A crochetagem é um método que busca a a liberação tecidual através da utilização do gancho realizando movimentos curtos de tração em um eixo paralelo à cicatriz por todo seu trajeto longitudinal.
- O método consiste em promover Também realizando movimentos em um eixo perpendicular a cicatriz e também movimentos com início imediatamente após o bordo mais externo da cicatriz.
- Na verdade, ocorre um aumento da circulação sanguínea e circulação linfática. Isso traz alívio e atua diretamente sobre a dor, eliminando-a – explica ele.
O fisioterapeuta diz que a crochetagem é muito indicada para aderências fibrosas que limitam o movimento entre os planos de deslizamento tissulares; nos corpúsculos fibrosos (depósitos úricos ou de cálcios), e nas cicatrizes e hematomas, que geram progressivamente aderências entre os planos de deslizamento.
Segundo ele, a técnica é associada a outros protocolos, que podem incluir acupuntura, RPG, hidroterapia e pilates terapêutico.
Ortopedistas do CREB participam de simpósio sobre osteoartrite e sarcopenia
Os ortopedistas Bruno Vargas e Carlomã Aguiar, ambos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participaram do BRASOS (Brazilian Symposium on Osteoaethrites and Sarcopenia), evento realizado no Brisa Barra Hotel, no Rio de Janeiro, de 2...
Os ortopedistas Bruno Vargas e Carlomã Aguiar, ambos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participaram do BRASOS (Brazilian Symposium on Osteoaethrites and Sarcopenia), evento realizado no Brisa Barra Hotel, no Rio de Janeiro, de 27 a 29 de junho. O simpósio trouxe atualizações e guidelines sobre osteoartrite, osteoporose e sarcopenia. As apresentações enfatizaram o caráter multifacetário das doenças osteometabólicas e de maneira prática exemplificaram modelos multidisciplinares para abordagem das síndromes. Além disso, o BRASOS apresentou novidades diagnósticas e evidencias científicas de intervenções minimamente invasivas e como essas ferramentas têm melhorado a qualidade de vida dos pacientes e, em muitos casos, evitando o manejo cirúrgico das patologias. ”Exercícios físicos também foram destacados como importantes aliados na prevenção e reabilitação da osteosarcopenia. Por fim, saímos com importantes fundamentos e atualizações no campo osteometabólico e com confiança de trabalhar em um centro como CREB, que nos dá um excelente suporte no plantel de profissionais multidisciplinares atualizados e em constante interação, recursos diagnósticos completos, apoio diferenciado no tratamento, além de contar com um parque de reabilitação moderno e eficaz”, disse o Dr. Bruno Vargas.
Osteoporose: possibilidade é maior para quem tem gordura visceral
As estatísticas mostram que mulheres que estão abaixo do peso têm um risco maior de ter osteoporose. Por isso, por muito tempo, acreditou-se que a gordura na barriga protegeria contra a doença. Mas estudos científicos indicam que a gordura, especialmente a gordura visceral, localizada entre os órgãos na cavidade abdominal, aumenta o risco de osteoporose.
Um destes estudos científicos avaliou a densidade mineral óssea e o índice de massa corporal (IMC) de 50 mulheres obesas com idade média de 30 anos. As voluntárias fizeram uma tomografia computadorizada para medir a perda óssea e a uma ressonância magnética para avaliar a quantidade de gordura na medula de seus ossos. A quantidade de gordura na barriga das mulheres também foi medida.
- Esse estudo mostrou que em geral quanto maior a gordura visceral das mulheres, menor era a densidade mineral óssea. Nenhuma voluntária tinha osteoporose, mas algumas delas tinham uma densidade mineral óssea abaixo do normal e estavam com osteopenia, um estágio anterior a osteoporose. As mulheres obesas com mais gordura visceral também tinham gordura na medula óssea, o que sugere que essa gordura nos ossos os torna mais fracos – explica o ortopedista Bernardo Stolnikci, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, no Brasil mais de 10 milhões de pessoas são acometidas pela doença, caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e, portanto, maior possibilidade de fraturas. O Dr. Bernardo pontua que uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano.
- Os principais fatores de risco da doença são: ser mulher; ter pele e/ou olhos claros; ser baixa e/ou magra; quem não toma leite ou ingira pouco alimento com cálcio; pessoas sedentárias; quem toma pouco sol; quem tem parente que sofre da doença; quem tem asma (bronquite), artrite ou alergia; fumantes; quem ingere muito café e bebida alcoólica; quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não; quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticóides; e quem tem problema de tireoide – afirma ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619