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Equipe multidisciplinar trata das sequelas do AVC no CREB

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Equipe multidisciplinar trata das sequelas do AVC no CREB

  • Quem já foi acometido pela doença precisa traçar um programa de prevenção secundária e reabilitação. Ou seja, é preciso se proteger de um novo AVC (Acidente Vascular Cerebral) e se dedicar à reabilitação física para tratar das sequelas da doença. Esse programa é multiprofissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas.

Quem afirma é Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , e reumatologia da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo ele, trata-se de uma doença de alta mortalidade e morbidade, e muitos que sobrevivem podem adquirir graves sequelas para o resto da vida.

O CREB conta comum setor específico para tratar sequelas do AVC. Uma equipe multidisciplinar atende o paciente, e isso pode incluir até mesmo aconselhamento psicológico, que na clínica é oferecido aos pacientes gratuitamente. Segundo o Ministério da Saúde, o AVC é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por câncer de mama. Nos Estados Unidos acontece um caso de AVC a cada 40 segundos.

“A prevenção da doença deve passar fundamentalmente pelo controle dos riscos das doenças cardiovasculares. Ou seja, é preciso controlar a hipertensão arterial, a diabetes, os níveis de colesterol e o peso. O diâmetro da cintura do paciente, por exemplo, é mais um importante indicativo de predisposição para doenças cardiovasculares”, pontua o Dr. Haim.


Atividade física e a Osteoporose

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Atividade física e a Osteoporose

A atividade física é fundamental para todos. É sinônimo de saúde e bem–estar. Um programa de exercícios  ideal deve fornecer benefício para o ossos, o coração e musculatura, logo deve-se incorporar na prática física: alongamento, atividade aeróbica e musculação. Devemos realizar atividade física para nos tornarmos saudáveis, para redução da gordura corporal, para manutenção da massa óssea e muscular.

E como a realização de atividade física pode auxiliar na manutenção da massa óssea?

A manutenção da massa óssea e a prevenção de perda de massa óssea pode ser conseguida através da prática de exercícios visando a resistência muscular. Quando realizamos exercícios visando o treino da resistência muscular,  o estresse mecânico do músculo torna-se um estresse mecânico para o osso. A vibração óssea é um estímulo para formação de células ósseas. Os exercícios de resistência muscular aumentam o aporte sanguíneo e consequentemente de nutrientes para o osso.

O exercício vai ajudar a:

  • manter a massa óssea e reduzir o risco de fratura ;
  • melhorar a força muscular e permitir uma melhor postura ;
  • melhorar o equilíbrio e diminuir o risco de queda ;
  • reduzir as dores crônicas da coluna;
  • prevenir ou diminuir as deformações da coluna provocadas pela osteoporose. 

Qual é o tipo ideal de atividade física para quem tem osteoporose ?

O exercício adequado vai depender da gravidade da sua osteoporose, da existência de outros problemas de saúde e da sua forma física.

Os melhores tipos de exercícios para quem tem osteoporose são:

Regra geral não deve fazer mais que três sessões de exercício por semana, com duração de 30 minutos cada uma.

  • exercícios com carga: marcha, dança e aeróbica de baixo impacto (caminhada).
  • exercícios com resistência: musculação usando pesos livres, aparelhos ou fitas de borracha, pilates, hidroginástica.

Os exercícios menos recomendados para osteoporose incluem:

  • Exercícios de alto impacto: como saltar, correr ou ginástica aeróbica, pois podem levar a fraturas nos ossos;
  • Exercícios de flexão e torção: como por exemplo tocar com os dedos das mãos nos pés ou fazer abdominais, por exemplo, pois há um maior risco de fraturas por compressão da coluna. Outras atividades que podem exigir ter que dobrar ou torcer com força a cintura são o golfe, o tênis, o boliche e algumas posições de ioga.

Consultar um especialista é fundamental para quem pratica atividade física.
Qualquer pessoa que quer praticar atividade física, ou já o faz, precisa estar muito bem orientado, para que a atividade física traga apenas benefícios, e não problemas.


Os cuidados na compra de uma nova mochila

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Início do ano letivo, é hora de comprar material escolar. Um dos itens desta extensa lista merece um atenção especial: a mochila. Ainda que a criança queira escolher o modelo, com a estampa de seu personagem preferido, os pais precisam tratar a compra da mochila como uma questão de saúde. “O peso em excesso pode dar origem a problemas na coluna para o resto da vida, comprometendo a qualidade de vida daquela criança. Mochilas muito pesadas e inadequadas geram dor nas costas, postura incorreta e desvios na coluna vertebral, entre outros problemas”, alerta o ortopedista João Marcelo Amorim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico do CREB explica que é preciso estar atento não apenas ao modelo escolhido, como também a forma como a mochila é utilizada. Segundo ele, um dos erros mais comuns é a utilização da mochila em apenas um dos ombros, sobrecarregando um lado do corpo. “O certo é utilizar a mochila sempre com as duas correias uma em cada ombro, independente do peso carregado. Além disso, na hora de arrumar a mochila, é importante colocar os objetos mais pesados no fundo, próximo ao corpo”, ensina o Dr. João Marcelo Amorim, pontuando que a mochila deve ficar posicionada a oito centímetros acima da cintura e que o peso que ela carrega nunca deve ultrapassar a 10 % do peso da criança ou adolescente. “Outra dica importante é levar somente o que for necessário. As vezes, por preguiça ou esquecimento, a criança leva livros que não serão utilizados naquele dia, carregando peso a mais sem necessidade”, acrescenta.

Em relação ao modelo de mochila a ser escolhido, o ortopedista dá as seguintes dicas: o tamanho da mochila deve ser adequado ao tamanho da criança, não ultrapassando os limites da cintura e dos ombros; a mochila vazia não deve pesar mais de um quilo e as alças devem ter enchimento interno de silicone para maior conforto e, se possível, cinta abdominal. Há modelos com rodinhas que facilitam o transporte quando se carrega muito peso. “Uma boa dica é os pais comprarem a mochila com os filhos, para que possam checar se o tamanho é o ideal e, claro, para os filhos escolherem cor e padrão de estampa”, finaliza o médico do CREB, lembrando que ao menos sinal de dor na coluna, o correto é procurar um ortopedista para uma avaliação.



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