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Avaliação Tridimensional do Movimento indica o tipo de pé, a pisada, a marcha e o equilíbrio

Também conhecido como o teste da pisada, a avaliação tridimensional do movimento avalia a distribuição do peso do corpo da pessoa em cada pé apresentando os pontos de maior sobrecarga e pressão nas plantas do pés. Tais dados são transmitidos para um...

Também conhecido como o teste da pisada, a avaliação tridimensional do movimento avalia a distribuição do peso do corpo da pessoa em cada pé apresentando os pontos de maior sobrecarga e pressão nas plantas do pés. Tais dados são transmitidos para um computador e uma imagem da pisada é gerada, possibilitando auxiliar o médico no diagnóstico de algum problema nos pés, a pisada e até a postura.

“Esse exame nos permite indicar o tipo de pé do paciente, suas distribuições de cargas corporais, angulações e rotações d e joelho, quadris e coluna vertebral. A verdade é que muitas patologias, como hérnia de disco, tendinites, esporão de calcâneo e outras podem ter sua origem numa pisada errada ou numa concentração de força exagerada em uma determinada área do pé”, explica o ortopedista Mario H. Milagres, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ele acrescenta que o exame serve para identificar alterações na marcha e corrida, auxilia na prescrição de exercícios corretivos e preventivos, diagnostica tipo de pisada, identifica o calçado correto para o seu pé, entre outros.

“O exame também apresenta alterações anatômicas, avalia traumas, mapeia as áreas de maior pressão na planta do pé e permite comparar o processo evolutivo de um tratamento ortopédico, cirúrgico ou conservador”, afirma o médico. Segundo ele, não há contraindicações para a realização do exame, que deve ser feito por pessoas que tenham alteração da forma do pé, dor no pé ou mesmo por atletas de alto rendimento, que querem intensificar suas atividades físicas ou mesmo por aqueles que são sedentários e pretendem passar a praticar atividade física regular. O CREB dispõe do exame para seus pacientes.


Lombalgia: tratamento deve ser iniciado o quanto antes

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que 80% da população mundial sente, sentiu ou sentirá dor nas costas em algum momento da vida. Dessas dores, a dor lombar, conhecida como lombalgia, é a que estatisticamente mais leva pessoas aos consultóri...

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que 80% da população mundial sente, sentiu ou sentirá dor nas costas em algum momento da vida. Dessas dores, a dor lombar, conhecida como lombalgia, é a que estatisticamente mais leva pessoas aos consultórios médicos. Trata-se, segundo a entidade, uma doença de grande impacto para a economia mundial, pois acomete principalmente a população economicamente ativa, causando grande número de afastamentos temporários e indenizações trabalhistas.

A lombalgia é a que mais leva pessoas aos consultórios médicos

Segundo o Reumatologista Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – as principais causas da lombalgia são mecânicas, como movimentos bruscos, excesso de peso, mas também podem ser inflamatórias, nervosas e reumáticas. A flacidez muscular e a falta de condicionamento físico, por exemplo, podem ser causas da lombalgia. As dores vão aumentando, até se tornar um problema crônico. A degeneração dos elementos da coluna é uma das principais causas da doença. O disco invertebral, uma espécie de amortecedor de carga, envelhece, se desgasta e pode se tornar duro e quebradiço. É o que chamamos de degeneração discal. Esse disco pode inflamar e gerar dor nas costas”, explica o Dr. Antônio.

Ele explica que a coluna funciona como uma viga em balanço. “As vértebras são estruturas ósseas onde temos o corpo vertebral e processos espinhosos e transversos, por onde ancoram os ligamentos. Elas sobrepõem-se harmoniosamente, ligadas umas com as outras por discos intervertebrais, processos articulares, ligamentos e musculatura espinhal. Essa verdadeira viga suporta uma carga de peso. Obviamente que o excesso de peso irá comprometer essa viga”, explica o reumatologista. O Dr. Antônio observa que o funcionamento articular depende do equilíbrio entre a força muscular e sua flexibilidade, e um distúrbio sobre esse equilíbrio provoca dor se interferir em seu funcionamento. A coluna vertebral fica vulnerável e a dor é o sinal de que há algum problema acontecendo ali. Por isso é fundamental que ao menor sinal de dor, um especialista seja consultado”, avisa ele.

O tratamento é medicamentoso, com protocolos que incluem RPG, acupuntura, pilates terapêutico, hidroterapia e cinesioterapia, entre outros. “A prática de atividade física é essencial, assim como eliminar o sobrepeso. O tratamento devolve a qualidade de vida perdida, mas é muito importante que o paciente procure o médico o quanto antes, porque assim será mais fácil e mais rápido alcançar sucesso no tratamento”, define ele.


É possível evitar dores na coluna vertebral

Os números demonstram claramente o tamanho do problema: segundo a Organização Mundial da Saúde, nada menos do que 85% da população de todo o planeta tem, teve ou terá dores nas costas. Os hábitos da vida moderna reforçam tal situação. Segundo uma pes...

Os números demonstram claramente o tamanho do problema: segundo a Organização Mundial da Saúde, nada menos do que 85% da população de todo o planeta tem, teve ou terá dores nas costas. Os hábitos da vida moderna reforçam tal situação. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde e pela Universidade de São Paulo, por exemplo, 80% das pessoas passam muito tempo diante do computador e da televisão. Ou seja, o comportamento sedentário pode causar vários problemas de saúde, entre os quais doenças na coluna.

Mas como fugir dessa estatística tão massacrante? A nova notícia é que, sim, é possível evitar dores na coluna com pequenos cuidados no dia a dia.

– Todos temos uma longa e exaustiva jornada de trabalho. É preciso estar atento ao seu corpo e, especialmente, à sua coluna. Uma pessoa que trabalha o dia inteiro sentada, diante de um computador, precisa se levantar a cada hora, fazer uma pequena caminhada e alongar pernas e braços. Uma pessoa que passa o dia inteiro em pé também precisa repetir esses alongamentos constantes, de hora em hora. Dá uma espreguiçada, alonga pernas e braços e volta a trabalhar. É simples e faz um bem danado – explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A dor na coluna é um aviso

Erros e vícios de postura comprometem a coluna no dia a dia, alerta o ortopedista. De acordo com ele, ao menor sinal de dor, é preciso consultar um especialista.

– Muitas vezes, a pessoa acha que deu um mal jeito qualquer, toma um analgésico e pronto. Não é assim que deve acontecer. A dor na coluna é um aviso, e pode ser uma série de problemas diferentes. Um especialista precisa avaliar, mesmo porque quanto mais cedo começarmos a tratar, mais rápido teremos sucesso no tratamento – garante ele.

Márcio Taubman pontua que o sobrepeso, o sedentarismo, a má alimentação são inimigos da boa saúde da coluna. O exercício físico regular, por exemplo, é fundamental para fortalecer a musculatura e a coluna.

– Algumas dicas no dia a dia devem ser seguidas. Ao sentar, é importante que os pés estejam apoiados para que os joelhos fiquem levemente mais altos que o quadril. Ao atender o telefone, jamais apoie o gancho do aparelho entre o pescoço e o ombro. Flexione os joelhos ao se agachar, sempre, jamais utilize sapatos apertados e saltos alto em excesso, no caso das mulheres. Outra dica interessante é se espreguiçar algumas vezes ao dia. Mas, lembre-se: sentiu alguma dor, procure um especialista – finaliza ele.



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