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CREB oferece assistência psicológica gratuitamente

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – passou a oferecer aos seus pacientes o serviço regular de psicologia. Todos pacientes que precisam de apoio podem contar com o serviço, à cargo da psicóloga Daniela Maleh. Um consultório foi todo...

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – passou a oferecer aos seus pacientes o serviço regular de psicologia. Todos pacientes que precisam de apoio podem contar com o serviço, à cargo da psicóloga Daniela Maleh. Um consultório foi todo reformado especialmente para o serviço, oferecendo conforto e comodidade para os pacientes. Há uma série de horários disponíveis, e todas as informações podem ser obtidas na recepção da clínica ou pelo telefone 3182-8282.

Qualquer paciente da clínica poderá optar por este serviço

A partir de hoje, dia 19 de fevereiro, o CREB vai além e passa a oferecer aos seus pacientes, gratuitamente, o serviço de assistência psicológica. Esse serviço específico acontecerá todas as segundas e quartas-feiras, das 9hs às 13hs, sem custo adicional algum ao paciente. Qualquer paciente da clínica poderá optar por este serviço, restrito a estes dois horários. Basta se inscrever na recepção da clínica e comparecer no horário marcado.

– Nosso objetivo é trazer bem-estar e qualidade de vida para nossos pacientes. Afinal, todos podemos viver bem, felizes e sem dor. A dor muitas vezes é incapacitante e altera a nossa qualidade de vida. Esse paciente precisa ser escutado e tratado, sendo nossa função ajudar a melhorar e ficar sem dor. Vamos acompanhá-lo, escutá-lo – explica a psicóloga do CREB.


Uma coluna saudável começa na infância

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá de dor na coluna. E isso inclui as crianças, que não estão, ao contrário do que se imagina, imunes a esse problema tão comum e sério. Vícios de post...

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá de dor na coluna. E isso inclui as crianças, que não estão, ao contrário do que se imagina, imunes a esse problema tão comum e sério. Vícios de postura, sedentarismo e obesidade e mochilas escolares com peso excessivo explicam, em grande parte, os problemas de coluna de crianças e adolescentes.

Vícios de postura, sedentarismo e obesidade e mochilas escolares com peso excessivo

Mas é justamente de criança que podemos fugir dessa estatística tão absoluta da OMS. Pelo menos foi o que apontou uma pesquisa realizada na Bélgica, onde especialistas acompanharam 190 crianças, de nove a 11 anos, por dois anos consecutivos. Esse grupo participou de um programa de conscientização e correção de postura e foi comparado a um outro grupo, de 170 crianças da mesma faixa etária, que não participou de tais atividades. As crianças que participaram do programa apresentaram menos queixas de dor nas costas e desenvolveram uma postura correta, inclusive ao sentar, em sala de aula.

– Não há dúvidas de que a prevenção sempre é o melhor caminho. Não seria diferente no combate a problemas de coluna. Quanto mais cedo nos preocuparmos com essa questão, mais chances se tem de não sofrer de dores na coluna. Devemos orientar nossas crianças sobre a correta postura, e isso fará toda a diferença quando elas crescerem. É fundamental que os pais levem seus filhos para uma consulta de avaliação e orientação. Quanto mais cedo começarem as medidas de prevenção, menos doenças teremos no futuro – garante o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Márcio Taubman.


Computador e videogame: duas horas diárias é o ideal para crianças e adolescentes

A utilização de computadores e videogames é uma realidade, e certamente traz uma série de benefícios, desde que seja evitado o excesso. Estudos brasileiros indicam que crianças de três e quatro anos já brincam com computadores e videogames diariament...

A utilização de computadores e videogames é uma realidade, e certamente traz uma série de benefícios, desde que seja evitado o excesso. Estudos brasileiros indicam que crianças de três e quatro anos já brincam com computadores e videogames diariamente, ao menos por mais de uma hora consecutiva. Tal atividade traz benefícios como o desenvolvimento de habilidades psicomotoras, estímulo e facilitação de pesquisas, acesso a atividades lúdico-pedagógicas e promoção da autoestima, entre outros.

Mas é preciso estar muito atento para que a dedicação aos computadores e videogames não se transformem, por exemplo, em problemas musculoesqueléticos. “É cada vez maior o número de casos que atendemos que associam o uso excessivo de computadores e videogames a manifestações musculoesqueléticas, como, por exemplo, dedo em gatilho e tendinites, entre outros. A verdade é que as crianças passam horas e horas diante de um computador ou um console de videogame. É preciso rever isso”, alerta o médico reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Eduardo Sadigurschi.

Os pais precisam estar atentos à postura de seus filhos

Segundo ele, os pais precisam estar atentos à postura de seus filhos. Diante de um computador ou um videogame, em geral as crianças cometem vícios de postura que podem trazer problemas. “A ergonomia adequada está relacionada à postura e ao mobiliário utilizado para estas atividades. As crianças e os adolescentes precisam ter cuidado e se sentar, por exemplo, em cadeiras que possam ter sua altura ajustada. Eles precisam ficar com as costas e os pés apoiados, e assim manter os olhos na altura e de frente para o monitor, com distância de 30 a 40 cm do usuário. O braço e o antebraço devem garantir um ângulo de 90 graus, com alinhamento e apoio do antebraço, punho e dedos, evitando a angulação com o teclado”, explica o médico do CREB.

O Dr. Eduardo reconhece que é difícil tirar uma criança diante de um computador, mas os pais precisam limitar a atividade. O ideal é que ele não passe mais de duas horas diárias entretido com o computador ou o videogame. “Após uma hora de atividade, é fundamental dar uma pausa e relaxar. A criança precisa se alongar, andar um pouco, enfim, sair daquela situação. Jogar videogame e navegar no computador são atividades prazerosas e importantes, mas não podemos deixar nossos filhos o dia inteiro entretido com essa atividade. É preciso praticar esporte, brincar, correr, enfim, se movimentar livremente”, finaliza o reumatologista.



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