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Qual é o seu problema: dor no ombro

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Comecei a sentir dor no ombro depois de realizar um pequeno esforço. O problema piorou e a ultra-sonografia indicou “tendinite do supraespinhoso, com diminuta rotura parcial na inserção de fibras”. Qual é o tratamento? (Ricardo, Rio de Janeiro, RJ)

• Queixas de dor no ombro com dificuldade de movimentos podem ser causadas por lesão no tendão. Se o tratamento clínico com cinesioterapia, eletroterapia, acupuntura e medicação não resolver, pode-se tentar, antes de indicar a cirurgia, a terapia por ondas de choque. As ondas acústicas ajudam a aliviar a inflamação e a dor. Converse com seu médico para saber mais sobre os tratamentos e esclarecer suas dúvidas.

Rodrigo Kaz, ortopedista da equipe da Universidade de Pittsburgh

Publicado no O Globo

CREB na mídia


Pilates e hidroterapia são recomendadas no combate à fibromialgia

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Dor difusa pelo corpo, cansaço, desânimo, insônia, depressão, ansiedade, enxaqueca, dores do intestino, sensação de sono não restaurador e sensibilidade maior ao frio. Esses são os principais sintomas da fibromialgia, uma das doenças reumatológicas q...

Dor difusa pelo corpo, cansaço, desânimo, insônia, depressão, ansiedade, enxaqueca, dores do intestino, sensação de sono não restaurador e sensibilidade maior ao frio. Esses são os principais sintomas da fibromialgia, uma das doenças reumatológicas que mais levam pacientes aos consultórios médicos e que atinge de 3% a 5% da população, entre os quais de 80% a 90% mulheres na faixa entre 30 e 60 anos.

“A verdade é que a fibromialgia ainda é uma doença pouco conhecida. Não é simples estabelecer seu diagnóstico, pela falta de objetividade de exames radiológicos e laboratoriais nesse caso específico. Muitas vezes é necessária a exclusão de outras doenças reumatológicas. Apenas um reumatologista ou fisiatra experiente está apto a diagnosticar a doença, e para isso ele vai se basear em aspectos clínicos, na avaliação do histórico do paciente e de sua família e no exame físico”, explica o Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dr. Haim Maleh.

Ainda não se sabe a causa da doença, mas é possível tratar com sucesso os sintomas e devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. Além de medicação específica, recomenda-se atividade física orientada. “No CREB, contamos com protocolos que incluem hidroterapia, realizada em piscinas apropriadas, acupuntura e pilates terapêutico, entre outros procedimentos, individualizando o tratamento segundo as necessidades de cada pessoa. Temos tido ótimos resultados. O paciente pode levar uma vida normal, sem dor e sem os demais sintomas”, garante ele.

O paciente deve se comprometer com o tratamento e ser disciplinado

Segundo o Dr. Haim, o paciente deve se comprometer com o tratamento e ser disciplinado, para que alcance o sucesso desejado. O acompanhamento com o reumatologista ou fisiatra é essencial. A hidroterapia e o pilates são atividades físicas indicadas pois respeitam as limitações do paciente. “A hidroterapia é feita em piscina com água aquecida, entre 32 e 34 graus, e isso ajuda na realização dos alongamentos e a mobilidade articular. A água quente ajuda a relaxar o corpo e os músculos. Já o pilates terapêutico é uma atividade física muito prazerosa, e pode ser realizada por qualquer um, ao seu ritmo. São duas ótimas alternativas para pacientes que não conseguem praticar atividades físicas por conta das dores causadas pela fibromialgia”, afirma o Dr. Haim.


TOC combinada com outras terapias tem melhores resultados

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é pioneiro no uso da TOC -Terapia de Ondas de Choque, no Rio de Janeiro. Desde novembro de 2006 esse tratamento – hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo – é oferecido na clínica e de lá para cá já foram atendidos mais de 3 mil casos catalogados. O CREB observa os mesmos índices encontrados no exterior, principalmente Europa e Estados Unidos, onde a técnica é utilizada há mais de 10 anos: de 75 a 85% de sucesso em casos onde os tratamentos convencionais não apresentaram resposta positiva.

O fisiatra e reumatologista do CREB, Dr. Antônio d’Almeida Neto, é especialista em TOC e um dos únicos cinco médicos de todo o continente americano certificado pela ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Segundo ele, todos os atendimentos de TOC feitos no CREB são devidamente catalogados para estudos científicos e constantes avaliações. “Do total de atendimentos, 75 % obtiveram praticamente cura, ou seja, ausência completa dos sintomas. Dos 25% restantes, apenas 10% não obtiveram nenhum resultado e os demais 15% tiveram uma grande melhora dos sintomas dolorosos, com retorno da função motora”, revela ele.

Segundo ele, a experiência da clínica está em sintonia com as estatísticas internacionais, mas observa-se que os resultados agregam valor se combinados com outros protocolos, que incluem principalmente hidroterapia e acupuntura.

– Nossa experiência com cerca de 3000 casos, que em sua grande maioria, obtiveram resultados satisfatórios, revela que os resultados ganham valor agregado ao combinar a TOC com outras terapias. Tais como procedimentos fisioterápicos e acupuntura, nos caso de fasciíte plantares; hidroterapia, nos casos de lombalgias crônicas refratárias a outros procedimentos ou as tendinopatias de ombro ou quadril. Isto tem sido um diferencial significativo, em especial em relação a hidroterapia, onde temos em curso uma amostragem em avaliação – explica ele.

O Dr. Antônio acrescenta que os resultados, em sua grande maioria, não ocorrem de imediato, havendo uma redução significativa do nível da dor, após as sessões. “O desaparecimento da dor residual ocorre de um a quatro meses, após o término do tratamento, período no qual estarão ocorrendo diversas reações celulares e teciduais, ou seja, formação de novo tecido vascular, com aumento de irrigação e oxigenação local, que provoca uma renovação dos tecidos da região tratada”.

O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos.



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