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CREB oferece reabilitação neurológica

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Além dos serviços de diagnóstico, tratamento e reabilitação física em reumatologia, ortopedia e fisiatria, que o tornam um centro de referência, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –  agora dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com  hidroterapia em piscinas aquecidas, cinesioterapia nos seus vários métodos e acupuntura, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, o CREB oferece tratamento para a espasticidade e distonias, com aplicação da toxina botulínica Tipo A, que vem apresentando excelentes resultados clínicos.

Várias alterações neurológicas estão sujeitas a intervenções que visam a reabilitação e a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Dentre a disfunções neurológicas mais comuns está a espasticidade, manifestação clínica encontrada em pacientes com seqüela de AVC e na encefalopatia não progressiva da infância (paralisia cerebral), por exemplo. Movimentos involuntários, como distonias, que levam a posturas anormais de segmentos do corpo, também são passíveis de tratamentos modernos e altamente eficazes. “Distonia é um termo usado para descrever um conjunto de patologias neurológicas caracterizadas por movimentos e posturas anormais, freqüentemente dolorosos. Os pacientes têm espasmos musculares involuntários, e a sua causa não é conhecida na maioria das vezes. Atualmente, a Toxina Botulínica Tipo A é considerada tratamento padrão ouro em distonias. No caso da espasticidade, o músculo fica rígido, limitando a amplitude de movimentos articulares e causando dor. É um distúrbio freqüentemente visto após acidentes vasculares cerebral (“derrames”), traumatismos crânio-encefálicos, paralisia cerebral, traumas raquimedulares e outras lesões cerebrais. A espasticidade é um dos aspectos mais incapacitantes dessas condições. O uso da Toxina Botulinica Tipo A também traz excelentes resultados nestes casos”, ensina o Dr. Bruno Coutinho, médico do setor de reabilitação neurológica do CREB.

Segundo o Dr. Bruno, a Toxina Botulínica Tipo A vem sendo usada há 20 anos no tratamento de condições neurológicas, especificamente nas doenças caracterizadas por distonias e espasticidade. Aliado aos avanços na terapêutica com a Toxina Botulínica Tipo A, também houve grande desenvolvimento de técnicas de reabilitação neurológica, que proporcionam uma vida ativa e produtiva a pacientes que, em outros tempos, seriam permanentemente considerados incapazes. “Devem ser observados critérios de inclusão e exclusão que o seu médico saberá explicar-lhe. Além disso, pacientes com espasticidade e distonias têm necessariamente que estar num programa de reabilitação física/multiprofissional. O tratamento é feito através de simples injeções musculares realizadas pelo médico. A freqüência do tratamento é de 3 a 6 meses (em média 4 a 5 meses entre cada aplicação). E o número de sessões é individualizado para cada caso”, explica o médico do CREB.

Aliado a um programa de reabilitação física multiprofissional, os resultados da aplicação da Toxina Botulínica Tipo A são animadores. Segundo o Dr. Bruno, entre os resultados do tratamento está a melhora das atividades funcionais do paciente, como a marcha, a movimentação voluntária e retorno ao trabalho e a diminuição da dor. “Outros benefícios são a prevenção de contraturas, a diminuição da freqüência e gravidade dos espasmos dolorosos e até o retardo na indicação de procedimentos cirúrgicos, ou mesmo a sua suspensão”, afirma. A aplicação da Toxina Botulínica Tipo A deve ser feita por médico especialista, em consultório. O CREB dispõe deste serviço, além de protocolos de reabilitação física que podem incluir exercícios corretivos, métodos que buscam melhora da marcha e do equilíbrio, acupuntura e hidroterapia em piscinas aquecidas e apropriadas para esse fim, entre outros.


Fisioterapia: Uma Abordagem Eficiente para Alívio e Prevenção da Dor Ciática

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A dor ciática é frequentemente intensa e pode se irradiar para os membros inferiores. Resultante da compressão do nervo ciático, essa dor pode ter diversas causas, exigindo um diagnóstico preciso de um especialista e o tratamento adequado recomendado por ele.

