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Capsulite adesiva tem tratamento

A Capsulite adesiva, também conhecida como “ombro congelado”, apresenta dor e rigidez da articulação glenoumeral aos movimentos realizados passivamente. Segundo a fisioterapeuta Júlia Cavalcante Xavier, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, em geral a doença se dá devido à longos períodos de imobilidade que causam o desuso da articulação.

A doença tem três fases: a congelante, a adesiva e a de resolução

“Na capsulite adesiva, ou “ombro congelado”, ocorre um processo inflamatório dentro da articulação que leva a uma redução progressiva do fundo de saco axilar, a um encurtamento de todos os ligamentos, a formação de aderências e a um aumento da espessura da capsula a qual perde seu alongamento”, explica a fisioterapeuta. Segundo ela, a causa desta patologia não é muito bem definida, por conta de uma variedade de fatores que contribuem com a rigidez articular.

O ortopedista Ricardo Sheps, do CREB, acrescenta que mesmo em repouso, o paciente sente uma dor intensa, principalmente pela noite. “A mobilidade torna-se rapidamente limitada em todos os movimentos do ombro.  Ocorre um processo inflamatório dentro da articulação levando ao encurtamento de todos os ligamentos, a formação de aderências e ao aumento na espessura da cápsula”, explica o médico.

A doença tem, segundo explica o médico do CREB, três fases: a fase congelante e dolorosa, que dura de dez a 26 semanas e há aumento gradativo da dor; a fase adesiva, de 4 a 12 meses, quando a dor começa a diminuir, e a fase de resolução, de 12 a 42 meses, quando há melhora progressiva do ombro. “O diagnóstico é feito por exame de radiografia e clínico”, diz ele.

A boa notícia é que a doença pode ser tratada e curada. “Dentro dos tratamentos fisioterapêuticos convencionais mais utilizados estão a crioterapia, recursos de eletroterapia e termoterapia, a cinesioterapia convencional ou a utilização de técnicas manuais específicas, todas com o objetivo de aliviar a dor e retomar a biomecânica normal da articulação do ombro. O alongamento é uma manobra terapêutica, que tem como finalidade aumentar o comprimento de estruturas que foram encurtadas devido a patologia. A mobilização passiva das articulações também pode ser uma das técnicas de tratamento, com a intenção de soltar a articulação e nutrir a cartilagem com a estimulação da produção de líquido sinovial, com o objetivo de “soltar” a articulação do ombro. A fisioterapia pode ser associada a termoterapia e cinesioterapia objetivando aumentar a amplitude de movimento do membro superior afetado. Quanto mais precoce, melhor o prognóstico do paciente, sendo a fisioterapia imprescindível para o retorno do paciente as atividades de vida diária, pois a capsulite limita muito o movimento do indivíduo”, finaliza o Dr. Ricardo.


Você sabe o que é “ombro congelado”?

O complexo do ombro possui quatro grupos de movimento, no plano sagital: flexão, extensão e hiperextensão; no plano frontal: abdução e adução; e no plano transverso: rotação medial e rotação lateral; abdução horizontal e adução horizontal e circundaç...

O complexo do ombro possui quatro grupos de movimento, no plano sagital: flexão, extensão e hiperextensão; no plano frontal: abdução e adução; e no plano transverso: rotação medial e rotação lateral; abdução horizontal e adução horizontal e circundação. Ele é constituído por três: a escápula, o úmero (osso da parte superior do braço) e a clavícula, e por três articulações sinoviais, sendo elas: esterno-clavicular, acrômioclavicular e glenoumeral e uma articulação fisiológica: a escapulo-torácica. Os músculos compreendidos entre o complexo do ombro são: Deltoide, redondo maior, e o manguito rotador, que tem como parte inegrante, os músculos: Supraespinhal, Infraespinhal, Redondo Menor e Subescapular.

Pode ser originada devido à longos períodos de imobilidade que causam o desuso da articulação

 

“A capsulite adesiva, também conhecida como “ombro congelado”,  é o período de dor e rigidez da articulação glenoumeral aos movimentos realizados passivamente. Essa patologia pode ser originada devido à longos períodos de imobilidade que causam o desuso da articulação”, explica a fisioterapeuta Júlia Cavalcante Xavier, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, a doença apresenta “um processo inflamatório dentro da articulação que leva a uma redução progressiva do fundo de saco axilar, a um encurtamento de todos os ligamentos, á formação de aderências e a um aumento da espessura da capsula a qual perde seu alongamento”.

Júlia esclarece que a causa desta doença não é muito bem definida, por conta de uma variedade de fatores que contribuem com a rigidez articular. “Sua origem pode ser de forma idiopática ou secundária a uma doença como diabetes mellitus, hipotireoidismo ou consequência de um trauma ou cirurgia na articulação glenoumeral”, relata, pontuando que o  quadro clinico da doença caracteriza-se por dor mal localizada no ombro de início espontâneo, sem qualquer história de trauma, fazendo com que o paciente possa perder rapidamente o movimento do ombro. “Mesmo em repouso, essa dor encontra-se muito intensa, principalmente à noite. A mobilidade torna-se rapidamente limitada em todos os movimentos do ombro. Ocorre um processo inflamatório dentro da articulação levando ao encurtamento de todos os ligamentos, a formação de aderências e ao aumento na espessura da cápsula”, finaliza ela.


Saiba o que é a Fascite Plantar

A fascite plantar é uma doença de característica inflamatória da membrana de tecido conjuntivo que recobre a parte inferior do pé, se estendendo do osso calcâneo aos dedos. Esse tipo de lesão é provocado por repetidas trações na fáscia plantar no pon...

A fascite plantar é uma doença de característica inflamatória da membrana de tecido conjuntivo que recobre a parte inferior do pé, se estendendo do osso calcâneo aos dedos.

Esse tipo de lesão é provocado por repetidas trações na fáscia plantar no ponto de inserção do calcâneo, levando a micro lesões da aponeurose.

“A aponeurose é um tecido de grande importância para o equilíbrio e apoio para as arcadas longitudinais do pé. Isso explica o quadro doloroso mediante a desorganização das fibras que geram tensão muscular, surgindo tentativas de adaptação e compensação do organismo para o controle do desequilíbrio. Sua manifestação e sua sintomatologia é mais evidente pela manhã, ou após um período de descanso, devido a tendência da retração da fáscia em repouso”, explica Handerson Meurer, Coordenador de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo

Segundo ele, em alguns casos mais duradouros, se instalando uma lesão crônica, as forças de tensão da fáscia e dos músculos que se inserem no tendão do calcâneo, estimulam a formação de espículas ósseas, que são conhecidas popularmente como esporão de calcâneo. “Os fatores mais conhecidos como influenciadores para o aparecimento da lesão são: erros de exercícios físico, calçados sem amortecimentos para o calcanhar e em mal estado, alterações morfológicas do pé, diminuição da força de flexão plantar e entre outras atividades de esforço repetitivo ao calcâneo”, conclui o fisioterapeuta.



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