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Dieta para ossos mais fortes

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Estudo publicado no American Journal Nutrition mostra que quem ingere dieta rica em magnésio e potássio tem ossos mais fortes do que quem os consome pouco. O mangésio é importante para a mineralização do osso e muitos pacientes têm artrite nos ossos desmineralizados, por isto deveriam aumentar a ingestão de alimentos que sejam ricos em magnésio. O Dr. Eduardo Sadigurschi, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – sugere acrescentar à dieta alimentos como nozes, amendoim, vagem, vegetais verdes, banana, batatas e produtos derivados do leite. Estes alimentos são também ricos em potássio e cálcio, que, juntos, ajudam a fortalecer o osso e prevenir e tratar a osteoporose.

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Artrose é cada vez mais comum em adultos entre 30 e 50 anos

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A artrose é uma das mais comuns doenças reumáticas, que acomete tanto homens quanto mulheres, principalmente na terceira idade.

Também conhecida como osteoartrose, osteoartrite, artrite degenerativa e doença articular degenerativa, é uma doença reumática que incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna, quadril, mãos e dedos. Mas quem pensa que essa doença acomete apenas idosos está muito enganado. Um número cada vez maior de pessoas entre 30 e 50 anos têm sofrido dores provocadas pelo desgaste das articulações de joelhos, quadris, tornozelos e coluna.

Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), que debateu o tema em seu 42º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia (CBOT), 10% da população nesta faixa etária apresenta esse problema de saúde. “As estatísticas apontam que 60% das pessoas na terceira idade sofrem com a artrose. Neste caso, é um desgaste comum devido à idade. Mas no caso de pessoas entre 30 e 50 anos, a artrose geralmente é fruto de trauma, uma carga excessiva de exercícios quando mais jovem. E o número de pessoas nesta faixa etária nos consultórios médicos, com diagnóstico de artrose, é cada vez maior”, alerta o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Dor é um sintoma, esteja atento

Segundo o médico, o diagnóstico precoce da artrose é fundamental. “O desvio do eixo de um membro que dói e a dificuldade de movimentá-lo pode significar artrose. Se diagnosticarmos a doença mais cedo, podemos mudar a rotina de exercícios pesados da pessoa. Por isso consultar um médico especialista ao menor sinal de dores é tão importante. As pessoas muitas vezes costumam não dar atenção a estas pequenas dores, acreditando que são passageiras e normais. Mas dor é um sintoma. Em qualquer esporte há sobrecarga. É preciso estar atento”, explica ele.

“No início a artrose pode não apresentar sintomas. Mas poderá ser diagnosticada através de exames de imagem. A dor é o principal sintoma. Em um primeiro momento, a dor acontece com a movimentação da articulação afetada, mas pode progredir para dores até durante o repouso. Pode evoluir para diminuição dos movimentos, ruído na articulação (crepitações), inchaço na articulação, deformidades e falta de firmeza ao realizar movimentos. O tratamento visa e traz o alívio do quadro doloroso, maior mobilidade articular  e melhora na qualidade de vida e pode ser através de medidas medicamentosas e de reabilitação física, com protocolos que incluem eletroterapia, exercícios corretivos, hidroterapia e acupuntura. A atividade física regular é essencial, bem como uma alimentação regrada”, diz o Dr. Haim Maleh. O fisiatra ressalta que o tratamento deverá ser individualizado para cada paciente.


A cereja pode ser mais uma aliada no combate à gota

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As cerejas podem ajudar a reduzir o risco de ataques de gota. É o que garante um estudo recém-publicado no jornal do Colégio Americano de Reumatologia (ACR), Arthritis & Rheumatism. Segundo o artigo, foram acompanhados mais de 630 pacientes com gota durante um ano inteiro e descobriram que aqueles que relataram ter comido meio copo de cerejas por dia (em torno de dez frutas) tiveram 35% menos chance de ter um ataque de gota. A descoberta valeu para a ingestão da fruta ou de seu extrato.

Segundo o Dr. Mendel Finkielman, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a artrite gotosa (popularmente conhecida como gota) não é uma doença exclusiva da terceira idade, como muita gente acredita que seja. Também não é uma doença articular, mas sim metabólica.

– No início, a dor pode começar atingindo o primeiro dedo do pé (podagra) ou mesmo outras articulações do pé, joelho e tornozelo, por exemplo. A presença de altos índices de ácido úrico é uma das características de uma pessoa com gota. Porém, não é determinante. O problema é o depósito de cristais do ácido úrico nas articulações, o que geralmente acontece por alteração do PH local. Uma pessoa pode ter um alto índice de ácido úrico e não desenvolver a doença, ao passo que outra pessoa pode ter índices normais e, ainda assim, ter gota. O ácido úrico se forma no organismo por conta do metabolismo das proteínas, em particular, um tipo de proteína chamada Purina. Alguns alimentos são mais ricos em purinas, como os frutos do mar, carne vermelha e miúdos. Quem tem gota deve evitar esses alimentos – explica o médico, pontuando que a gota é tratada com medicamentos, por meio de uma dieta específica e que consultar um reumatologista é fundamental para controlar a doença.



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