(21) 3182 8282 Whatsapp Horários
CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

 

Fibromialgia muitas vezes é confundida com Síndrome Dolorosa Miofacial

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam pacientes ao consultório médico. Estatísticas dão conta de que cerca de 3 a 5% da população pode ter fibromialgia, o que significa que em todo o país uma parcela em torno de dez milhões d...

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam pacientes ao consultório médico. Estatísticas dão conta de que cerca de 3 a 5% da população pode ter fibromialgia, o que significa que em todo o país uma parcela em torno de dez milhões de pessoas. Desse total, de 80% a 90% são mulheres da faixa etária de 30 a 60 anos. Segundo o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, dores por todo o corpo, nas articulações, na coluna e nos tendões, dor de cabeça, cansaço, tonteira, desânimo, depressão, dificuldade para dormir e sono não reparador são alguns dos sintomas da doença.

A verdade é que a fibromialgia é uma doença de longa evolução e, embora de difícil tratamento, geralmente se obtém ótimos resultados, conforto e melhor qualidade de vida aos nossos pacientes. Por isso, o paciente deve procurar um reumatologista experiente. Não se sabe qual é sua causa, mas a boa notícia é que um tratamento bem direcionado pode oferecer ao paciente a qualidade de vida perdida. Além de medicamentos para esse problema, explica o Dr. Sergio, recomendamos no CREB um programa bastante amplo, que pode incluir acupuntura, hidroterapia, pilates, atividade reflexa e cinesioterapia esepcífica,além de outras medidas fisiátricas.

O médico do CREB pontua que muitas vezes a fibromialgia é confundida com a Síndrome Dolorosa Miofacial (SDM). Em ambos os casos, o diagnóstico é clínico. O reumatologista se baseará no histórico do paciente, principalmente no que diz respeito a dores generalizadas, com mais de três meses de duração, além de exame físico que indica os pontos dolorosos no corpo. “Enquanto a SDM acontece principalmente no que chamamos de pontos de gatilho (nódulos sensíveis que podem produzir dor à distância quando pressionados), permanecendo localizada, na fibromialgia essas dores se espalham pelo corpo, em 18 pontos diferentes”, diz ele.


Osteoartrite: infiltração de ácido hialurônico pode melhorar e evitar a cirurgia no joelho

Projeções indicam que em 2020, ou seja, daqui a cinco anos, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos. Serão mais de 30 milhões de brasileiros, com idade superior a 60 anos. Esse crescimento da população da terceira idade se repete no m...

Projeções indicam que em 2020, ou seja, daqui a cinco anos, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos. Serão mais de 30 milhões de brasileiros, com idade superior a 60 anos. Esse crescimento da população da terceira idade se repete no mundo todo e com ele aumenta a incidência de doenças degenerativas na população. É o caso da Artrose, doença das articulações, de caráter inflamatório e degenerativo, quando há um desgaste das cartilagens que revestem as extremidades ósseas.

“A artrose causa dor e pode levar à deformidades. As articulações mais atingidas são aquelas que suportam maior peso: a coluna vertebral, os quadris e os joelhos. Mas essa doença não é exclusiva da terceira idade”, explica o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, a prática excessiva de exercício físico pode contribuir para um quadro de osteoartrite. Atletas de alto rendimento, por exemplo, estariam entre aqueles que podem vir a sofrer da doença.

O Dr. Bernardo explica que pesquisadores trabalham com os chamados biomarcadores, produtos encontrados no sangue e na urina, que indicam a quantidade de cartilagem que está sendo degradada. Portadores de osteoartrite têm, comprovadamente, maior quantidade desses produtos em seu corpo. E estudos indicam que atletas de alto rendimento degradam mais as cartilagens.

Como frear tal processo? É o que os especialistas e pesquisadores se perguntam. “Estudos comprovaram que voluntários submetidos tiveram redução significativa de biomarcadores, comparados a usuários que não receberam o ácido hilaurônico”, conta o Dr. Bernardo. Segundo ele, a forma de se precaver é controlar o peso do corpo, manter o fortalecimento dos músculos, fazer alongamento antes e depois do exercício físico e evitar a sobrecarga. “Ao menor sinal de dor nas articulações, um especialista deve ser procurado”, finaliza ele.


Incontinência urinária: é possível restabelecer a qualidade de vida perdida

Conhecida como perda involuntária de urina, a incontinência urinária é mais comum do que se pode imaginar. Estatísticas da Organização Mundial de Saúde mostram que, em média, 10% da população mundial sofrem de perda involuntária de urina, seja durant...

Conhecida como perda involuntária de urina, a incontinência urinária é mais comum do que se pode imaginar. Estatísticas da Organização Mundial de Saúde mostram que, em média, 10% da população mundial sofrem de perda involuntária de urina, seja durante um esforço físico, ao tossir, se exercitar ou mesmo em situações corriqueiras como um acesso de risadas. A perda urinária tem um impacto negativo muito forte na qualidade de vida da pessoa, causa inúmeros constrangimentos e é considerada pela OMS como um problema de saúde pública.

“Essa doença era vista como algo normal, decorrente da idade avançada, e recomendava-se o uso de fraldas, a diminuição das atividades físicas e até sexuais. As pessoas que sofriam de incontinência urinária, assim como fecal e vaginite, se isolavam. Mas isso mudou, com o aumento da expectativa de vida da população, e hoje temos a reabilitação pélvica para devolver a estas pessoas a qualidade de vida perdida”, explica o Dr. Haim Maleh, professor de Reumatologia da UFRJ e reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A incontinência urinária acomete homens e mulheres. No caso delas, na maior parte das vezes, aparece após o parto, histerectomia ou mesmo após a ocorrência de outros traumas, disfunções ou cirurgias na região pélvica. No caso deles, principalmente após cirurgia de prostatectomia. “A reabilitação uroginecológica é um tratamento moderno, não invasivo e muito eficaz, direcionado às disfunções do períneo e do assoalho pélvico, que objetiva tanto a recuperação quanto a prevenção. É possível evitar, com o tratamento, as perdas urinárias”, explica o Dr. Haim.

De acordo com ele, estatísticas apontam que exercícios de reabilitação do assoalho pélvico apresentam resultados positivos em até 85% dos casos. “Esses exercícios são em muito potencializados com um procedimento que utilizamos no CREB e que é encontrado nos grandes centros de reabilitação: que é a reabilitação perineal com biofeedback. Com a correta indicação, em poucas sessões o paciente consegue controlar a perda involuntária de urina e restabelece sua qualidade de vida”, finaliza o fisiatra.



Quer receber novidades?


COVID-FREE
O CREB se dedica diariamente a atender seus clientes com toda a atenção e carinho, venha e comprove ❤