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Sambar é bom, mas cuidado com o calçado escolhido

O carnaval de rua voltou com força nas principais cidades brasileiras, principalmente no Rio de Janeiro, que oferece uma programação intensa ao longo de todo carnaval. Da orla da praia ao subúrbio, as ruas são tomadas por blocos com muito samba no pé...

O carnaval de rua voltou com força nas principais cidades brasileiras, principalmente no Rio de Janeiro, que oferece uma programação intensa ao longo de todo carnaval. Da orla da praia ao subúrbio, as ruas são tomadas por blocos com muito samba no pé. É preciso ter cuidado e atenção para não transformar a alegria, no entanto, em dor e problemas. A escola do calçado é fundamental.

“Muitas mulheres preferem sambar com sapatos de salto, porque acreditam que ficam mais charmosas e bonitas. Pode até ser verdade, isso é pessoal, mas o fato é que utilizar salto para sambar, ainda mais em ruas bom buracos, molhadas, pode trazer graves problemas. Há uma infinidade de problemas que podem acometer a sambista, dos pés à coluna. Um simples desequilíbrio e o estrago está feito”, avisa o ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor da UFRJ.

Segundo ele, o salto interfere no eixo central que todos temos, podendo atrapalhar o nosso equilíbrio. “O eixo é alterado quando a mulher usa salto alto. Esse tipo de calçado necessariamente força o posicionamento dos pés para frente. Sambar exige coordenação e ginga, e esse sapato não oferece o melhor equilíbrio. Se for de bico fino, piora a situação, pois aperta os dedos e interfere ainda mais nesse equilíbrio. Há riscos de entorse e lesões dos ligamentos e tendões, além de lesão da cabeça da metatarso, a chamada metatarsalgia, que é muito comum nesses casos, por exemplo”, explica o médico do CREB, pontuando que o salto também força a coluna e pode trazer problemas para o joelho.


Pilates, uma atividade completa que pode ser praticada por qualquer um

O pilates é considerada uma atividade completa, porque promove o alongamento, dá força para a musculatura, promove o equilíbrio, a consciência da respiração e, se não bastasse, corrige vícios de postura. Além disso, pode ser praticado por qualquer pe...

O pilates é considerada uma atividade completa, porque promove o alongamento, dá força para a musculatura, promove o equilíbrio, a consciência da respiração e, se não bastasse, corrige vícios de postura. Além disso, pode ser praticado por qualquer pessoa, pois seus exercícios respeitam a limitação de cada um, seja por questão de idade ou de movimento. Não à toa, a atividade é indicada pelos médicos para tratamentos de doenças musculoesqueléticas.

“O pilates terapêutico é uma excelente opção complementar de tratamento para doenças musculoesqueléticas, reabilitação cirúrgica, para aqueles que estão muito tempo sem atividade alguma, para idosos, obesos, entre outros. Os exercícios combinam movimento com respiração e inspiração, têm pouca repetição e respeitam as limitações do praticante”, explica o ortopedista Marcelo Alvim, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo, clínica que mantém um moderno e completo estúdio de Pilates em suas dependências, cuja atividade é supervisionada por fisioterapeutas.

Segundo o Dr. Alvim, durante os exercícios, são ativados músculos profundos, e a musculatura é bem alongada, evitando dores e futuras lesões. “A atividade é excelente e ajuda a combater a dor. Para casos como problemas lombares, na cervical e hérnia de disco, a atividade é perfeita e traz resultados muito bons. A atividade também é excelente para reabilitação física. Trata-se de uma excelente alternativa, pois é uma atividade prazerosa e, o que é melhor, traz resultados em pouco tempo”, garante ele, pontuando que a atividade é individualizada e será prescrita pelos fisioterapeutas especialistas.


Reumatismo: é possível reconquistar a qualidade de vida perdida

Existem mais de cem tipos de reumatismo, afecção aguda, crônica, com quadro de dor articular ou alterações dos músculos e ossos, que acomete mais de 12 milhões de brasileiros, inclusive crianças. “Para entender e poder atuar em um quadro tão amplo de...

Existem mais de cem tipos de reumatismo, afecção aguda, crônica, com quadro de dor articular ou alterações dos músculos e ossos, que acomete mais de 12 milhões de brasileiros, inclusive crianças. “Para entender e poder atuar em um quadro tão amplo de doenças, o reumatologista precisa ter conhecimento clínico de diversas outras áreas, como a dermatologia, neurologia, oftalmologia, cardiologia, pneumologia, nefrologia e ortopedia, entre outras. O conhecimento dessas áreas é de suma importância, para tratar das doenças reumáticas, que afetam o aparelho osteoarticular, além de músculos, tendões, ligamentos e todas as estruturas que compõe o movimento”, afirma a reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Elisa Fernandes de Melo.

Segundo ela, para facilitar o entendimento desse amplo quadro de doenças, o reumatismo é dividido em reumatismo degenerativo, reumatismo inflamatório e reumatismo das partes moles. “A artrose é um caso clássico e absolutamente comum no reumatismo degenerativo, cuja principal característica é o processo destrutivo progressivo da cartilagem articular. Já o reumatismo inflamatório é aquele que agride a membrana sinovial, que mantém a integridade do ambiente intra-articular e produz o líquido sinovial, para nutrição da cartilagem e facilitador do movimento. São várias as doenças desse grupo, como a gota, as doenças infecciosas causas por vírus ou bactérias, doenças difusas do tecido conjuntivo, entre outras. Em relação às doenças das partes moles, as mais comuns são a tendinite, a bursite e a fibromialgia”, explica a Dra. Elisa.

“Em geral, as doenças reumáticas começam quase sempre a partir de uma simples dor. Muitas delas se confundem entre si. O importante é que o paciente procure um fisiatra ou reumatologista ao menor sinal de dor nas articulações ou músculos, na coluna, se apresenta alguma rigidez articular ou edema nos músculos, tendões e articulações. O tratamento do reumatismo é sempre individualizado. Além de medicamentos, alimentação saudável e prática regular de exercício físico orientado, adotamos no CREB, com muito sucesso, protocolos que incluem hidroterapia, em nossas duas piscinas exclusivas para a atividade, acupuntura, pilates terapêutico e RPG”, garante ela.



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