A importância da fisioterapia bem feita
Hoje em dia a fisioterapia é um dos segmentos da saúde que mais se desenvolve.
Evoluindo cada vez mais com seus conceitos e métodos, além de contar com o auxílio da tecnologia e aumentar os campos de atuação dos profissionais.
A fisioterapia pode ser indicada em diversos casos, seja para alívio da dor articular, seja para tratar uma lesão, seja para pacientes que acabaram de realizar uma cirurgia ou mesmo como recomendação de fisioterapia preventiva, buscando evitar o aparecimento de doenças ocupacionais, como a lesão por esforço repetitivo (LER), problemas de coluna, nos ombros, entre outras.
O profissional que atua na área normalmente dá início ao atendimento realizando uma avaliação fisioterápica do paciente, com objetivo de analisar e interpretar o problema articular avaliado pelo médico, para que seja possível obter uma visão ampla do quadro clínico do paciente, buscando com isso a adequação do tratamento de reabilitação de forma individualizada ao problema do paciente.
Comumente associamos a prática do fisioterapeuta apenas à reabilitação de pacientes e ao auxílio no tratamento de doenças crônicas que podem limitar a movimentação. Entretanto, contamos também com a fisioterapia preventiva, que visa adaptar os exercícios de forma a evitar que os problemas surjam, sobretudo, na população de risco, como idosos e esportistas.
Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), ser saudável significa muito mais que estar livre de enfermidades. Saúde engloba o estado completo de bem-estar físico, mental e social – e exercitar-se é uma ótima maneira de garantir a manutenção da saúde e da qualidade de vida, sendo os exercícios fisioterápicos grandes aliados!
Existem inúmeras especialidades da fisioterapia reconhecidas pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), como por exemplo a prática com acupuntura, a fisioterapia aquática, cardiovascular, dermatofuncional, esportiva, neurofuncional, a quiropraxia, fisioterapia do trabalho, entre muitas outras. A lista é imensa e seja em casos de lesões ou como forma de prevenção, são essenciais para colaborar com o seu bem estar!
É preciso ressaltar que se o exercício não é realizado de forma correta o corpo do paciente pode sofrer com diversos danos. Aí entra a importância da prática de uma fisioterapia bem feita: ela traz resultados não apenas para o corpo, mas para o bem-estar do paciente. Em alguns casos, é possível evitar até mesmo situações em que se faria necessária uma cirurgia!
Há algum tempo a prática era muito vinculada à ortopedia, porém o fisioterapeuta atua em todas as áreas da medicina, como nas terapias alternativas e na realização dos exercícios de forma preventiva.
Dentre os benefícios de uma fisioterapia preventiva estão:
- evitar problemas relacionados ao excesso de peso, como distensão muscular;
- prevenir doenças causadas por movimentos repetitivos, como a LER;
- correção da postura da coluna vertebral;
- adequação da ergonomia;
- fortalecer a musculatura de algumas regiões do corpo com exercícios localizados;
- melhorar e reduzir dores causadas pelo trabalho;
- aumentar as taxas de endorfina e dopamina, hormônios responsáveis pela sensação de bem estar;
- prevenir doenças cardíacas, sobretudo em pessoas da terceira idade;
- acelerar o metabolismo e contribuir para o emagrecimento.
Principalmente para as pessoas idosas, a fisioterapia preventiva é um fator primordial. Através dela é possível condicionar o corpo para desempenhar atividades que antes da prática dificilmente realizariam, como por exemplo, uma caminhada mais longa. Porém, não existem contraindicações para nenhum grupo: todos podem se submeter à fisioterapia!
Optar pela fisioterapia como forma de prevenção pode ser considerada uma quebra de paradigma, uma vez que o mais comum é que a procura seja apenas visando os tratamentos corretivos. É indispensável buscar profissionais capacitados e especializados, pois isso será um fator decisivo para obter um bom tratamento e, consequentemente, bons resultados.
Para isso você pode contar com o CREB! Aqui você encontra os melhores e mais qualificados profissionais da área, prontos para contribuir com seu bem estar e auxiliar na sua busca por mais qualidade de vida!
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Cigarro provoca lesões ortopédicas
Mais consequências do uso do cigarro foram descobertas
Que o uso contínuo do cigarro traz lesões pulmonares e cardiovasculares, isso todo mundo sabe. Mas o que pouco se divulga é que o fumo também pode trazer, como consequência, lesões ortopédicas. Pouca gente sabe, por exemplo, que o cigarro pode estar relacionado ao desenvolvimento da osteoporose.
