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Acupuntura é aliada de pacientes com fibromialgia

A acupuntura não só oferece alívio da dor para pacientes com fibromialgia, como também melhora significativamente os sintomas da fadiga e ansiedade. Esta é a conclusão de pesquisadores da Mayo Clinic, a partir de uma pesquisa com 50 pacientes com fibromialgia, segundo critérios do American College of Rheumatology, que já haviam tentado tratamentos conservadores, incluindo a ingestão de suplementos dietéticos e ervas.

A melhora foi considerável no grupo que se tratou com a acupuntura. Os tratamentos foram bem tolerados pelos pacientes, e a maioria relatou que se beneficiou da experiência. Muitos pacientes relataram se sentir relaxados imediatamente após o tratamento.

 A fibromialgia atinge 2% da população mundial, principalmente mulheres. “Este estudo comprova que a acupuntura traz benefícios para o tratamento do paciente com fibromialgia, principalmente em quadro de dores, o que é muito comum nesta doença. A fibromialgia pode afetar gravemente na qualidade de vida da pessoa. Temos protocolos de tratamento que envolvem a acupuntura, incluindo também, além de medicamentos, a hidroterapia, que traz  excelentes resultados  quando associada ao tratamento ”, explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.


CREB adota as mais modernas práticas na aplicação de Toxina Botulínica Tipo A

O médico responsável pelo setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –, Dr. Flávio Costa, participou, de 7 a 11 de junho, do XV Congresso Mundial de Parkinson e Movimentos Involuntários, que aconteceu em Paris, onde foram apresentados e discutidos os mais recentes avanços sobre o tema.

O médico do CREB disse que saiu do evento convencido de que o Brasil adota as mais modernas práticas em relação a aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, muito utilizada para, por exemplo, a espasticidade (quando o músculo fica rígido, limitando a amplitude de movimentos articulares e causando muita dor). “Participei de um painel específico sobre os avanços na aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, conhecida comercialmente como Botox,  com médicos do hospital francês Pitié Salpetrière, um dos mais importantes centros de neurologia da Europa.

Tudo o que é feito de mais novo e moderno em relação ao assunto é exatamente o que fazemos no CREB. Inclusive, a literatura científica utilizada é a mesma. O Brasil de fato está acompanhando os avanços no uso da Toxina”,  conta ele. Segundo o médico, os especialistas do hospital francês reforçaram a indicação da Toxina Botulínica Tipo A em tratamentos de AVC, não só para a espasticidade, mas também apresentando avanços nas funções neurológicas do paciente.


Osteoporose tem tratamento e é possível ser prevenida

Mais de 10 milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, número que chega a 200 milhões de pessoas no mundo todo. Caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e, portanto, maior possibilidade de fraturas, a Osteoporose tem apresenta estatísticas realmente preocupantes: uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano.

Muito comum na terceira idade, a osteoporose deve ser tratada a partir de um amplo programa orientado pelo médico reumatologista, que inclui a prática regular de exercício físico e uma dieta balanceada. Mas a doença pode ser prevenida “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, explica o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Eduardo Sadigurschi.

O médico do CREB explica que a osteoporose se manifesta clinicamente através de fraturas e que dores e diminuição da altura também podem estar associadas à doença. “Os principais fatores de risco da doença são: ser mulher; ter pele e/ou olhos claros; ser baixa e/ou magra; quem não toma leite ou ingira pouco alimento com cálcio; quem não faz exercício físico; quem toma pouco sol; quem tem parente com a doença; quem sofre de asma (bronquite), artrite ou alergia; fumantes; quem bebe muito café e bebida alcoólica; quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não; quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticóides; e quem tem problema de tiróide”, explica o Dr. Eduardo.

O reumatologista recomenda que mulheres adultas adotem uma dieta de 1.000 mg de cálcio por dia, número este que sobe para 1.500 mg quando há o risco detectado da osteoporose. Deve-se ingerir alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte natural com pouca gordura, queijo ricota, queijo suíço, queijo provolone, sorvete de baunilha e outras fontes secundárias de cálcio, como sardinha, ostras, ervilhas, couve e brócolis. “A casca do ovo é composta em quase 100% de carbonato de cálcio. Sugerimos aos nossos pacientes lavar a casca do ovo, colocar no forno em alta temperatura, com a finalidade de buscar uma melhor higienização. Depois, pegue essa casca e a triture muito bem até ficar muito fina. Coloque uma colher de chá ao dia desse material na comida misturada e você terá aí os 1.500 mg ao dia de cálcio necessários em sua dieta”, acrescenta o Dr. Eduardo.

 A prática de exercício físico também é fundamental. “É fundamental que a pessoa tenha uma boa qualidade muscular para sua coluna”, avisa o reumatologista, que indica a hidroterapia, entre outras medidas de atividade física. “Até a idade de 30 anos, a mulher constrói e armazena cálcio eficientemente. Então, como parte do processo natural da idade, a formação de novo tecido ósseo diminui e a perda permanente de cálcio se acelera depois da menopausa. Pense no osso como uma espécie de caderneta de poupança. Você somente terá massa óssea na sua poupança na medida que você depositar. Acredita-se que mulheres jovens podem aumentar sua massa óssea em cerca de 20%, um fator crítico na proteção contra a osteoporose”, finaliza o médico do CREB.



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