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Diabetes pode aumentar a dor da artrose?

De 11 a14 de junho de 2014 foi realizado em Paris o Congresso Europeu Anual de Reumatologia, sendo a discutido a relação entre a Diabetes e a presença de dor nos pacientes com artrose nas mãos. De acordo com pesquisadores da Noruega, ter diabetes aum...

De 11 a14 de junho de 2014 foi realizado em Paris o Congresso Europeu Anual de Reumatologia, sendo a discutido a relação entre a Diabetes e a presença de dor nos pacientes com artrose nas mãos. De acordo com pesquisadores da Noruega, ter diabetes aumenta a dor nas formas erosivas de artrose das mãos , o que não ocorre nas formas não erosivas da doença.

– No último Congresso Europeu de Reumatologia, do qual participei, foi discutido a relação entre a diabetes e a presença de dor nos pacientes com artrose nas mãos. A conclusão dos pesquisadores noruegueses reforça as nossas observações clínicas de que pacientes diabéticos devem ter uma atenção especial para as mãos especialmente aqueles com artrose. Importante alertar aos pacientes diabéticos que podem ocorrer queixas de dor pela a artrose junto a outros sintomas de dormência e formigamento nas mãos, e que há excelentes resultados com o tratamento – afirma o Dr. Haim Maleh, professor de Reumatologia da UFRJ e Fisiatra e Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Também conhecida como osteoartrose, osteoartrite, artrite degenerativa e doença articular degenerativa, a artrose é uma das mais comuns doenças reumáticas, que acomete tanto homens quanto mulheres, principalmente na terceira idade. Mas não é exclusiva dessa faixa etária. Um número cada vez maior de pessoas entre 30 e 50 anos têm sofrido dores provocadas pelo desgaste das articulações de joelhos, quadris, tornozelos e coluna.

– As estatísticas apontam que 60% das pessoas na terceira idade sofrem com a artrose. Neste caso, é um desgaste comum devido à idade. Mas no caso de pessoas entre 30 e 50 anos, a artrose geralmente é fruto de trauma, uma carga excessiva de exercícios quando mais jovem. E o número de pessoas nesta faixa etária nos consultórios médicos, com diagnóstico de artrose, é cada vez maior. O desvio do eixo de um membro que dói e a dificuldade de movimentá-lo pode significar artrose. Se diagnosticarmos a doença mais cedo, podemos mudar a rotina de exercícios pesados da pessoa. Por isso consultar um médico especialista ao menor sinal de dores é tão importante. As pessoas muitas vezes costumam não dar atenção a estas pequenas dores, acreditando que são passageiras e normais. Mas dor é um sintoma. Em qualquer esporte há sobrecarga. É preciso estar atento – diz o Dr. Haim Maleh. O fisiatra ressalta que o tratamento deverá ser individualizado para cada paciente.


Fibromialgia: possível classificação dos pacientes de acordo com os sintomas

“No Congresso Europeu de Reumatologia, realizado em Paris, em junho, do qual participei, foi proposto uma nova forma de classificação para a fibromialgia, e através de uma análise estatística foi sugerido a criação de uma subclassificação dos pacient...

“No Congresso Europeu de Reumatologia, realizado em Paris, em junho, do qual participei, foi proposto uma nova forma de classificação para a fibromialgia, e através de uma análise estatística foi sugerido a criação de uma subclassificação dos pacientes de acordo com a severidade dos sintomas. Os pacientes participantes foram analisados através do emprego de questionários específicos que abordavam sintomas típicos da doença,seguindo uma recomendação do OMERACT ( Outcome Measures in Rheumatology). Como resultado, foram classificados em: sintomas leves, sintomas moderados com pouca alteração do humor, sintomas moderados com alteração do humor e sintomas intensos. A importância disso é na forma com que devemos iniciar e ajustar o tratamento clínico. Nós aconselhamos que além de medicamentos específico, a indicação de hidroterapia, exercícios acompanhados e orientados caso a caso com a acupuntura, trazem excelente resposta ao tratamento, propiciando qualidade de vida a quem está sofrendo e com dor. O homem nasceu para viver bem, feliz e sem dor”. O comentário é do Dr. Haim Maleh, professor de Reumatologia da UFRJ e Fisiatra e Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam o paciente ao consultório do médico: segundo dados oficiais, de 3 a 5% da população pode apresentar esse quadro clínico, sendo que de 80 a 90% são mulheres, entre 30 e 60 anos. Segundo Haim Maleh, os principais sintomas da doença são dores generalizadas pelo corpo, nas articulações, na coluna vertebral, nos músculos e nos tendões, dor de cabeça, sensibilidade maior ao frio, formigamento nos pés e ou nas mãos, tonteiras, desânimo, fadiga, dificuldades para dormir, sono não reparador e, ainda, falta de motivação e tristeza.

