Ortopedista do CREB apresentará trabalho em congresso internacional de TOC, na Espanha
A ortopedista Danielle Soares Morel, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participará do 20th Congress of the International Society for Medical Shockwave Treatments – congresso internacional sobre Terapia de Ondas de Choque (TOC),...
A ortopedista Danielle Soares Morel, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participará do 20th Congress of the International Society for Medical Shockwave Treatments – congresso internacional sobre Terapia de Ondas de Choque (TOC), que acontecerá em San Sebastian, na Espanha, de 22 a 24 de junho.
O encontro, que reunirá especialistas do mundo inteiro, apresentará os avanços e as novidades da TOC. A Dra. Danielle apresentará, na ocasião, um trabalho no formato poster intitulado: “Extracorporeal shockwave therapy and delayed healing of fracture of fifth metatarsal – a case report”.
“Fiz um relato de caso de uma paciente que tratei recentemente no CREB e que evoluiu muito bem. Havia um retardo de consolidação de uma fratura no pé e realizamos sessões de TOC, com excelente resultado”, afirma a Dra. Danielle, membro da equipe de Terapia de Ondas de Choque do CREB, coordenada pelo Dr. António d’Almeida. Corroboramos mais uma vez a indicação de TOC – Terapia por Ondas de Choque – para pseudo artrose e retardo de consolidação de fratura.
Cuidados essenciais com a prática de exercícios no inverno
A temporada de inverno, que oficialmente tem início em 21 de junho e termina em 22 de setembro, não se trata apenas de se agasalhar, saborear chocolate quente, desfrutar de fondue e fazer viagens para regiões montanhosas.
É também o momento de tomar precauções especiais em relação à sua rotina de atividade física, sendo o principal não deixar de praticá-la regularmente.
É bastante comum as pessoas interromperem suas atividades físicas durante o inverno. Aqueles que praticam natação, por exemplo, pensam duas vezes antes de ir para a aula, incomodados com as baixas temperaturas. O mesmo acontece com os que se exercitam ao ar livre, como correr na orla da praia ou jogar futevôlei na areia. O frio nos convida a ficar em casa, mas isso não é benéfico - alerta ortopedistas do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia.
O frio: o maior adversário da prática de exercícios físicos
Durante o inverno, o frio se torna o maior inimigo da atividade física. Ao interromper a prática regular, uma pessoa perde seu condicionamento físico e se torna mais suscetível ao ganho de peso, uma vez que outra característica do inverno é o aumento do consumo de alimentos calóricos.
Acostumamos a essa rotina, a desmotivação surge, e se torna muito mais difícil retomar depois. É fundamental estar atento a isso. A prática de exercícios físicos deve ser regular. No entanto, aqueles que não interrompem suas atividades devem tomar alguns cuidados adicionais. Lesões causadas pela falta de aquecimento são muito comuns no inverno. Antes de iniciar qualquer atividade física, é necessário realizar um bom aquecimento. Utilize roupas que mantenham seu corpo aquecido, mantenha-se hidratado e prefira horários mais adequados, quando o frio é menos intenso.
Fraturas de quadril nos homens: é preciso identificar quem tem alto risco
As estatísticas mostram que em torno de 30% das fraturas de quadril acontecem em homens.
Quando comparadas com as mulheres, a mortalidade, a morbidade e a perda de independência após uma fratura no quadril são maiores no sexo masculino. “Em homens mais velhos, as fraturas de quadril têm um imenso impacto na vida pessoal e, vale destacar, na saúde pública também.
É especialmente importante que homens em alto risco sejam identificados para que se possa tomar atitudes antes do fato em si. Afinal, muitos desses fatores indicativos são facilmente avaliados em uma consulta clínica e isso pode trazer uma melhora na estratificação do risco”, pontua o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Muitos fatores indicativos são facilmente avaliados em uma consulta clínica
O médico do CREB destaca que Idade avançada (mais de 75 anos), baixa densidade óssea no colo do fêmur, tabagismo, maior perda de altura e peso desde os 25 anos de idade, histórico de fraturas, uso de antidepressivos tricíclicos, história de infarto agudo do miocárdio ou angina, hipertireoidismo e Parkinson são associados a um aumento do risco de fratura no quadril e preditores para tal evento. Outra questão importante é que o risco de fratura do quadril aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente, assim como baixa ingestão de proteínas.
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