Cinco alimentos que podem ajudar a prevenir artrite
Sardinha – Este peixe é rico em omega-3, o que o faz ser um excelente antiinflamatório. O ideal é sempre escolher comidas ricas em omega-3 ao invés de suprir a necessidade desta com suplementos. A quantidade perfeita a ser consumida fica em torno de...
Sardinha – Este peixe é rico em omega-3, o que o faz ser um excelente antiinflamatório. O ideal é sempre escolher comidas ricas em omega-3 ao invés de suprir a necessidade desta com suplementos. A quantidade perfeita a ser consumida fica em torno de duas porções de sardinha por semana. Aqueles que almejam o controle da dieta não devem consumir esta frita ou enlatada em óleo. Uma opção saborosa é fazer uma pasta de sardinha que pode ser consumida com torradas ou mesmo como sanduíche no pão. A receita é misturá-la com azeite, mostarda, suco de limão, cebolinha e sal.
Azeite de oliva – O azeite de oliva extra virgem pode ser considerado um medicamento natural, pois ele contém muito oleocanthal, que faz com que nosso organismo bloqueie as enzimas que fazem espalhar as infalamções, ou seja, trabalha da mesma forma que muitos dos medicamentos antiinflamatórios. Troque os outros tipos de gordura como manteiga por azeite de oliva extra virgem. Este também é bom para temperar saladas.
Açafrão – Este tempero é muito conhecido por aliviar dores, inflamações e amenizar a rigidez causada pela artrite. Coloque este tempero na frente dos outros e use-o para incrementar o sabor de
sopas, ensopados e até mesmo alimentos fritos.
Brócolis – O brócolis contém muito sulforafano, que ajuda a eliminar as inflamações, além de alto nível de vitamina k, que faz tornar mais lento o progresso da artrite. A melhor forma de consumo deste é cru ou no vapor, mantendo seus nutrientes integrais para absorção.
Alimentos integrais – Os alimentos integrais só trazem benefícios a sua dieta, até mesmo para perda de peso. Coma mais produtos integrais como arroz, cereais e biscoitos. Aqueles que comem cereais pela manhã devem adicionar maçã picadinha – esta fruta além de doce contém antioxidantes que ajudam a eliminar inflamações.
Os alimentos são uma fonte de ajuda ao tratamento e prevenção de muitas doenças como a artrite, osteoporose, gota, entre outras. Eles podem ajudar e complementar uma orientação global, que passa pelo correto diagnóstico e pode necessitar também de medicamentos, orientação e reabilitação física para o completo tratamento.
Dor de cabeça pode ser originada por problemas de coluna
A Academia Brasileira de Neurologia (ABN) estima que 93% da população brasileira já sentiram algum tipo de dor de cabeça, sendo que 31% desse total precisam de um tratamento clínico para eliminar o problema. Existem mais de 150 tipos de dor de cabeça e as mais conhecidas são a do tipo tensional e a enxaqueca.
“Na maioria das vezes, a cefaléia é consequência de algum problema de saúde, ou seja, um sintoma de algo que não está bem. O que muita gente não sabe é que inflamações nas articulações, má postura e desvios na coluna vertebral podem ser os motivos de constantes dores de cabeça”, explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (CREB).
Segundo o médico do CREB, na maioria das vezes a pessoa com dor de cabeça toma um analgésico e acha que resolveu o problema. Isso é um erro. “O analgésico alivia o sintoma, mas não resolve a causa da dor, que pode ter várias origens.
Se a dor é constante, deve ser investigada por um especialista. Dores de cabeça provenientes de má postura e problemas na coluna são muito mais frequentes do que se possa imaginar. E a fisioterapia e protocolos que incluem RPG – Reeducação Postural Global – podem resolver o problema”, diz o Dr. Haim Maleh.
“É muito comum desenvolvermos problemas articulares, principalmente quando vamos nos aproximando da terceira idade ou quando não praticamos atividade física regular, por exemplo. Quando a dor de cabeça é consequência de problemas articulares, a fisioterapia pode ajudar a melhorar consideravelmente a qualidade de vida do paciente. Vamos tratar da causa, não do sintoma. Um especialista deve ser procurado para avaliar o problema e descobrir a causa”, finaliza ele.
Publicado em
Especialista faz alerta para o tempo excessivo diante do computador e do videogame
Por muito tempo acreditou-se que reumatismo era “doença de velho”.
Mas, atualmente, o videogame, o computador e os telefones celulares, cada vez mais modernos, fazem com que a doença atinja um número maior de crianças e adolescentes.
“Wiitis”, “síndrome do ecrã tela”, “polegar Blackberry” e “cotovelo de telemóvel” são os nomes que explicam a origem tecnológica de doenças há muito conhecidas, as doenças reumáticas, que sempre foram atribuídas às pessoas com mais idade.
O tempo de uso dos aparelhos eletrônicos preocupa os especialistas
Com o excesso, os jovens podem desenvolver tendinite, um tipo de reumatismo. A preocupação é grande e médicos britânicos que participaram de uma conferência em Londres, em maio, a Eular, defendem a necessidade de advertências legais nas embalagens para avisar aos usuários sobre os efeitos do uso abusivo de videogames e celulares.
O fisiatra e reumatologista do Centro de Reumatologia e Ortopedia (CREB), Haim Maleh, alerta que o uso excessivo dos aparelhos eletroeletrônicos leva crianças e adolescentes a fazerem uso repetitivo das articulações das mãos, punhos e cotovelos, resultando no desenvolvimento de tendinites nessas regiões. Elas são caracterizadas pela presença de dor ao movimento, levam à dor constante e limitação funcional.
“Praticar essas ações por muito tempo provoca lesões que acarretam em dores nas mãos e nos punhos. Além disso, na maioria das vezes os usuários adotam posturas inadequadas, resultando no aparecimento precoce de dores na coluna vertebral também”, explica Haim.
Iuri Pimenta, de 13 anos, costumava jogar videogame todos os dias por cinco horas. Jogava duas horas, parava um pouco e voltava a jogar.
“Agora, por causa do colégio, só jogo nos fins de semana. Nas férias, eu jogo o dia inteiro. O celular também tem jogos, então, passo bastante tempo brincado com o aparelho também”, conta Iuri.
A professora Renata Pimenta, 38, mãe de Iuri, se preocupa com o tempo que o filho passa diante do videogame. A preocupação aumentou ainda mais depois que ele ganhou um videogame portátil.
“Eu trabalho e não tenho como vigiá-lo o tempo todo. Restringi o tempo de uso porque estava prejudicando os estudos também. Às vezes, a decisão de fazer um intervalo é dele; em outras, eu peço para que ele descanse um pouco. Observo que a postura dele é meio caidinha enquanto joga”, diz.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619
