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Os cuidados para não sentir dores na coluna ao trabalhar com o computador

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Profissionais e estudantes que utilizam computadores por longos períodos consecutivos podem sofrer de dores na coluna caso não tomem alguns cuidados básicos.

Não é apenas o uso de móveis adequados que alivia as possíveis dores. É preciso se preocupar com a postura, seguir algumas dicas de especialistas e interromper o trabalho a cada duas horas, para se levantar, se espreguiçar e realizar alguns rápidos exercícios de alongamento. “Tomando alguns cuidados, é possível evitar dores na coluna, que podem se transformar em problemas mais sérios e recorrentes”, garante Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

A primeira dica do ortopedista é em relação ao posicionamento do monitor, que deve estar a uma distância de 70 centímetros do usuário, ao nível de seus olhos. Para deixar o monitor nessa altura o truque é colocar algum livro sob o equipamento. Ainda que a distância do monitor para o usuário seja de 70 centímetros, o Dr. Haim Maleh recomenda que a cada 10 minutos a pessoa olhe para o mais longe possível durante 5 segundos, para minimizar a fadiga ocular. Em relação a digitação, recomenda-se que as mãos fiquem retas e que este trabalho seja feito de forma suave.

“Há quem digite muito, por horas seguidas. É preciso parar e descansar as mãos, rotacioná-las, puxar os dedos, enfim, interromper e descansar os dedos”, explica. Ele acrescenta que a digitação deve ser feita com os braços formando um ângulo de 90 graus, o que garante uma boa circulação sanguínea nos membros superiores.

– As vezes é preciso digitar um texto que fica sobre a mesa, obrigando o usuário a levantar e baixar a cabeça inúmeras vezes. Existem suportes de folhas que são acopladas ao monitor, que deixa o papel na altura ideal, evitando esse movimento intenso da cabeça. É uma boa solução, que alivia as dores – ensina o reumatologista.

A forma de sentar também é fundamental para evitar dores. Segundo o médico, ficar de pés cruzados ou apoiados na ponta dos dedos favorecem dores na parte inferior da coluna. “O correto é apoiar a planta dos pés no chão, deixando-os retos. Se a cadeira for muito alta, coloque livros para apoiar os pés. É muito importante que os joelhos estejam flexionados, formando um ângulo de 90 graus”, diz. Outra dica é colocar um travesseiro na parte inferior da coluna para ajustar a curva lombar.

– É preciso levantar-se de vez em quando, para uma leve caminhada, como, por exemplo, ir beber água. A cada duas horas, é preciso parar de trabalhar por 15 minutos. Levante-se, ande, faça alguns exercícios de alongamento. E ao menor sinal de dores nas mãos, sensibilidade ao toque, adormecimento dos dedos, procure um especialista. Esses são os principais sintomas de lesões por esforço repetitivo, que deve ser tratado imediatamente – finaliza o médico.


Dedo em gatilho – ortopedista do CREB explica o que é

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Dedo em gatilho – ortopedista do CREB explica o que é

A tendinite dos tendões flexores do dedo ou tenossinovite dos flexores do dedo, popularmente conhecida como o dedo em gatilho é o travamento do dedo em uma posição dobrada devido a uma inflamação da bainha do tendão flexor. “Os tendões conectam os ossos aos músculos do corpo.

Os tendões flexores dos dedos da mão puxam os dedos, ou seja, fazem a flexão dos mesmos. Esses tendões estão envolvidos por uma bainha sinovial e se essa bainha fica inflamada, impede o deslizamento do tendão, resultando no dedo em gatilho”, explica o ortopedista Lucas Delunardo Acerbi, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Causas mais comuns do Dedo em gatilho

Segundo ele, dentre as causas mais comuns da doença destaca-se o uso excessivo da mão com movimentos repetitivos, o que pode resultar nessa inflamação da bainha do tendão.

“A digitação excessiva, o uso de celular e computadores, assim como trabalhos manuais são fatores de risco para o surgimento do dedo em gatilho. Algumas doenças, tais como artrite reumatoide, gota, hipotireoidismo e diabetes, são fatores de risco para o surgimento do problema”, acrescenta ele.

O médico do CREB pontua que pacientes com dedo em gatilho podem sentir rigidez do dedo ou do polegar, presença de inchaço ou um nódulo na palma da mão e travamento do dedo na posição curvada.

“O diagnóstico é clínico e facilmente identificável pelo médico especialista. Dentre os exames complementares, a ultrassonografia da mão permite a visualização da inflamação da bainha do tendão”, finaliza ele.


Atuação do CREB Prevrefrat está em sintonia com prioridade da Organização Mundial da Saúde

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu a atenção primária como uma de suas prioridades para 2019.

A atenção primária à saúde (APS) é uma forma de intervenção precoce na história natural das doenças potencializando essa intervenção ou mesmo evitando sua necessidade. Em outras palavras, a OMS quer investir fortemente na prevenção como melhor política de saúde global.

Há anos que o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – investe na atenção primária à saúde, de uma forma pioneira e muito consistente. Um exemplo disso é o CREB Prevrefrat – Programa de Prevenção a Refraturas da clínica, que atua justamente na prevenção, como diz o próprio nome do programa.

  • O Prevrefrat consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado. Os Programas de Prevenção a Refraturas, como o nosso, mostraram ser a ferramenta mais eficaz – explica o Dr. Bernardo Stolnick, ortopedista do CREB e coordenador do CREB Prevrefrat.

O CREB Prevrefrat é chancelado pela ANS (Agência Nacional de Saúde) e tem como finalidade ajudar a evitar fraturas de pessoas com osteoporose que tiveram fratura ou que estejam com elevado risco. Sua atuação está em ampla sintonia com a política da OMS de investir na atenção primária à saúde (APS).

  • Estatísticas apontam que a nossa população idosa sofre pelo menos 4,35 milhões de quedas ao ano. Desse total, apontam os estudos, cerca de 2.175 milhões (50%) resultam em algum tipo de lesão, das quais 10% (217 mil) são lesões graves. Além de representar importante causa de mortalidade entre adultos, jovens e idosos, as quedas levam um maior risco de declínio da independência funcional e aumento da necessidade de hospitalização e de institucionalização, onerando os serviços de saúde. Trata-se de um preciso ter um olhar muito apurado e tomar uma série de medidas para evitar a refratura. É o que temos feito, com muito sucesso – garante o Dr. Bernardo.


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