EXCELÊNCIA MÉDICA RECONHECIDA NO CREB.
Dra. Letícia Junqueira Morelli, referência em osteoporose, citada na publicação Conectividade Óssea.
A Dra. Letícia Junqueira Morelli foi citada na publicação da revista Conectividade Óssea, especializada em ortopedia, como herdeira do legado do Dr. Bernardo Stolnicki, médico Coordenador do Programa de Prevenção a Refraturas, que também fez parte do corpo clínico do CREB por mais de 25 anos, e que faleceu no dia 20 de outubro de 2021.
O Dr. Bernardo Stolnicki iniciou em 2011, com sua equipe, o primeiro programa FLS – Fracture Liaison Services do país, chamado de PrevRefrat. Suas contribuições foram inestimáveis para o crescimento e a difusão dos FLS no Brasil e em outros países da América Latina.
Temos muito orgulho de ter contado com toda a sua dedicação pessoal e profissional, agora reconhecida também no trabalho da Dra. Letícia no tratamento da osteoporose.
QUE É CISTO SINOVIAL? ORTOPEDISTA DO CREB EXPLICA
QUE É CISTO SINOVIAL? ORTOPEDISTA DO CREB EXPLICA
O cisto sinovial é um pequeno nódulo arrendondado, de consistência mole acima das articulações ou tendões, principalmente nas mãos e punhos. “A real causa do cisto sinovial ainda é desconhecida, porém especula-se que o esforço repetitivo das articulações faz com que o líquido sinovial seja drenado das articulações, formando um cisto, geralmente no dorso da mão e punho. Costuma ter um diâmetro de um a três centímetros, e geralmente é móvel, indolor e de consistência macia”, afirma o ortopedista Marcos Cochrane, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O médico explica que o cisto pode surgir subitamente ou ir crescendo ao longo do tempo, mas também pode desaparecer espontaneamente e reaparecer tempos depois. “A principal complicação é a compressão de alguma estrutura nervosa local, resultando em dormência e perda de força local. A melhor forma de diagnosticar é através do exame físico e a ultrassonografia auxilia no diagnóstico de cistos mais profundos e análise detalhada do cisto, fornecendo informações quanto o tamanho e consistência”, diz ele.
Fibromialgia: você pode ter qualidade de vida
A Fibromialgia é uma doença dolorosa, de longa evolução, não inflamatória, caracterizada por queixas de dor músculo-esquelética difusa (dor em vários músculos, tendões e articulações, incluindo a coluna vertebral). O principal sintoma da Fibromialgia é a dor e o desconforto muscular, cuja intensidade varia de moderada a forte.Além da dor, outros sintomas podem ocorrer: cansaço, fadiga inexplicável, tristeza, depressão, dificuldade de concentração, palpitação, sono não reparador (dormir e acordar cansado,como se não tivesse dormido),dor de cabeça do tipo tensional ou do tipo enxaqueca,disfunção na articulação temporo mandibular (articulação que faz a abertura da boca, levando a dores de cabeça, na face e na coluna cervical),períodos de diarréia ou prisão de ventre, bem como sintomas gástricos como dor abdominal e dificuldade de digestão.
“O diagnóstico é apenas clínico, baseando-se no histórico do paciente e no exame físico. O médico precisa ter experiência com a doença. Muitas vezes, a pessoa tem Fibromialgia, sente dores, mas como os exames nada apontam, o diagnóstico é dado pela experiencia e conhecimento do médico com a doença. É preciso procurar um reumatologista que tem experiência no assunto”, explica o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. Sérgio Rosenfeld. “Seguimos no CREB os critérios de classificação do Colégio Americano de Reumatologia para Fibromialgia, que incluem a presença de dor difusa pelo corpo em pontos dolorosos”, diz o Dr. Sérgio.
Diagnosticada a doença, o reumatologista aponta três caminhos que devem ser seguidos pelo paciente: apoio psicoterápico, tratamento medicamentoso e reabilitação física, podendo incluir, aí, relaxamento, acupuntura, fisioterapia específica para cada caso, hidroterapia e, em um segundo momento, até Pilates e RPG.
– Não se sabe, ainda, a causa da Fibromialgia. Mas na grande maioria dos casos, o fator desencadeante é algum tipo de estresse seja físico ou emocional. Por isso, é importante estabelecer uma boa relação médico-paciente, entendendo a pessoa como um todo – seu corpo, suas emoções e seus sentimentos. A parte medicamentosa é indispensável e não existe um remédio específico. Temos, sim, um conjunto de remédios associados que, a curto e médio prazo, eliminam as dores e sintomas da Fibromialgia. E a reabilitação física também é fundamental, pois vai trazer de volta a qualidade de vida perdida – ensina o médico.
Uma vez diagnosticada a Fibromialgia e contando com o comprometimento do paciente no tratamento, a boa notícia – ressalta o Dr. Sérgio – é que o tratamento seguido à risca pode devolver a qualidade de vida perdida. “A minha experiência em consultório mostra que os resultados do tratamento podem ser muito bons. Diagnosticado e seguindo o tratamento, o paciente já volta outra pessoa na nova consulta. Ele volta de bem com a vida, com disposição”, diz o médico do CREB.
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