A fisioterapia surge como uma excelente opção para lidar com essa condição, além de ser usada como forma de prevenção.

Em muitos casos de dor ciática, o fisioterapeuta pode sugerir exercícios específicos, controlados e progressivos. O objetivo é reduzir a dor a curto prazo e proporcionar condições para evitar futuros episódios dolorosos, como explica Dr. Handerson Meurer, Gerente de Fisioterapia do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Ele ressalta que o exercício é mais benéfico para aliviar a dor ciática do que o repouso na cama, uma vez que a inatividade pode agravar o quadro doloroso.

Sem a prática de exercícios direcionados, os músculos das costas e as estruturas da coluna podem se enfraquecer e descondicionar, o que pode levar a outras lesões e agravar a dor. O fortalecimento muscular e o alongamento desempenham um papel crucial na saúde dos discos espinhais, auxiliando na troca de nutrientes e fluidos dentro dos discos, mantendo-os saudáveis e prevenindo a compressão do nervo ciático, que é a causa da dor, de acordo com o fisioterapeuta do CREB.

Na clínica, são utilizados protocolos que envolvem acupuntura, RPG (Reeducação Postural Global) e hidroterapia. Caso haja qualquer sinal de dor, é recomendável procurar imediatamente a avaliação de um médico especialista.

CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo

Central de Atendimento: WhatsApp (21) 3182-8282

  • Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 408 - Botafogo
  • Funcionamento: Seg a Sex 07:00 as 22:00 e Sáb 08:00 as 15:00

TOC combinada com outras terapias tem melhores resultados

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é pioneiro no uso da TOC -Terapia de Ondas de Choque, no Rio de Janeiro. Desde novembro de 2006 esse tratamento – hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo – é oferecido na clínica e de lá para cá já foram atendidos mais de 3 mil casos catalogados. O CREB observa os mesmos índices encontrados no exterior, principalmente Europa e Estados Unidos, onde a técnica é utilizada há mais de 10 anos: de 75 a 85% de sucesso em casos onde os tratamentos convencionais não apresentaram resposta positiva.

O fisiatra e reumatologista do CREB, Dr. Antônio d’Almeida Neto, é especialista em TOC e um dos únicos cinco médicos de todo o continente americano certificado pela ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Segundo ele, todos os atendimentos de TOC feitos no CREB são devidamente catalogados para estudos científicos e constantes avaliações. “Do total de atendimentos, 75 % obtiveram praticamente cura, ou seja, ausência completa dos sintomas. Dos 25% restantes, apenas 10% não obtiveram nenhum resultado e os demais 15% tiveram uma grande melhora dos sintomas dolorosos, com retorno da função motora”, revela ele.

Segundo ele, a experiência da clínica está em sintonia com as estatísticas internacionais, mas observa-se que os resultados agregam valor se combinados com outros protocolos, que incluem principalmente hidroterapia e acupuntura.

– Nossa experiência com cerca de 3000 casos, que em sua grande maioria, obtiveram resultados satisfatórios, revela que os resultados ganham valor agregado ao combinar a TOC com outras terapias. Tais como procedimentos fisioterápicos e acupuntura, nos caso de fasciíte plantares; hidroterapia, nos casos de lombalgias crônicas refratárias a outros procedimentos ou as tendinopatias de ombro ou quadril. Isto tem sido um diferencial significativo, em especial em relação a hidroterapia, onde temos em curso uma amostragem em avaliação – explica ele.

O Dr. Antônio acrescenta que os resultados, em sua grande maioria, não ocorrem de imediato, havendo uma redução significativa do nível da dor, após as sessões. “O desaparecimento da dor residual ocorre de um a quatro meses, após o término do tratamento, período no qual estarão ocorrendo diversas reações celulares e teciduais, ou seja, formação de novo tecido vascular, com aumento de irrigação e oxigenação local, que provoca uma renovação dos tecidos da região tratada”.

O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619