Ortopedista do CREB fala sobre sarcopenia
O ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Bernardo Stolinick, foi convidado para falar sobre Sarcopenia no programa “Viver é Melhor – Entrevista”, da Super Rádio Brasil. Ele falou sobre a doença, uma síndrome caracteri...
O ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Bernardo Stolinick, foi convidado para falar sobre Sarcopenia no programa “Viver é Melhor – Entrevista”, da Super Rádio Brasil. Ele falou sobre a doença, uma síndrome caracterizada pela perda progressiva e generalizada da força e massa muscular, que na maior parte das vezes ocorre em consequência do envelhecimento e cujas consequências afetam diretamente a funcionalidade e qualidade de vida de muitos idosos, com sérias repercussões sobre os aspectos sociais, econômicos e de saúde. O dr. Bernardo falou sobre as causas da doença, como é desenvolvida, sintomas e tratamento.
Dor lombar de Marcelo preocupa, mas recuperação é rápida
A dor lombar que o lateral esquerdo da seleção sentiu acontece com muita frequência
A dor lombar que o lateral esquerdo da seleção, Marcelo, sentiu, e o tirou do último jogo do Brasil na primeira fase, acontece com muita frequência: sem traumas, sem rupturas, musculares ou de ligamentos, porém com intensa dor como consequência. Segundo o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense, trata-se de um quadro muito comum.
Segundo o Dr. Haim, o quadro apresentado pelo atleta pode se enquadrar de duas formas: dor lombar aguda, com instabilidade vertebral ou dor lombar aguda, com déficit de mobilidade.
– No primeiro caso, a dor lombar aguda com dor no início dos movimentos, com hiper mobilidade segmentar lombar, hiper flexibilidade com movimentos intensos e descoordenados na flexão e extensão do tronco e déficit de mobilidade na região do tórax ou quadril. No caso da dor lombar aguda, com déficit de mobilidade, a dor lombar aguda é unilateral, com déficit de amplitude do movimento lombar e restrição na mobilidade segmentar lombar – explica o médico do CREB.
O Dr. Haim explica que não é fácil diferenciar um caso do outro, mas que é necessário fazê-lo, para aplicação do tratamento devido.
A redução da dor nestes casos costuma ser rápida
– As condutas terapêuticas são diferentes em cada um destes dois quadros. Mas a redução da dor nestes casos costuma ser, em geral, rápida. É preciso, no entanto, prevenir um novo quadro de dor. A seleção tem um ótimo time de profissionais de saúde. O atleta está em ótimas mãos – acredita o fisiatra e reumatologista.
Mochilas pesadas, problemas para o estudante
O ano letivo escolar está para começar e, com ele, está de volta um problema sério, de difícil solução, que pode trazer sérias consequências para as crianças
O uso de mochilas cada vez mais carregadas e, consequentemente, pesadas. Mochila inadequada e pesada demais pode ser sinônimo de lesões e até doenças crônicas na coluna vertebral.
Uma pesquisa recente realizada no Cincinnati Children’s Hospital, nos Estados Unidos, revelou que 23% das crianças que chegaram à clínica com dores nos ombros tinham lesões causadas pelo uso inadequado da mochila. Essas crianças apresentaram queixas de dores nos ombros e coluna.
“Esse é um problema sério, porque a lista de material aumenta cada vez mais, os livros são grandes e pesados e fica difícil achar uma solução. Muitas escolas adotaram armários para alunos, mas como os deveres são feitos em casa, os livros precisam ser transportados nas mochilas. O ideal é que a bolsa não pese mais de 10% do peso corporal da criança e que tenha duas alças, as de uma alça só sobrecarregam apenas um ombro”, explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Como usar a mochila para evitar dores
O mau uso da mochila, alerta ele, pode ocasionar desconfortos, distensões musculares e alterações posturais. Mesmo mochilas de rodinhas podem gerar problemas, pois se puxadas de maneira inadequadas podem trazer as mesmas consequências. “A alça da mochila de rodinhas tem que ter uma altura adequada e, ainda assim, o peso também deve ficar na mesma proporção, ou seja, até 10% do peso da criança. Ao primeiro sinal de queixa da criança, um médico deve ser procurado”, alerta o Dr. Haim Maleh.
– O uso da mochila é inevitável. Então, deve-se observar alguns pequenos detalhes. A mochila jamais deve ser utilizada em um ombro só. Inclusive há modelos de uma só tira, que devem ser evitadas. O peso deve ser dividido entre os dois ombros. As tiras deve ser preferencialmente acolchoadas e ajustadas para que a mochila fique rente ao corpo. O ideal é que a largura da mochila não ultrapasse a largura da criança. Mochilas com muitos bolsos extras significam mais peso, então evite. Alguns modelos contam com cinto abdominal, o que é bom para dar firmeza à mochila. Mas volto a dizer, ao menor sinal de dor, um médico deve ser procurado – diz.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619