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TOC Terapia de Ondas de Choque tem resultados excelentes no CREB

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O CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia oferece atendimentos com a TOC – Terapia de Ondas de Choque.

A análise dos números dos últimos anos mostra o grande sucesso deste novo tratamento: do total de atendimentos, 75 % obtiveram praticamente cura, ou seja, ausência completa dos sintomas. Dos 25% restantes, apenas 10% não obtiveram nenhum resultado e os demais 15% tiveram uma grande melhora dos sintomas dolorosos, com retorno da função motora.

“Em média, foram necessárias apenas três sessões de aplicação da TOC para que os 75% dos atendimentos obtivessem sucesso. Tive apenas oito casos onde foram preciso mais de cinco sessões”, conta o especialista em TOC e fisiatra do CREB, Antônio d’Almeida Neto.

Segundo ele, a clínica reproduz os melhores resultados encontrados nos principais centros de TOC do mundo. “Comparando nossos números com as publicações internacionais, temos a satisfação de perceber que estamos em um patamar semelhante ao que se apresenta nos melhores centros internacionais do mundo. Nossas estatísticas são compatíveis com os números deles”, afirma o médico.

O que é a TOC – Terapia de Ondas de Choque

A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, está conquistando seu espaço no Brasil, pela sua eficácia, por não ser invasivo e pelos ótimos índices de sucesso em todo mundo.

Outro ponto extremamente importante é o custo: a Terapia por Ondas de Choque custa de oito a dez vezes menos que uma cirurgia e ainda diminui os riscos do paciente com a internação em hospital. A TOC inclusive é utilizada pelo Comitê Olímpico para tratamento de atletas lesionados durante a competição.

O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia.

Indicações da TOC – Terapia de Ondas de Choque

Segundo o Dr. Antônio, as melhores respostas ao tratamento têm sido de casos de patologia em ombros, em especial as tendinites e bursites, na região plantar (sola do pé), principalmente para as fascites plantares, as calcificações na junção do tendão de Aquiles com o osso do calcanhar (entesite aquiléa) e, também, para bursites do quadril (trocanteriana).

“Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação, não é invasivo, é praticamente indolor e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos”, finaliza o fisiatra do CREB, pioneira e uma das poucas clínicas do Rio de Janeiro que disponibilizam a TOC.


Uso de antidepressivos pode aumentar o risco de fraturas

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Um estudo científico demonstrou que há relação entre o uso de antidepressivos e o risco de fraturas. Segundo esta pesquisa, que identificou e analisou 1.217.464 indivíduos, os antidepressivos teriam uma ação direta no metabolismo ósseo e estariam associados com risco aumentado de fratura, porque inibidores da recaptação da serotonina (SSRI – citalopram, fluoxetina, sertralina e outros) e antidepressivos tricíclicos (TCA – amitriptilina, clomipramina e outros) são associados com um moderado e clinicamente significativo aumento do risco de fraturas de todos os tipos. Comparados a não usuários, pacientes que utilizam anidepressivo tiveram um aumento de 42% no risco de fratura não vertebral, 47% no risco de fatura de quadril e, finalmente, 38% no risco de fratura vertebral. Outro estudo que associa o antidepressivo ao maior risco de fraturas também levou em consideração a idade dos pacientes.

– Um risco maior de fraturas foi associado com um aumento da dose de ansiolíticos e sedativos; o mais alto risco estava presente nos indivíduos abaixo de 40 anos de idade. Daí em diante, o risco de fraturas diminuiu com a idade. Para SSRI, um crescente risco de fraturas foi visto com dose e idade crescente. A respeito de TCA, nenhuma tendência específica com a idade estava presente. No entanto, um aumento do risco de fraturas foi associado com aumento da dose TCA na faixa etária acima de 60 anos. Finalmente, para outros antidepressivos, nenhuma tendência específica com observou-se a idade ou a dose. Cuidados devem ser tomados na prescrição de ISRS para indivíduos mais velhos – comenta a pesquisa o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.


Mudança no tratamento contra a osteoporose

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Pacientes que sofrem de osteoporose tomaram um susto esta semana. A maioria usa, para fortalecer os ossos, remédios do grupo dos bisfosfonatos. Mas, de acordo com alerta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), essas drogas teriam efeito contrário: aumentariam o risco de fratura de fêmur e estariam associados a derrame a câncer de esôfago.

Então, qual é a saída? Segundo os especialistas, é o tratamento personalizado, que inclui dieta equilibrada, exercícios e suplementos de cálcio e de vitamina D.

Maria Nazareth Miguez, 82 anos, tomava medicamentos à base de bisfosfonatos há mais de cinco anos. Diante do parecer da Anvisa, parou, por conta própria, de tomar o remédio. Só que agora ela ficou sem proteção nenhuma.

A atitude é equivocada, alerta Bernardo Stolnicki, vice-presidente do comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Os bisfosfonatos são seguros e têm efeitos benéficos quando bem indicados, afirma ele.

Mas, usados por mais de cinco anos, elevam o risco de fraturas em pequena parcela dos pacientes. Nesses casos, há outras opções, algumas com menos efeitos agressivos. “Só não vale automedicação ou interromper o remédio sem consultar seu médico”, reforça Stolnicki.

Apesar dos perigos, os bisfosfonatos (o mais conhecido da turma é o alendronato), no mercado há 20 anos, ainda são a primeira opção dos médicos. Por isso, milhares de doentes não sabem o que fazer após o alerta da Anvisa.

Para Luís Augusto Russo, da Sociedade Brasileira do Estudo do Metabolismo Ósseo e Mineral, não há motivo nenhum para pânico. “Hoje, temos diferentes fármacos para tratar a osteoporose, com dosagens e uso específicas, orais e injetáveis. Só a avaliação vai apontar qual é o melhor em cada situação”.
O mais importante, acrescenta o médico, é ter um tratamento individualizado. “A reposição de vitamina D é fundamental para maior absorção do cálcio.

Também ajuda muito caminhar sob o sol para melhor conversão da vitamina D; e praticar musculação leve com pesos, com orientação”, ensina Russo.

A osteoporose é traiçoeira e silenciosa. A partir dos 30 anos, o corpo naturalmente vai perdendo massa óssea, e o tecido se renova. Mas chega um momento em que ele não consegue fazer mais isso. Então, fica tão frágil e se quebra mesmo sem sofrer nenhum trauma. “Não raro é o primeiro sintoma. Às vezes, a pessoa se abaixa e quebra uma vértebra”, diz Stolnicki.

Daí a importância do diagnóstico precoce, por meio de exames clínicos, laboratoriais e de densitometria óssea. “Pessoas que tomaram por muito tempo remédios com cortisona, como anti-inflamatórios, correm risco de sofrer osteoporose porque essa substância ataca o osso. Também o fumo e o abuso de álcool prejudicam a renovação óssea”, alerta Stolnicki.

PARTES MAIS FRÁGEIS
Os locais mais comuns de fratura por osteoporose são a coluna, colo do fêmur, pulso e vértebras. A fratura de fêmur é considerada uma das mais graves e pode deixar a pessoa imobilizada por vários meses.

DIAGNÓSTICO
Além de exame clínico e físico, o médico pede análises de sangue e de urina. Outro exame importante é a densitometria óssea, que serve para medir a densidade dos ossos e avaliar o risco de fraturas.

Para mulheres com fatores de risco, como baixa estatura e fratura espontânea, médicos recomendam exames para detectar osteoporose a partir dos 50 anos.



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