Também atrapalha a consolidação óssea, leva ao retardo e a pseudartrose na fratura, obstrui a microcirculação dos tensões e inúmeros trabalhos científicos atestam que quem fuma tem maior chance de desenvolver rupturas do manguito roteador e pior prognóstico após a ruptura destes tendões.
“O cigarro deve ser terminantemente proibido para aqueles que estão em processo de cicatrização de uma fratura, porque o fumo atua de forma negativa diretamente na consolidação óssea. Obviamente que não se pode interferir no quanto aquele paciente já fumou, mas durante a cicatrização o fumante deve evitar a todo custo o cigarro. Esse paciente levará mais tempo para colar uma fratura e se estiver fumando muito pode até acontecer da fratura simplesmente não colar. Neste caso, ele desenvolve o que chamamos de pseudartrose, que é uma falsa articulação”, explica o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, acrescentando que o cigarro é responsável por úlceras plantares.
Segundo ele, o fumo provoca alterações da microcirculação sanguínea, o que pode proporcionar uma maior facilidade para que os tendões inflamem, dificultando a cicatrização dos tecidos tendinosos. “E isso também pode acontecer com o fumante passivo”, alerta o Dr. Bernardo Stolnicki, acrescentando que um tecido com menor aporte de sangue devido a problemas na microcirculação tem maior dificuldade de lidar com as reações pós-operatórias. O ortopedista alerta também que o fumo atrapalha o metabolismo do cálcio e, por isso, pacientes fumantes têm uma maior incidência de osteoporose.
Osteoporose, um sério problema social
A osteoporose é um problema que se torna mais sério ainda com o que revela uma pesquisa recente realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
A osteoporose é um sério problema social. As estatísticas comprovam que essa doença representa um grande prejuízo nas contas públicas, porque 70% dos pacientes diagnosticados têm alguma morbidade e, por isso, recorrerão à previdência social. Daí a importância da disseminação da informação e a realização de um exame chamado densitometria óssea, tão recomendado pelos especialistas.
Não é só: mais de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos são acometidos pela doença no Brasil e está enfermidade é, hoje, a principal causa de fraturas por baixo impacto, especialmente em mulheres na pós-menopausa e em idosos, e pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldade para locomoção e deterioração da qualidade de vida.
90% dos entrevistados já tinham ouvido falar em osteoporose, mas não sabem de detalhe algum sobre o assunto e em torno de 70% das mulheres e 85% dos homens que já haviam apresentado uma fratura por fragilidade óssea desconheciam que ela tinha sido causada pela osteoporose.
Essa pesquisa conclui que o brasileiro não sabe como prevenir ou tratar essa doença e nem mesmo que especialista deve procurar. A falta de informação é um dos grandes problemas da osteoporose no Brasil.
“As pessoas só costumam se consultar quando sentem dores constantes. E mesmo assim quando estas dores começam realmente a incomodar e provocar uma perda considerável de qualidade de vida. A osteoporose é conhecida como uma epidemia silenciosa. Na maioria vezes, a dor surge apenas quando ocorrem numerosas fraturas, geralmente na coluna, o que traz dor crônica e até incapacidade”, explica a ortopedista Dra Letícia Morelli, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
“É importante divulgar a osteoporose, seus efeitos e tratamentos. A doença pode ser tratada e podemos oferecer ao paciente a qualidade de vida desejada. Os principais fatores de risco são idade avançada, baixo peso, raça caucasiana, histórico familiar, deficiência hormonal, dieta pobre em cálcio, uso de determinadas medicações como corticóides, fumo, álcool e uma vida sedentária”, completa a médica.
Segundo ela, outra estatística alarmante aponta que 40% das mulheres acima dos 50 anos vão desenvolver osteoporose em algum momento de suas vidas. Mas desse total, apenas 3 em cada 10 terão a doença diagnosticada.
“As fraturas vertebrais aumentam em até 8 vezes a taxa de mortalidade. Isso demonstra como o assunto é sério. O diagnóstico desta enfermidade é feito através da densitometria óssea, um exame preciso, simples e indolor. Este exame pode prever o risco de fratura do paciente pelos próximos 10 anos. Assim, é possível prevenir sérios problemas no futuro. A prevenção começa cedo. É preciso ter uma dieta rica em cálcio desde a infância, manter atividade física regular, além de evitar o consumo de álcool e fumo”, finaliza ela.
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