– A fibromialgia ainda é uma doença pouco conhecida. Pela dificuldade em se estabelecer um diagnóstico seguro devido a falta de objetividade dos exames radiológicos e laboratoriais, é muito importante que o paciente procure um reumatologista experiente com essa doença. Ele irá se basear em aspectos clínicos, na avaliação da história familiar e no exame físico do paciente. A fibromialgia é uma doença de longa evolução, mas a prática regular de exercícios moderados pode controlar as dores. Também há tratamentos medicamentosos, receitados caso a caso ao paciente. Não há uma pílula mágica e sim o entendimento das necessidades do paciente pelo médico e uma adaptação de programação para aquele caso específico, o que traz excelentes resultados e sucesso ao tratamento. Com a melhora da dor, da mobilidade e do humor, o paciente passa a ter uma melhor qualidade de vida, com uma rotina normal de sono e de suas atividades diárias. Isso é possível. É fundamental que o tratamento seja realizado por uma equipe interdisciplinar de profissionais de saúde, com reumatologista, fisiatra e fisioterapeuta, para o devido acompanhamento do paciente. A familiaridade do médico com a doença faz com que seja tratada de maneira bastante satisfatória, através de medicamentos associados a protocolos de reabilitação, como os que temos no CREB, com hidroterapia em piscina apropriada, acupuntura, além de outras medidas fisiátricas – explica o médico.


Artigo publicado do Dr. Bernardo Stolnicki sobre osteoporose

The guidelines for treating osteoporosis do not differentiate between osteoporotic patients who have had a prior fracture and those who have not. They only recommend that patients with prior fractures should be treated. For example, the drugs recommended as first- and second-line are the same.

On the other hand, there are well-defined criteria for changingmedication in case of treatment failure. The occurrence of one or more fractures during treatment is considered as treatment failure. However, there is no indication that these criteria may be used in patients with prior fractures without pretreatment.

The site of the fracture makes a difference. A vertebral fracture increases the chance of another fracture 4-fold; while a fractured wrist increases it 2-fold. Some fracture liaison services (FLS) consider that the cost-benefit balance of starting secondary prevention after a fractured wrist is not positive.

Others include this type of patient (which is what I usually do). Ankle fractures, in this respect, are comparable to wrist fractures. However, there are no questions in relation to fractures of the hip and proximal humerus. Recommendations for physical activity and rehabilitation are directly linked to the type of prior fracture and the possible limitations its sequelae can impose.

Prevention of falls is critical in both primary and secondary prevention, as is ruling out the causes of secondary osteoporosis. Long-term safety and effective antifracture drugs must be used and adequate calcium and vitamin D supplementation required. What must differ in our approach to a patient who has already had an osteoporotic low-trauma fracture compared with another who had no fracture is basically our attitude. The historic low adherence to antiosteoporotic treatment, which in primary prevention is a problem, becomes a catastrophe in secondary prevention because of the high risk of new fractures. The use of oral bisphosphonates is associated with low adherence. In the case of generic alendronate (which is the most used), it is even more obvious and the fractures that occur as a result of this notorious noncompliance are not taken into account when evaluating this apparently cheaper drug.

One of the strategies recommended by the Committee of Scientific Advisors of the IOF (International Osteoporosis Foundation), when referring to treatment failure in osteoporosis, is to replace an oral drug by an injected drug. There is no doubt that this recommendation is given because injected drugs are used quarterly, semi-annually, or annually, which improves treatment adherence.

The new status quo (the new fracture) requires this type of intervention. However, adherence is still below the desired level. One of the reasons for this lies in the habit of reviewing patients only once per year. There is no other serious illness (and osteoporosis is a serious illness; osteoporosis with fractures even more so) for which the follow-up is only done on an annual basis. This is not the case, for example, for diabetes, arterial hypertension, or heart disease.

The routine in our FLS is that there is a visit every four months in the first year; in the following years, the review is every six months. At each visit blood samples are collected to assess total serum calcium and 25OH vitamin D.

Motivating patients is of the utmost importance. The results of bone densitometry, with their small positive variations, often discourage patients. However, adequate vitamin D replacement demonstrates encouraging and motivating results. Since the majority of fractures occur in the first two years following a fracture, maintaining motivation and adherence is crucial at least in this period.



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