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Suplementos de cálcio e vitamina D são suficientes no tratamento da osteoporose?

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Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles não são suficientes quando usados ​​sozinhos.

A osteoporose é uma doença do metabolismo ósseo caracterizada pela perda de massa óssea, enfraquecimento ósseo e fraturas. É uma doença silenciosa, pois não resulta em dor e desconforto articular, porém complica com fraturas principalmente no fêmur e coluna vertebral. Pode ser diagnosticada através de um exame chamado densitometria óssea.

A doença ocorre principalmente em mulheres na pós menopausa, homens à partir dos 70 anos de idade e são fatores de risco para doença: tabagismo, sedentarismo, etilismo, descendência asiática, história na família de osteoporose em parente de primeiro grau,  dieta pobre em fonte de cálcio, doenças da tireóide, doença intestinais disabsortivas (Doença Celíaca), doenças reumatológicas inflamatórias (Artrite Reumatóide), medicamentos (corticóides).

Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles não são suficientes quando usados ​​sozinhos. Eles devem ser usados ​​em combinação com um agente anti reabsortivo, tais como a classe de medicamentos denominados bifosfonatos.

Em quase todos os ensaios clínicos randomizados de agentes anti reabsortivos, os pacientes que tomaram esse tipo de medicação tiveram significativamente menos fraturas do que aqueles que tomaram apenas cálcio e vitamina D. Assim, concluímos que quando suplementados sozinhos não são adequados.


Você quer dormir bem?

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Você é daquelas que acorda com dores no corpo, cansaço, como se não tivesse dormido sequer uma hora de sono?

Pois bem, o problema pode ser o colchão. Duros ou moles demais, não dão a sustentação perfeita para o seu corpo, desalinham a coluna e a musculatura não relaxa. Resultado: noites mal dormidas e cansaço redobrado. Aprenda a escolher o colchão certo e conquiste um sono tranquilo com a orientação do fisiatra e reumatologista do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia, Haim Maleh.

Escolha a dedo

Não basta ir até a loja e escolher o modelo maior e mais caro. Antes de levar o colchão para casa, é preciso conferir se ele está ajustado ao seu peso e altura. No caso de um casal, deve-se calcular com base no peso dos dois. “Solicite ao vendedor a tabela de densidade. Através dela, você vai descobrir qual dos colchões expostos vai se enquadrar perfeitamente na sua relação peso/altura”, explica o médico.

Conforto e segurança

Nada como deitar num colchão bem macio, certo? Errado. Sem a sustentação necessária, com certeza você vai acabar dormindo de maneira inadequada. “O colchão precisa ter molas em seu interior para dar firmeza. O conforto fica por conta do revestimento de espuma”, afirma o fisiatra. Há quem diga que um colchão duro deixa a coluna ereta durante o sono, mas o especialista garante que isso é um pensamento errado: “A pessoa não vai se sentir confortável, vai mudar de posição durante à noite diversas vezes e não vai ter uma boa qualidade de sono. Além disso, a musculatura não relaxa e ela vai acordar com dores. O mesmo vale para os colchonetes”.

Detalhes fundamentais

De seis em seis meses, o colchão precisa ser virado. “Isso garante que a posição que você dorme não cause uma deformidade permanente no colchão. Além de aumentar a vida útil da peça, evita lesões na coluna”, diz o médico. Para uma noite de sono perfeita, o travesseiro também precisa ser bem escolhido. “Procure aqueles com recheio sintético. Os de pena de ganso são muito moles e não acomodam a curvatura da cervical”, garante Maleh.


Entorse no tornozelo: fisioterapia é fundamental para sucesso do tratamento

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A entorse de tornozelo é dos motivos que mais levam as pessoas, de todas as idades, ao consultório de um ortopedista.

Afinal, são lesões que acontecem diariamente, a partir de uma torção de um passo em falso, um escorregão ou mesmo uma topada. Mas o que parece ser algo corriqueiro e passageiro pode se transformar em um problema maior se não tratado corretamente, alerta o ortopedista Carlomã Câmara de Aguiar, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

“Todo mundo está apto a passar por isso. As vezes, um simples passo em falso é o suficiente para provocar uma entorse no tornozelo, ou seja, uma torção com lesão ligamentar. Temos três graus de lesão: um simples estiramento, uma ruptura parcial ou uma ruptura total. Em todos casos, temos como tratar, com medicamento, em alguns casos com imobilização, seguida de fisioterapia”, explica o médico.

Segundo o Dr. Carlomã, é fundamental que um especialista seja consultado para o problema não se agravar. Além disso, ele alerta para um problema que considera sério: muitas vezes, o paciente faz o tratamento mas abandona a fisioterapia tão logo recupere o movimento.

– A fisioterapia, nestes casos, é fundamental. É muito importante para recuperar a estabilidade do tornozelo. Não é apenas para combater a dor que receitamos a fisioterapia. Ela tem um papel fundamental para recuperar as articulações e evitar uma lesão mal curada. É preciso seguir o que o médico estabeleceu, para inclusive evitar novos problemas na região afetada – afirma.



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