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Coluna: reumatologista dá dicas para evitar dores

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No programa “Alternativa Saúde”, o reumatologista e fisiatra Arnaldo Libman explica que “a estabilidade da coluna depende de músculos e ligamentos rígidos na região, responsável por mantê-la estável”. O médico também esclarece que a dor da hérnia de disco pode irradiar para pernas e pés. Assista: http://gnt.globo.com/saude/dicas/Coluna–reumatologista-da-dicas-para-evitar-dores.shtml


Descoberto remédio que trata artrose e elimina as dores

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Pesquisa britânica revelou um novo tratamento para a osteoartrite (artrose), doença que afeta mais de 50% dos adultos brasileiros. Medicamento disponível no mercado para osteoporose, o Ranelato de Estroncio mostrou-se eficaz contra a artrose e as dores que ela causa. O estudo comprovou redução de 27% nos danos à cartilagem dos doentes.

A artrose provoca dores nas articulações, principalmente mãos, joelhos e coluna, e ataca especialmente mulheres entre 40 e 50 anos. “Durante a menopausa, os sintomas aparecem com mais força”, explica o reumatologista do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Arnaldo Libman.

Ainda segundo Libman, a enfermidade é uma das causas mais frequentes de incapacidade no trabalho após os 50 anos. A dificuldade de iniciar o movimento e o incômodo nas regiões afetadas podem impedir o indivíduo de trabalhar e até mesmo ter prazer na sua vida pessoal.

Até então, não havia tratamento eficaz contra a artrose, apenas paliativos. “Com esta descoberta, vamos dar maior qualidade de vida aos pacientes”, conclui Libman. O gasto mensal com o remédio fica em torno de R$ 100,00.

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Dor nas costas? É hora de trocar os travesseiros

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Pelo menos 70% dos problemas de saúde têm relação com os maus hábitos e o estresse crônico, situações que afetam todo o corpo.

É tanto estresse que nos últimos 40 anos a população perdeu 25% do tempo total de sono, e a redução de sete para cinco horas eleva o risco de infarto e derrame, dizem pesquisadores da University College of London. E de nada adianta ter um colchão de primeira se o travesseiro for de terceira, ou inadequado, porque isto só piora a insônia.

Como escolher o travesseiro diante de dezenas de modelos, de diferentes tamanhos, texturas e formatos?

O primeiro ponto, talvez o mais importante, é observar a posição em que se costuma dormir. A melhor é a de lado, afirmam médicos e fisioterapeutas, porque ela força menos a coluna e relaxa o corpo. Se a preferência for deitar de costas ou de bruços, também dá para evitar as noites mal dormidas. Basta saber qual é o modelo que mais se adapta ao seu jeito de dormir. Há travesseiros até para quem sofre de dores de coluna, para quem ronca ou é alérgico.

Para reduzir o estresse e a dor nas costas, é bom ter um travesseiro que mantenha o alinhamento do pescoço com o tronco, diz o ortopedista Antônio Eulálio, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (INTO). A altura correta do travesseiro faz a diferença entre ter bons sonhos ou ficar imerso em pesadelos.

— Quem dorme de lado deve optar por um modelo que ocupe o espaço entre o ombro e a cabeça. Esta altura varia de 10cm a 15cm. Dormir com o travesseiro muito alto ou muito baixo manterá a cabeça inclinada para um dos lados. Isto contrai os músculos do pescoço. Então, a chance de torcicolo é grande. Se prefere dormir de bruços ou de costas, use um travesseiro baixo — ensina Eulálio.

Travesseiro de molas, regulável, antialérgico e refrescante

Há travesseiros para todos os biotipos m e posições ao dormir. Só um dos fabricantes do país produz 20 modelos. Tem regulável, de molas, antialérgico, de espuma, perfurado, alto, baixo, lavável e até de material desenvolvido pela Agência Espacial Americana (NASA). Assim como os modelos, os preços variam, de R$ 25 a R$ 150, em média. E é melhor trocá-los a cada dois anos.

Um dos mais vendidos, o regulável, vem com camadas removíveis, até quatro opções de alturas e gomos massageadores que estimulam a circulação. O refrescante, de espuma, é ventilado e lavável: indicado para pessoas que dormem de costas e transpiram muito. Outros travesseiros têm recheio de íons de prata que prometem eliminar 90% dos ácaros.

Já os de espuma viscoelástica moldam-se ao contorno da cabeça, exercendo menos pressão e absorvendo o calor. Esta e a tecnologia do modelo Nasa, que também traz gomos massageadores. O ortopedista Antônio Eulálio, do Into, diz que não há um modelo melhor ou pior.

– A Nasa criou uma espuma viscoelástica moldável e que dissipa calor para o revestimento interno de suas naves, e usam este material em travesseiros. Porém nem todas as pessoas se adaptam. Um bom exame no ortopedista pode ajudar a escolher melhor o modelo.

O reumatologista Arnaldo Libman, do Centro de Reumatologia e Ortopedia, concorda.

– Travesseiro não pode ser muito duro, nem muito mole. Ele precisa preencher as curvas da coluna cervical. Se você forçar esta parte, poderá sentir dor, queimação e até náusea, tonteira e lacrimejamento, além de piorar problemas de coluna, como artrose – alerta.



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