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Dores no corpo

Há um ano sofro de dores difusas pelo corpo com dormência em braços e pernas. Tenho insônia, cansaço e um profundo desânimo. Sinto-me limitada e importente. Já procurei diversos médicos e sem qualquer diagnóstico. O que pode ser? (Marlene, Rio de Janeiro, RJ)

Dor muscular crônica e difusa, associada a distúrbios do sono, alterações de humor e mudança de hábitos instestinais sugerem o diagnóstico de fibormialgia. É uma queixa frequente nos consultórios de reumatologia e o diangóstico exato requer uma avaliação com especialista, exames de imagem e laboratoriais. A prática de hidroterapia, técnica fisioterápica em piscinas térmicas, associada à acupuntura e medicação específica, que inclui analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos, alivia os sintomas – Haim Cesar Maleh, reumatologista e fisiatra do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (CREB).

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Um mal quase desconhecido

Pouco conhecido, o lúpus virou o centro das atenções depois que a cantora norte-americana Lady Gaga confirmou ter feito um exame que deu positivo para a doença inflamatória e crônica, que atinge múltiplos órgãos e sistemas. Uma em cada 400 pessoas tem lúpus no mundo.

Uma das características do lúpus é a perda da tolerância imunológica,ou seja, a produção de anticorpos contra órgãos ou partes do próprio corpo. A causa da doença, no entanto, ainda é uma incógnita. Mas atribui-se principalmente à genética, associada a questões hormonais, ambientais e infecciosas.

“O paciente pode se queixar de queda de cabelo, febre, emagrecimento,manchas ou feridas na pele, sensibilidade à luz solar, dores e inchaços nas articulações, entre muitos outros sintomas. Entretanto, a alteração mais temida, o comprometimento dos rins, pode acontecer sem qualquer sintoma de alerta”,afirma a professora de Reumatologia da Universidade Nove de Julho, de São Paulo, Márcia Veloso Kuahara.

Tem tratamento

Segundo Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maioria das vezes na faixa entre os 15 e 35 anos. “Não é contagioso, mas tem tratamento”, garante.

 

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A hora certa de tratar o pé chato: problema pode causar artrite e deve ser observado a partir dos 3 anos

Pode parecer apenas um detalhe, mas o popular pé chato — quando a sola e o arco do pé estão achatados anormalmente — pode trazer sérios riscos à saúde.

A alteração mexe com o alinhamento das cadeias musculares do pé até a região lombar, provocando dores e cansaço. De acordo com o fisiatra do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (CREB), Antonio D’Almeida, o pé chato deve ser diagnosticado o quanto antes, já que pode causar, inclusive, problema articular.

— O paciente pode sofrer de artrite, joanete e joelho valgo, entre outras deformidades da coluna vertebral. Por isso, um médico deve ser procurado assim que a criança começa a andar e os pais percebem que o pé dela não tem cava. Para identificar o problema, eles devem reparar se, ao pisar no chão, a criança deixa uma pegada de todo o seu pé — explicou o fisiatra.

Ainda segundo D’Almeida, o recomendável, caso os pais percebem que a criança tem pé chato, é levá-la a um ortopedista a partir dos 3 anos de idade. Antes disso, de acordo com o especialista, ainda não é possível afirmar que a criança sofrerá com o problema, já que está em fase de formação. No entanto, ela deve ser observada até os 9 anos, quando a curvatura da planta estará completamente formada.

— Antes dos 3 anos, a criança ainda está se adaptando ao caminhar, e o início do processo de calcificação está recente. Os pais devem estar atentos se os pequenos gasta mais o sapato de um lado que do outro e se os joelhos estão afastados ou próximos demais — afirmou D’Almeida.

Bota ortopédica é abolida

Para o tratamento do pé chato, os médicos já não aconselham mais o uso da tradicional bota ortopédica. No entanto, somente um especialista poderá avaliar a melhor maneira de tratar a alteração.

Segundo o fisiatra Antonio D’Almeida, se o problema for leve, a criança poderá usar uma palmilha ortopédica, para ajudar a aliviar o estresse das articulações, ligamentos e músculos e a diminuir as deformações do pé. Além disso, os pequenos devem fazer caminhadas na areia fofa ou em terrenos irregulares. A criança deve ser estimulada a caminhar com a borda lateral do pé, subir escadas com as pontas e pular com ambos os pés.

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