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Fibromialgia: acupuntura atua sobre a dor, o cansaço e a ansiedade

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Utilizada milenarmente pela medicina oriental, cada vez mais presente na medicina oriental nos dias de hoje, a acupuntura traz principalmente alívio para as dores das mais diversas doenças. No caso da fibromialgia, também melhora significativamente o...

Utilizada milenarmente pela medicina oriental, cada vez mais presente na medicina oriental nos dias de hoje, a acupuntura traz principalmente alívio para as dores das mais diversas doenças. No caso da fibromialgia, também melhora significativamente os sintomas da ansiedade e da fadiga, tão presentes entre os que são acometidos pela doença e que alteram muito sua qualidade de vida.

Foi o que ficou comprovado em um estudo realizado por pesquisadores da Mayo Clinic, a partir de uma pesquisa com 50 pacientes com fibromialgia, segundo critérios do American College of Rheumatology, que já haviam tentado tratamentos conservadores, incluindo a ingestão de suplementos dietéticos e ervas. O grupo tratado com acupuntura apresentou uma melhora considerável. Muitos pacientes inclusive disseram que se sentiram relaxados imediatamente após a sessão de acupuntura.

– Dois por cento da população mundial, principalmente mulheres, sofrem de fibromialgia. Essa doença pode afetar gravemente a qualidade de vida do paciente, principalmente quanto ao quadro de dor, muito comum nesses casos. A acupuntura alivia as dores e a pesquisa mostra que vai além, trazendo benefícios sobre a ansiedade e o cansaço.

Protocolos de tratamento incluem a acupuntura e a hidroterapia

Temos, no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – protocolos de tratamento que incluem a acupuntura, e também a hidroterapia, que traz excelentes resultados quando associada ao tratamento – explica o reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB.


Atriz Dani Valente revela ter fibromialgia

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Com tratamento, é possível recuperar a qualidade de vida perdida com a Fibromialgia

Conhecida pelo seu trabalho em Zorra Total e Malhação, a atriz Dani Valente utilizou seu perfil no Instagram para comunicar que foi diagnosticada com fibromialgia. Ela relatou sentir dores por todo o corpo, exaustão e “uma depressão danada por não conseguir fazer 10% do que você gostaria”.

Dani mora atualmente nos Estados Unidos, e disse que por conta da doença optou por uma alimentação saudável, meditação e contato com a natureza, e que hoje escolhe seus trabalhos, optando mais por escrever do que atuar. Por fim, ela disse que optou por divulgar sua doença para que as pessoas possam dar valor às coisas simples da vida, “Seja feliz todos os dias ok? É o que desejo do fundo do coração”, finaliza ela a mensagem para os fãs.

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam o paciente ao consultório do médico. De 3% a 5% da população pode apresentar tal quadro clínico, sendo que entre 80% e 90% desse total são mulheres na faixa entre 30 e 60 anos. Uma pesquisa revela que 63% dos brasileiros que têm a doença diagnosticada não sabem descrever os sintomas da fibromialgia ao médico. E cerca de 70% dos que receberam esse diagnóstico jamais ouviram falar até então sobre a doença.

– Esta é uma doença ainda pouco conhecida. Temos dificuldade de diagnosticá-la porque não há exames que possam comprovar que o paciente é portador da fibromialgia. Ele irá se basear em aspectos clínicos, na avaliação da história familiar e no exame físico do paciente. Os principais sintomas são dores generalizadas pelo corpo, nas articulações, na coluna vertebral, nos músculos e nos tendões, dor de cabeça, sensibilidade maior ao frio, formigamento nos pés e ou nas mãos, tonteiras, desânimo, fadiga, dificuldades para dormir, sono não reparador e, ainda, falta de motivação e tristeza. É preciso que o reumatologista seja bastante experiente para diagnosticar a doença – relata o reumatologista Sérgio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O que a atriz Dani Valente não falou em seu post é que é possível tratar da fibromialgia e devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. Além de medicamentos específicos e prática regular de exercício físico, o CREB utiliza protocolos que incluem acupuntura, pilates terapêutico, RPG e hidroterapia, com excelentes resultados.

– É preciso entender as necessidades do paciente e apresentar um tratamento individualizado. Com esse tratamento, podemos melhorar a dor, a mobilidade, o humor, o sono e, assim, estabelecer uma rotina normal. É importante que o paciente procure um médico bastante experiente. É possível devolver a qualidade de vida perdida, e é isso que buscamos fazer – finaliza o Dr. Sérgio.


Joelho do corredor, uma das principais lesões provenientes do esporte

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Popularmente conhecida como “joelho do corredor”, a Síndrome do Trato Iliotibial é uma das mais comuns lesões que acometem corredores e ciclistas – profissionais e amadores.

Segundo as estatísticas, é a segunda lesão mais comum em joelhos de esportistas, atingindo 15% das lesões provenientes do esporte. “Trata-se da inflamação do tendão devido ao constante atrito sobre o côndilo femural, causado por repetitivos movimentos de flexão e extensão do joelho.

Os atletas mais acometidos são aqueles que apresentam fraqueza e desequilíbrio dos músculos flexores e extensores do joelho, o que sobrecarrega a função do trato iliotibial, que deixa de lado seu papel de músculo auxiliar do movimento, passando a fazer o papel de flexor e extensor do joelho”, explica o ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e do Clube de Regatas do Flamengo.

“O trato iliotibial é uma banda muscular originada no osso ilíaco do quadril e que estende-se por toda a face lateral da coxa, passando por cima do côndilo femural até a inserção do seu tendão no tubérculo de Gerdy na tíbia (face lateral do joelho). Ele tem a função de estabilizar o quadril e o joelho lateralmente e auxiliar o quadríceps a realizar a extensão da perna e os músculosisquiotibiais a realizarem a flexão da perna”, explica o Dr. João Marcelo. Segundo ele, a síndrome do trato iliotibal traz hipersensibilidade, sensação de queimação e dor na face lateral do joelho. Essas dores aumentam conforme o ritmo do movimento, e são comuns logo no início da atividade física. Posteriormente, podem limitar momentaneamente os movimentos de flexão e extensão do joelho. “As dores podem desaparecer após o repouso, mas sempre volta quando a pessoa volta a realizar seu exercício físico”, pontua o médico.

O tratamento do joelho de corredor utiliza anti-inflamatórios, repouso e fisioterapia

Para avaliar essa lesão, o médico fará exame clínico, testes de força muscular e também poderá solicitar exames de imagem de ultrassom e ressonância magnética.

“O tratamento utiliza anti-inflamatórios, repouso e fisioterapia. No CREB contamos com protocolos que podem incluir acupuntura e hidroterapia, além de pilates terapêutico. É preciso alongar e fortalecer a região, em busca do reequilíbrio muscular e articular. Treinar com dor não é nada saudável. O atleta, amador ou não, precisa procurar um médico ao menor sinal de dor. Porque se ele sentir dor, é porque algo está acontecendo”, finaliza.



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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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