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No inverno atividade física não deve ser interrompida

Pode parecer coincidência, mas não é: de fato, no inverno as pessoas sentem mais dores nas articulações diante do frio mais intenso. Esta queixa é generalizada nos consultórios médicos, e não é difícil explicar por quê. A artrose, por exemplo, é uma...

Pode parecer coincidência, mas não é: de fato, no inverno as pessoas sentem mais dores nas articulações diante do frio mais intenso. Esta queixa é generalizada nos consultórios médicos, e não é difícil explicar por quê.

  • A artrose, por exemplo, é uma doença muito comum na terceira idade. Com a queda da temperatura, pacientes que sofrem da doença costumam sentir mais dores. E não é só na terceira idade. A artrose, é bom que se diga, não é uma doença exclusiva dessa faixa da população. No inverno, as pessoas tendem a fica mais encolhidas e os músculos contraídos. Há uma diminuição no fluxo sanguíneo por constrição vascular e a friagem evidencia a sensibilidade Resultado: mais dores – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Segundo ele, no inverno as temperaturas mais baixas trazem dores na articulação e isso acontece por insuficiência da cartilagem provocada pelo desequilíbrio entre a formação e a destruição de sues principais elementos, associada a sobrecarga mecânica, alterações bioquímicas da cartilagem e da membrana sinovial e fatores genéticos.

  • A artrose era considerada uma doença progressiva, de demorada evolução e com poucas perspectivas de tratamento. Era encarada como algo natural no nosso processo de envelhecimento. Mas hoje é possível mudar essa história. Os tratamentos modernos podem trazer excelentes respostas e uma sensível melhora na qualidade de vida do paciente – pontua o médico do CREB.

Praticar atividade física na infância e adolescência traz aumento de resistência dos ossos

A atividade física regular na infância e na adolescência aumenta o tamanho da cortical óssea e sua resistência. Quem afirma é o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo, e coordenador PREVREFRAT (Progr...

A atividade física regular na infância e na adolescência aumenta o tamanho da cortical óssea e sua resistência. Quem afirma é o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo, e coordenador PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) da clínica.

  • O envelhecimento traz um inevitável desgaste na estrutura óssea, levando a uma diminuição de sua resistência, tornando-a mais suscetível às fraturas. O objetivo primordial é evitar as fraturas. Indivíduos que tem uma atividade física regular, apresentam melhor equilíbrio, mais força muscular e menor propensão a quedas.

Segundo ele, pessoas que tiveram fraturas por osteopenia ou osteoporose, tem maior possibilidade de refraturar.

  • Há tratamento e formas de evitar a nova fratura. Além destes benefícios, a manutenção da adequada atividade física durante a vida demonstrou ser benéfica na resistência óssea – finaliza o médico do CREB.

Obesos e inativos devem se consultar com um médico antes de iniciar atividade física

Obesos e inativos devem se consultar com um médico antes de iniciar atividade física

Atividade física regular é essencial para a nossa saúde. Para todos, indistintamente, independente de sexo e idade. Mas quem tem sobrepeso deve ficar atento porque a obesidade é uma porta aberta para inúmeras doenças. Nesse caso, o exercício físico é imprescindível.

“Uma atividade física pode aumentar o impacto do peso do corpo de três a cinco vezes. É uma carga muito grande, com grandes chances de lesão, como ruptura do tendão, ligamentos e contraturas musculares, entre outros. É preciso, antes de tudo, avaliar essa pessoa. E orientá-la para evitar problemas”, afirma o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time profissional do Flamengo, Dr. João Marcelo.

Segundo ele, a atividade física é benéfica para as articulações em geral, para a saúde cardiovascular, para controlar a diabetes e até mesmo contra a depressão. A pessoa obesa precisa consultar um médico para ser corretamente orientado no sentido de não transformar o exercício físico em um problema. “Não é só o obeso, mas também quem está inativo deve saber como começar a sua atividade física. Não basta calçar o tênis e sair correndo por aí. Isso é um erro. O que deve ser uma solução pode virar um problema, por meio de contusões que podem ser sérias – finaliza o Dr. João Marcelo.



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