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News | Viva sem dor

Ao cuidar do bebê, é preciso ter cuidado com a coluna

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No período gestacional, as futuras mamães sobrem dores na coluna, e isso é muito natural.

No período gestacional, as futuras mamães sobrem dores na coluna, e isso é muito natural. Alongamentos e atividades físicas como hidroterapia/ hidroginástica e pilates são excelentes opções. Mas e quando o bebê finalmente nasce? As mamães ficam, enfim, livres dessas dores na coluna?

  • É muito comum as mães sentirem dores no pescoço e nos ombros, por conta da amamentação e dos cuidados diários com os bebês. Em geral, há vícios de postura que precisam ser corrigidos, afinal a mãe passa muito tempo com o filho no colo, ou seja, um peso extra. É preciso ter consciência para não sentir dores na coluna – afirma o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O médico do CREB explica que ao amamentar o bebê é preciso procurar utilizar um apoio para os braços e o pescoço, deixando-os relaxados. Diz, ainda, que a mãe não deve ficar olhando o bebê com a cabeça baixa, por muito tempo. Outra dica é alternar o braço de apoio a cada mamada. “Quando amamenta de forma errada, o peso do bebê recai todo nos braços da mãe, sobrecarregando ombros e pescoço”, ilustra.

  • Na hora do banco, coloque a banheirinha do bebê sobre uma mesa, de forma que você não precise se curvar, forçando a lombar. O mesmo vale para a troca de fraldas. Ao retirar o bebê do berço, mantenha-o bem próximo de seu corpo, evitando sobrecarregar os braços e ombros. Dobre levemente o joelho, evitando curvar para pegá-lo – aconselha o ortopedista.

CREB apoia campanha “Reumatismo é coisa séria”

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A campanha “Reumatismo é coisa séria”, lançada pela Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro, tem por finalidade alertar a população sobre os sérios problemas que esta doença traz. O reumatismo está entre as principais causas de agastamento do trabalho por mais de 15 dias consecutivos e se não diagnosticado e tratado pode levar até à incapacidade física. No dia 9 de agosto, a campanha esteve na estação Siqueira Campos do Metrô,  das 9h às 19h, quando médicos e pacientes conversaram com a população sobre o reumatismo. A visita teve o apoio do GRUPARJ – Grupo de Pacientes Artríticos do Rio de Janeiro. Os médicos informaram a população que os principais sintomas do reumatismo são a dor e inchaço persistentes nas juntas e que o diagnóstico é feito a partir do histórico clínico do paciente, exames radiológicos e de sangue. Centro de referência em reumatologia, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – apoio plenamente essa campanha e também realiza uma série de ações educativas relacionadas ao reumatismo pois acredita que a informação é uma grande aliada na prevenção de doenças.


Exame em múmia de 2.200 anos identifica osteoporose

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A osteoporose é classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos maiores problemas de saúde pública do mundo e a principal doença óssea metabólica na atualidade, e muitas vezes é associada a outras doenças do mundo moderno, como as do...

A osteoporose é classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos maiores problemas de saúde pública do mundo e a principal doença óssea metabólica na atualidade, e muitas vezes é associada a outras doenças do mundo moderno, como as doenças autoimunes. Mas essa ideia contemporânea acaba de ser descartada: o Museu Nacional de Israel apresentou uma múmia egípcia de um homem, com 2.200 anos, que tinha osteoporose.

Segundo a agência internacional de notícias Associated Press, a doença foi descoberta a partir de uma tomografia axial computorizada (TAC), revelando que provavelmente trata-se de um homem de 30 a 40 anos, que levava uma vida sedentária, evitando trabalhos manuais ao sol e com uma alimentação rica em hidratos de carbono. As inscrições encontradas no sarcófago da múmia presume se tratar de um sacerdote.

“Trata-se de uma doença sem cura, mas podemos nos prevenir”

“A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e consequente deteriorização do tecido ósseo, muito suscetível à fraturas”, explica Bernardo Stolnicki, ortopedista e coordenador do Prevrefrat, programa de combate à refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ele diz que essa notícia comprova que a osteoporose é uma doença que vem dos tempos antigos da humanidade. “Trata-se de uma doença sem cura, mas podemos nos prevenir, com uma dieta rica em cálcio, prática regular de atividade física, banho de sol frequente, evitando o sobrepeso e o tabaco. Temos tratamentos e exames modernos, mas a osteoporose acompanha a humanidade há muito tempo”, diz ele.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619