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Sobrepeso é um dos fatores de risco de artrose no joelho

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A artrose de joelho tem como consequência o comprometimento da cartilagem, o que pode provocar dor crônica, inchaço, sensação de rigidez e limitação do movimento, alterando, bastante, a qualidade de vida do paciente. Não se sabe a causa exata da doença, mas os fatores de risco são conhecidos. Ao menor sinal de dor no local, é preciso procurar um especialista, para que seja diagnosticado o problema e proposto o tratamento.

Os principais fatores de risco da doença são a idade avançada e o sobrepeso. A possibilidade de ser acometido pela artrose de joelho é bem maior a partir dos 45 anos. E essa possibilidade aumenta com o passar dos anos, já que as articulações do joelho sofrem um desgaste natural com e a dilatação da cartilagem e se tornam menos flexíveis, ficando mais propensos à doença.

Estatísticas apontam que duas em três pessoas com sobrepeso podem desenvolver a artrose de joelho

Segundo ele, as estatísticas apontam que praticamente duas em três pessoas com sobrepeso possivelmente desenvolverão a artrose de joelho. Quem está acima do peso precisa emagrecer, o que reduz significativamente o risco de ser acometido pela doença. Um estudo comprovou que perder menos de 11 quilos reduziu o risco de desenvolver artrose do joelho entre as mulheres em 50%”, acrescenta o médico do CREB.

Outro fator de risco é a incidência de trauma comum. Um osso quebrado, uma lesão grave ou uma cirurgia pode causar danos à articulação do joelho. “7O histórico familiar também deve ser considerado. A probabilidade de uma pessoa desenvolver a artrose do joelho também é influenciada pela genética. Estima-se que entre 20 a 35% das incidências de artrose do joelho podem ser herdadas. Episódios de gota, distúrbios metabólicos, alinhamento ósseo fraco e outras condições congênitas também podem aumentar o risco de desenvolvimento da artrose de joelho, diz o ortopedista, lembrando que as mulheres são mais propensas do que os homens a desenvolverem a doença.


Mesmo em estágio avançado, existe tratamento sem cirurgia para a artrose

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A artrose é uma doença degenerativa, cuja característica principal é o desgaste da cartilagem protetora da estrutura óssea, o que acaba por afetar as articulações e comprometer os movimentos, principalmente de joelhos e quadris.  A atrose pode provocar muita dor e limitação expressiva do movimento. O problema é muito sério e os números comprovam isso: 17% da população acima de 45 anos e 65% dos idosos têm artrose e a Previdência Social afirma que e trata da segunda maior causa de prorrogação do auxílio-doença (10,5%) e a quarta causa de aposentadoria precoce (6,2%).

De acordo com o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –, Marco  Antonio Arnez, a evolução da artrose é lenta e ela se instala aos poucos. “As pessoas só procuram um especialista quando as dores incomodam muito e a artrose compromete o movimento.  Artrose no quadril, por exemplo, provoca bastante dor e há restrições de movimento que acabam por comprometer a qualidade de vida do paciente. Muitas vezes, a pessoa não consegue sequer calçar um sapato.

O Dr. Marco afirma que o tratamento é individualizado e além de medicamentoso, utiliza-se de protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura, RPG e fisioterapia convencional, com exercícios que melhoram a qualidade da musculatura e a amplitude do movimento.  “Atualmente, contamos com procedimentos que ajudam a melhorar a qualidade da cartilagem, diminuem sensivelmente a dor e recuperam o movimento perdido, eliminando a necessidade de uma cirurgia. Um especialista irá prescrever um tratamento individualizado”, finaliza ele.


Artrite: é possível ter uma melhor qualidade de vida

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Os números são absolutamente expressivos e demonstram o quanto é sério o problema: calcula-se que mais da metade da população acima de 45 anos apresenta algum sinal de osteoartrite, a mais comum entre as mais de 100 formas da artrite, a degeneração das articulações que, segundo a Organização Mundial da Saúde, vem ganhando uma abrangência de epidemia. Se não bastasse a quantidade de pessoas enfrentando o problema, o número de diagnóstico de artrite em pessoas em idade produtiva vem crescendo tanto que a OMS lançou a campanha Década do Osso e da Articulação, um movimento em todo o mundo, que pretende reduzir os índices de artrite até 2010.

Também conhecida como artrose, a osteoartrite se caracteriza pela degeneração da cartilagem que amortece o peso do corpo sobre as nossas articulações. O problema pode ser originado devido a flacidez muscular, tendões e ligamentos subutilizados e variações genéticas que levam algumas pessoas a ter cartilagens menos resistentes. Outro fator muito comum é o sedentarismo ou o excesso da atividade física. Vale ressaltar haver disponível atualmente medicamentos que podem influir na evolução da artrose, melhorando-a e impedindo em muitos casos a evolução.

A artrite reumatóide, inflamação ns articulações que pode provocar inchaço com dor nas pernas, rigidez articular e deformação na postura, ataca principalmente pessoas entre 35 e 55 anos, ainda que possa aparecer até em crianças. No Brasil, calcula-se que nada menos do que 1,6 milhão de pessoas sofrem deste mal. A boa notícia é que uma nova geração de drogas está enfrentando a doença com resultados muito satisfatórios, devolvendo a pacientes sua qualidade de vida. São medicamentos que devolvem a qualidade de vida de pacientes que não conseguem melhorar com os tratamentos convencionais.

Os remédios estão cada vez mais avançados, mas é preciso ressaltar que o tratamento tanto da artrite reumatóide como da artrose não pode se resumir a medicamentos. É fundamental que o paciente cumpra um programa de reabilitação física, recomendado pelo seu médico. Como exemplos a cinesioterapia, acupuntura e a hidroterapia, que é uma excelente alternativa. Cada pessoa deve ter uma abordagem diferente e um programa específico para si. Muitos pacientes, que estão se tratando adequadamente, apresentam sinais evidentes de melhora de qualidade de vida. Temos depoimentos de pacientes que mal podiam segurar um copo e seguindo as orientações do fisiatra e do reumatologista conseguem recuperar sua qualidade de vida.



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