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Reumatologista do CREB participa de lançamento de nova medicação para espondilite anquilosante

O Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor da Universidade federal Fluminense (UFF) participou, no dia 01 de outubro, do lançamento de uma nova medicação biológica para o tratamento...

O Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor da Universidade federal Fluminense (UFF) participou, no dia 01 de outubro, do lançamento de uma nova medicação biológica para o tratamento da espondilite anquilosante e artrite psoriásica (artrite da psoríase), em São Paulo. Tal medicação biológica acaba de chegar ao Brasil e trata-se de um inibidor da il-17, com excelentes resultados no alívio da dor lombar, artrite e lesões da psoríase. “A espondilite anquilosante é uma doença que leva a dor lombar, inflamação das articulações da bacia, tendinite nos tornozelos, artrite e inflamação ocular (uveíte). Já a artrite psoriásica é caracterizada por artrite em mãos e punhos e acomete pacientes com psoríase (lesão dermatológica descamativa). Esse novo medicamento representa um avanço no tratamento destas duas doenças e é muito importante acompanhar as novidades para oferecer aos nossos pacientes o que há de mais avançado”, afirma o Dr. Haim.


Avaliação isocinética está disponível no CREB e ajuda na correção de desequilíbrios musculares

Avaliação isocinética dos membros inferiores é o mais novo serviço que o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo está oferecendo aos seus pacientes. A avaliação isocinética tem sido utilizada com muito sucesso por atletas de alto rendiment...

Avaliação isocinética dos membros inferiores é o mais novo serviço que o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo está oferecendo aos seus pacientes. A avaliação isocinética tem sido utilizada com muito sucesso por atletas de alto rendimento como uma fermenta preventiva, com o objetivo de evitar chances de lesões. Mas agora está disponível para todos. “Não são apenas atletas profissionais que devem utilizar esse moderno equipamento. Esportistas em geral ou pessoas que começarão a praticar uma atividade física regular devem realizar o teste para correção de desequilíbrios musculares”, explica o professor e ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo. É importante lembrar que para uma correta e objetiva reabilitação física, pacientes em pós operatório de membros inferiores e mesmo superiores, e pacientes com artrose de joelho, coxo femural, entre outras doenças, devem realizar essa avaliação.

A avaliação isocinética detecta desequilíbrios musculares e tendinosos ao redor dos joelhos

Como exemplo, o ortopedista cita a prática de correr na rua, tão comum hoje em dia. “Muita gente opta por essa prática esportiva, por ser simples, de fácil acesso. Mas saiba que há uma relação agonista/antagonista do joelho em corredores de rua, e uma alteração pode provocar doenças como tendinite patelar, condormalácia e lesões musculares. O exame torna-se fundamental para evitar esses problemas”, explica. Ele também cita a prática de vôlei, handebol e basquete entre mulheres. O exame pode prevenir uma possível entorse de joelho e lesões menisco-ligamentares, tão comuns entre mulheres praticantes desses esportes.

A avaliação isocinética detecta desequilíbrios musculares e tendinosos ao redor dos joelhos. De acordo com o Dr. Clovis, as alterações no índice de amplitude, força e potência do movimento podem ocasionar doenças, sendo assim, o exame auxilia o médico na prevenção de doenças. “O aparelho permite que o paciente faça um esforço muscular máximo, que se acomoda à resistência. O teste possibilita uma velocidade angular constante, permitindo a realização do movimento em sua amplitude articular. O paciente apresenta uma resistência que varia conforme a força realizada em cada ponto da amplitude articular. Quanto mais força aplicamos ao aparelho, maior é a resistência que ele devolve, embora a velocidade angular seja constante, definida pelo médico”, explica ele.


CREB oferece serviço de protetização para amputados

A violência, principalmente no trânsito, aliada a outras situações de infortúnio, é a responsável pelo alto índice de 10% da população que precisou realizar a amputação de membros inferiores, como perna, coxa, tornozelo ou pé. Mas não é apenas a viol...

A violência, principalmente no trânsito, aliada a outras situações de infortúnio, é a responsável pelo alto índice de 10% da população que precisou realizar a amputação de membros inferiores, como perna, coxa, tornozelo ou pé. Mas não é apenas a violência a responsável por tal quadro. Há uma enorme variedade de causas para essa terrível e sofrida intercorrência, entre as quais as mais frequentes são etiologia vascular (diabetes, tabagismo, como principais fatores predisponentes), além de acidentes de trabalho. Outras causas, porém menos frequentes, são fatores congênitos, infecciosos, malignidade e queimaduras.

Preocupado em oferecer serviços de qualidade, em um ambiente agradável, e com excelência no atendimento, unindo o que existe de mais atual em termos tecnológicos, a profissionais, de mesmo nível, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – está inaugurando um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização, em um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese a seu caso. A equipe é composta por experientes fisiatras, fisioterapeutas e protesistes, coordenada pelo fisiatra Antônio D’Almeida Neto.

“Em nosso País, as estatísticas seguem em parte ao modelo internacional. São mantidas as causas vasculares, porém foi observado um aumento significativo de amputações devido a “paf”(projetil por arma de fogo), bem como acidentes de trânsito, sendo que destes, uma curiosidade, observa-se a prevalência do membro inferior esquerdo, devido ao sentido do trânsito, em nossas vias”, ilustra o Dr. Antônio. Segundo ele, existem oito níveis de amputação reconhecidos: hemipelvectomia, desarticulação do quadril, transfemural, desarticulação do joelho, transtibial, desarticulação do tornozelo, Syme e, finalmente, parcial do pé.

Casos de amputações por etiologia traumática são as que melhor respondem

Segundo ele, nas amputações por problemas vasculares, 75% dos casos estão relacionados à obstrução arterial, sendo o prognóstico ruim sob a ótica da reabilitação, ocorrem prevalentemente em pacientes acima de 50 anos e as principais dificuldades encontradas são a etiologia e amplitude das lesões, sendo observada elevada taxa de mortalidade tardia, bem como perda do membro contra- lateral. Casos de amputações por etiologia traumática são, de acordo com o fisiatra, as que melhor respondem. “Devemos, num primeiro momento, independente do nível de amputação, nos preocuparmos desde o início, com o enfaixamento correto do coto, seu posicionamento, enquanto o paciente estiver em acamado, e no período intermédio, quando necessitar do uso de cadeira de rodas. Devemos procurar dessensibilizar o coto, com as técnicas adequadas a cada segmento, bem como nos preocupar com a transferência de lateralidade de marcha, uma das principais causas de inadequação e problemas futuros”, explica ele.

Em relação a etiologia congênita, o Dr. Antônio explica que, como o próprio nome diz, são alterações congênitas, ocasionando más formações, tanto em membros superiores quando inferiores. “Nestes casos, deve-se retardar ao máximo possível a opção de amputação, para a pessoa amadurecer e participar da decisão. Devemos utilizar de todos os recursos disponíveis, para melhor adaptar e incluir este indivíduo ao contexto social e de sua autonomia”, afirma. Sobre a etiologia infecciosa, o médico do CREB alerta que tem sido cada vez menos frequente, graças aos avanços das técnicas médicas e da indústria farmacêutica. Por último, em relação a etiologia tumoral, os cuidados gerais semelhantes aos demais quadros anteriores, mantendo a perspectiva e a atenção na patologia base.



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