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Artrose do quadril: dor pode irradiar para a coxa e joelho

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Artrose do quadril: dor pode irradiar para a coxa e joelho

A artrose do quadril, também conhecida como coxartrose, é uma doença degenerativa da articulação coxofemoral. Segundo o ortopedista Alexandre Blanc, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia – a doença é mais comum após os 50 anos, acometendo mulheres e homens.

“Alguns fatores como obesidade, doenças reumatológicas, doenças do quadril na infância e sequelas de fraturas aumentam a incidência da artrose no quadril.”, esclarece o médico do CREB. Segundo ele, após o correto diagnóstico feito por um especialista, o tratamento pode ser feito com auxílio de fisioterapia, hidroterapia, acupuntura e infiltração do quadril com ácido hialurônico.

Sintomas da artrose no quadril

O ortopedista do CREB explica que pacientes acometidos pela coxartrose queixam-se de dor, que pode iniciar na virilha e irradiar para coxa e joelho, além de sentirem limitação de movimentos, que ocorre de forma progressiva.“Atividades como caminhar, cruzar as pernas e amarrar sapatos tornam-se cada vez mais difíceis para estas pessoas”, garante ele.


Homens também são acometidos pela osteoporose

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Homens também são acometidos pela osteoporose

A osteoporose é uma doença que leva à redução da massa óssea, cuja consequência é o enfraquecimento ósseo e possibilidade de fraturas. Embora atinja principalmente as mulheres na pós-menopausa, a doença também acomete homens.

Mais de 1,5 milhão de homens com mais de 65 anos têm osteoporose, segundo estudos sobre o tema.

  • A osteoporose não é apenas uma doença da mulher. Após os 70 anos, 6% de todos os homens sofrerão uma fratura de quadril como resultado da osteoporose, e também estarão vulneráveis a fraturas da coluna vertebral – afirma a reumatologista Liseth Acochiri Gutierrez, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

No entanto, aponta ela, existem diferenças entre homens e mulheres quando se trata de osteoporose. A reumatologista do CREB diz que para os homens, a perda óssea começa mais tarde e progride mais lentamente. Homens que sofrem fraturas do quadril são mais propensos a ter mais complicações decorrentes desse tipo de fratura do que mulheres.

  • São fatores de risco da doença para homens, entre outros, o uso de medicamentos que afetam a densidade óssea, que incluem os corticóides, anticonvulsivantese anticoagulantes; doenças crônicas, tais como hipertireoidismo, doença da paratireóide, doenças disabsortivas (Doença Celíaca) e problemas digestivos, como a intolerância a lactose e artrite reumatoide; e, finalmente, deficiência de vitamina D – enumera a Dra. Liseth.

Ela pontua que tanto para homens quanto para mulheres, a melhor forma de diagnosticar a osteoporose é por meio da densitometria óssea.

  • Homens a partir de 70 anos de idade, mesmo saudáveis, devem fazer uma densitometria óssea para avaliar o possível diagnóstico. E homens com histórico prévio de doenças da tireóide, paratiróide, doenças disabsortivas intestinais, em uso crônico de corticóide, devem fazer o exame mais precocemente – afirma ela.

O melhor tratamento da Osteoporose é a prevenção, evitando refraturas


Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda

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Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda

Como reduzir o risco de queda? Essa é uma pergunta que toda a pessoa da terceira idade e seus familiares fazem quando vão a um consultório médico. Trata-se de uma pergunta extremamente oportuna, porque os índices de fratura do fêmur na terceira idade são enormes e preocupantes.

“À medida que envelhecemos, nossos reflexos tornam-se mais lentos e nossos ossos se tornam mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda”, explica a Dra. Isis Dutra Marques, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela pontua que apresentam um maior risco de sofrer quedas pessoas com mais de 65 anos, que tenha quatro ou mais dos seguintes fatores de risco: uma história prévia de quedas, artrite ou artrose, depressão, tonteira, doença crônica, como diabetes, e obesidade. “Há outros fatores de risco significativos: fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos), problemas de visão e dor no pé ou calçado ruim. É muito importante estar atento aos riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes espalhados pela casa”, acrescenta a médica do CREB.

Mas como essas pessoas podem reduzir o risco de queda? “É preciso assumir um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo a ser dado”, garante ela. A Dra. Isis dá quatro dicas preciosas.

1-Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o pilates permite o ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.

2-Avalie sua pisada. A baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas. O CREB dispõe desse exame.

3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda. Também é possível realizar esse exame na clínica.

4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha as coisas que você costuma usar facilmente acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.



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