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Caminhar regularmente combate dores e está ao alcance de quase todo mundo

Caminhar regularmente combate dores e está ao alcance de quase todo mundo

Praticar exercícios regularmente é fundamental para a nossa saúde e condição básica para alcançarmos uma boa qualidade de vida. Se exercitar traz inúmeros benefícios, entre os quais combate a dores musculares e nos ossos e reforço da coluna. Mas qual exercício é indicado para você? A verdade é que é preciso ter prazer com a atividade realizada, seja ela futebol, natação, academia de ginástica ou luta marcial.

Para quem não gosta de esportes em geral, a melhor opção é a caminhada. Trata-se de uma atividade física de baixo impacto, que pode ser adotada por quase todo mundo, inclusive pessoas da terceira idade.

  • Existem mais de 300 doenças que atacam os ossos e os músculos, como a fibromialgia, a osteoporose, a lombalgia, a artrose e tantas outras. Caminhar é uma atividade simples, que todos têm acesso, independente de investimentos, como mensalidades, e oferece condicionamento físico. Nas primeiras sessões, a intensidade das dores já diminui – observa Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O médico do CREB recomenda que antes de iniciar a atividade física, a pessoa procure um médico para uma avaliação clínica.

  • A caminhada é excelente. É um exercício aeróbico que pode ser realizado com intensidade moderada no início, para aqueles que estão fora de forma. Com o tempo, os exercícios podem ser intensificados. Quanto mais se pratica, mais se avança. A caminhada aumenta os níveis plasmáticos de endorfinas. Assim, a percepção da dor diminui. Já o alongamento e o relaxamento da musculatura aliviam a tensão no local e a dor desaparece. Isso sem falar que se movimentar ajuda a fortalecer os músculos para que trabalhem melhor na sustentação dos ossos. E os movimentos, por sua vez, melhoraram o funcionamento das articulações e aumentam a lubrificação nas cartilagens, aliviando dores nos ossos – garante ele.

Avaliação Tridimensional do Movimento, utilizado por atletas, está disponível para todos

Avaliação Tridimensional do Movimento, utilizado por atletas, está disponível para todos

Com o objetivo de auxiliar no diagnóstico de inúmeras patologias e das dores que afligem milhares de pessoas com problemas nos pés e em caminhadas e corridas, a avaliação tridimensional do movimento é um moderno exame que é muito utilizado para avaliação de dores nos pés, na coluna e nos membros inferiores e superiores. Trata-se de um exame indolor, não invasivo e de alta precisão, que está disponível no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

  • Esse exame é muito utilizado por atletas de alto rendimento, mas está disponível para qualquer um, seja a pessoa uma atleta amadora, seja para quem quer voltar a praticar atividade física ou para portadores de deformidades posturais e nos pés ou aqueles que sentem dores na coluna e membros inferiores e superiores – afirma o fisiatra e reumatologista Antônio D’Almeida, do CREB.

O médico explica que dores constantes na coluna, no quadril, joelho, tornozelo ou no pé podem ser consequência de algum problema nos pés. Daí a importância desse exame:

  • Além da avaliação do pé em repouso, contamos com um aparelho de alta sensibilidade que também permite avaliar o paciente em movimento, de forma dinâmica, medindo as variações das pressões durante a marcha e até durante a corrida. Essas possibilidades do aparelho dão informações valiosas a respeito da performance dos pés durante a marcha e que não são normalmente observadas nos consultórios médicos e avaliações físicas habituais, já que o pé se comporta de forma diferente se estiver parado, andando ou em rápido movimento. O exame localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração precisa da pressão exercida sobre cada um destes pontos – explica o Dr. Antônio.

Condromalácia Patelar é uma das principais lesões de joelho

Condromalacia

A dor na região do joelho, ou mais comumente a dor patelofemoral que está relacionada com a disfunção da articulação patelofemoral, é uma das lesões do joelho que mais acomete as pessoas, principalmente atletas, podendo ter uma grande variedade de etiologias potenciais, entre elas, a condromalácia. “A patela é um osso com formato entre o circular e o triangular que se encontra na região anterior do joelho. Ela encaixa na porção final do fêmur (tróclea do fêmur), formando assim a articulação femoropatelar. A patela é ponto de inserção para o quadríceps, o principal músculo do joelho, e pela sua localização, funciona como uma polia, que facilita os movimentos de flexão e de extensão dessa articulação”, explica o fisioterapeuta Jefferson Brandão, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

“Para proteger, amortecer a possíveis cargas que passam constantemente pela articulação e favorecer um adequado deslizamento entre os ossos durante a movimentação tanto a superfície articular do fêmur quanto da patela são revestidas por tecido cartilaginoso. Esta cartilagem que reveste a patela é uma da mais espessas do organismo, exatamente porque a articulação femoropatelar sofre grande impacto devido as atividades esportivas e de vida diária. Na condromalácia há amolecimento e surgimento de fissuras da superfície da patela. Possui alta incidência, principalmente em mulheres, e aumenta com o passar da idade. Seus sintomas relacionam-se à crepitação, bloqueio e dor retropatelar, agravada por atividades esportivas que envolvem apoio com carga na flexão do joelho, ou ao subir e descer escadas, por aumentar a compressão entre a patela e o fêmur”, acrescenta o profissional.

Segundo ele, a etiologia multifatorial da condromalácia pode incluir instabilidade, trauma direto, fratura, subluxação patelar, aumento do ângulo do quadríceps, músculo vasto medial ineficiente, mau alinhamento pós-traumático, síndrome da pressão lateral excessiva e até lesão do ligamento cruzado posterior. “A condromalácia patelar possui precedentes desconhecidos, porém existem fatores comumente relacionados ao amolecimento e posterior desgaste da cartilagem. Fatores de risco extrínsecos que são relacionados a aspectos não ligados ao corpo, como o tipo de atividade esportiva, a maneira com que o esporte é praticado, as condições ambientais e o equipamento utilizado; fatores anatômicos ou estruturais, que comprometem o encaixe da patela com o fêmur, alterando as áreas de contato entre os dois ossos e também fatores biomecânicos, como desequilíbrio ou fraqueza muscular e o déficit do controle dos membros inferiores que, de forma dinâmica, também resulta na alteração do encaixe entre a patela e o fêmur”, diz Brandão.

O fisioterapeuta do CREB pontua que dependendo do estágio da doença, o paciente tem uma sensação de “areia no joelho”, com estalos, cansaço e dor nas pernas. “A condromalácia em seu último grau apresenta um osso subcondral já exposto devido ao desgaste intenso da cartilagem e as dores neste nível tendem a ser incapacitantes”, destaca ele. “Assim que já se obtém um diagnóstico é importante que o tratamento seja iniciado o mais breve possível para evitar que a patologia progrida. A fisioterapia é um dos principais caminhos para o tratamento da condromalácia uma vez que a cirurgia, em grande parte dos casos, apresenta pouca eficiência”, finaliza.



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