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Túnel de carpo comprime nervo mediano do punho

Túnel de carpo comprime nervo mediano do punho

A Síndrome de Túnel de Carpo é a compressão do nervo mediano do punho. A doença pode provocar dor intensa na mão e no punho, perda da força e dormência no local. Segundo a ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dra. Renata Rosenfeld, ao menor sinal destes sintomas é preciso procurar um especialista. Quanto mais cedo, mais chances de sucesso tem o tratamento, aponta ela.

  • Um especialista saberá distinguir e dar o diagnóstico correto. E temos um exame, a eletroneuromiografia, que elimina qualquer dúvida. É muito importante iniciar logo o tratamento, que deverá ser adaptado caso-a-caso, podendo ser utilizado medicamentos, fisioterapia analgésica, cinesioterapia e acupuntura. Quando tratamos a síndrome de túnel de carpo logo no início, há boas chances de recuperação sem a necessidade de cirurgia – afirma a médica do CREB.

Segundo ela, muitas vezes esses sintomas se confundem com sintomas de problemas na coluna cervical, por isso um especialista deve ser procurado. A boa notícia é que há tratamento, e no CREB utiliza-se protocolos que incluem acupuntura, crochetagem e outros.


Crianças e jovens devem prevenir problemas na coluna

Crianças e jovens devem prevenir problemas na coluna

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial sentiram, sentem ou sentirão dores nas costas em algum momento de suas vidas. Nem as crianças estão fora dessa estatística tão alarmante, o que torna ainda mais importante os cuidados com a saúde da coluna dos pequenos.

Um dos grandes vilões dos problemas de coluna em crianças e jovens é o peso das mochilas escolares. O certo é que esse peso jamais ultrapasse 10% do peso de quem carrega a mochila, o que parece impossível com a quantidade de livros e cadernos que é preciso levar diariamente para a escola.

Mas não é apenas o excesso de peso na mochila que preocupa. Uma simples brincadeira de pais e filhos – rodar a criança segurando-a pelas mãos ou antebraços – pode se transformar em um grande problema. O alerta é da ortopedista pediátrica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dra. Flávia Junqueira:

  • Essa inocente brincadeira pode provocar uma luxação ligamentar no cotovelo, que provoca dores e pode até fazer com que a criança não movimente provisoriamente o braço. Esse movimento é perigoso pois pode provocar uma pronação dolorosa, que é um pequeno deslocamento da cabeça do rádio em relação ao ligamento anular no cotovelo. A criança sente dor e é preciso ir ao ortopedista para que ele faça uma redução. É um procedimento simples, mas que deve ser feito por pessoas treinadas – explica ela.

A médica do CREB diz que a escoliose também tem levado muitas crianças ao consultório de especialistas. Trata-se de um desvio na coluna, que tem muito a ver com vícios de postura. Ao menor sinal de dor, diz a Dra. Flávia, é preciso procurar um especialista.

  • Os pais podem fazer um teste bem simples para perceber se há algum problema com seu filho. Basta colocar a criança em pé, de forma ereta, e medir a altura de cada um dos ombros para ver se há algum desnível. Outro teste simples e pedir para a criança levar o tronco para frente, com os braços soltos, e visualizar se assim foi formada alguma deformidade nas costas. Mas procurar um especialista para uma avaliação é muito importante – finaliza ela.

No inverno as dores crônicas tendem a piorar

Dor crônica inverno

A dor crônica é aquela que persiste por mais de três meses, e as estatísticas apontam que 37% da população brasileira são afetados, praticamente quatro em cada dez brasileiros. Um pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) indica que a maior parte desse grupo é composta por mulheres, com idade média de 41 anos, moradoras das regiões Sul ou Sudeste.

Tanto no Brasil como no resto do mundo, o ranking das dores crônicas é ocupado por dores provenientes de algum problema na coluna vertebral. Em seguida estão as dores de cabeça e relacionadas a algum tipo de câncer. Dores nas articulações, provenientes de doenças reumáticas também são muito comuns, e levam muitas pessoas ao consultório de um especialista, principalmente nessa época do ano – o inverno.

  • Pacientes com artrose, por exemplo, podem apresentar limitações de movimentos por conta das dores crônicas. Muitas vezes, uma atividade simples, como pentear os cabelos ou escovar os dentes, é uma tarefa penosa ou até mesmo impossível de ser realizada naquele momento. Isso tudo se intensifica no inverno. As dores crônicas tendem a aumentar nessa época do ano, e isso não é coincidência. As pessoas tendem a ficar mais retraídas e contraídas no inverno, por conta do frio. Também costumam andar mais curvadas, embora não percebam. E muitas vezes interrompem a atividade física regular. É fundamental não interromper a atividade física e também deve-se andar bem agasalhado – – garante o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense – UFF.


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