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Os 5 erros mais comuns ao iniciar exercícios após os 50 anos

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Como evitar os 5 erros mais comuns ao iniciar exercícios após os 50 anos com segurança

Se você tem mais de 50 anos, provavelmente já ouviu que exercícios físicos são essenciais para sua saúde. E é verdade.

Mas iniciar essa jornada sem a orientação certa pode gerar o efeito oposto: lesões, dores e frustrações que afastam você da prática. Seu corpo mudou. Agora, ele precisa de cuidado, prevenção e um plano sob medida.

No CREB, referência em saúde musculoesquelética, listamos os principais erros que vemos todos os dias em nossos consultórios - e, mais importante, como evitá-los com apoio técnico e segurança.

1. Apostar só nos exercícios aeróbicos

Caminhada, corrida, bicicleta… são ótimos. Mas sozinhos não bastam. Hoje, sabemos que exercícios como musculação, Pilates e hidroginástica são fundamentais para manter a força, o equilíbrio e proteger as articulações.

2. Querer voltar ao ritmo dos 20 anos

Tênis, futebol, futevôlei, dança, spinning… parecem ótimas opções, mas sem avaliação e preparo, aumentam o risco de lesão. Toda atividade precisa respeitar o seu corpo atual e suas limitações.

3. Treinar sem orientação e ignorar a musculação

Acompanhamento com fisioterapeutas ou educadores físicos é indispensável. A musculação é hoje a principal aliada contra a sarcopenia (perda de massa muscular), que compromete a mobilidade, a independência e a saúde global. No CREB, temos uma academia terapêutica exclusiva para você começar com segurança. 

4. Não ajustar a alimentação à nova fase

Após os 50, o corpo precisa de mais proteína de qualidade e menos gordura. Dietas mal orientadas comprometem os resultados do treino e podem agravar doenças metabólicas como diabetes e hipertensão. 

5. Começar atividades físicas sem avaliação médica

Esse é o erro mais perigoso. Sem uma avaliação ortopédica completa, você pode agravar lesões silenciosas. No CREB, realizamos exames de imagem, testes de força e equilíbrio, e discutimos com você a melhor estratégia de prevenção e tratamento.

Como o CREB pode te ajudar? Em nossas unidades você encontra:

  • Avaliação médica especializada
  • Exames como radiografia, ultrassonografia, baropodometria e dinamometria
  • Fisioterapia, acupuntura, RPG
  • Infiltrações com ácido hialurônico, infusões para osteoporose
  • Academia terapêutica exclusiva
  • Atendimento humanizado e integrado

O primeiro passo é seu. Os próximos, damos juntos. Vamos te ajudar a viver com mais saúde, movimento e bem-estar.


Membro fantasma: amputados ainda sentem membro perdido

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Ginásios lotados, ingressos esgotados, atletas que se tornaram populares… as Paralimpíadas do Rio de Janeiro chegaram ao fim alcançando todos os seus objetivos e dando uma lição de superação para o mundo. E o Brasil ganha um novo ídolo, o nadador Dan...

Ginásios lotados, ingressos esgotados, atletas que se tornaram populares… as Paralimpíadas do Rio de Janeiro chegaram ao fim alcançando todos os seus objetivos e dando uma lição de superação para o mundo. E o Brasil ganha um novo ídolo, o nadador Daniel Dias, dono de nada menos do que 24 medalhas paraolímpicas, das quais nove conquistadas nos últimos jogos.

O maior ganho, porém, é trazer o tema da inclusão para as rodas de conversa nos bares, escolas, escritórios e lares brasileiros. Os brasileiros descobriram que esses portadores de necessidades especiais podem se superar e levar uma vida comum, totalmente adaptada ao dia a dia. Um dos temas mais debatidos foi a amputação e o uso de próteses. Você sabia, por exemplo, que muitos desses atletas, em sua maioria, ainda sentem o membro amputado? É o que chamam de dor do membro fantasma.

Dor do membro fantasma

“O membro fantasma é a sensação de que um membro removido ou amputado ainda está presente ali, desempenhando suas funções. A pessoa amputada geralmente ainda sente sensações daquele membro, inclusive dor. Tal situação acontece devido às alterações que ocorrem no córtex do cérebro, após a amputação de um determinado membro. O cérebro ainda recebe sinais a partir das terminações nervosas que originalmente são fornecidas por sinais deixados pelo membro amputado”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, que coordena um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

De acordo com estudos científicos, de 90 a 98% dos pacientes sofrem do membro fantasma logo após a amputação ou perda do membro, tanto inferiores quanto superiores. Muitos pacientes sentem o membro fantasma durante anos. Segundo o Dr. Antônio, eles podem sentir cócegas, contrações, formigamento, fisgadas, dormência e até dor aguda, além de sensações como frio e calor. “Esses sintomas podem ser leves para uns, mas debilitantes e interferirem nas atividades o dia a dia para outros. Entre os fatores de risco que contribuem para essa síndrome estão dor ou infecção antes da amputação, presença de coágulos de sangue no membro amputado, amputação traumática e o tipo de anestesia utilizada durante a amputação”, explica o fisiatra.

O Dr. Antônio pontua que há tratamento, que incluem relaxamento muscular, biofeedback e acupuntura, além de prescrição de medicamentos específicos. Cada caso deve ser analisado individualmente, aponta ele, ressaltando que após a amputação e protetização, o amputado pode ter uma vida saudável e praticar esportes, o que ficou amplamente provado com as Paralimpíadas do Rio de Janeiro. O setor do CREB utiliza um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese para cada caso.


Hérnia de disco: 95% dos casos não há necessidade de cirurgia

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A hérnia de disco é causada pela compressão da raiz nervosa e pelo deslocamento da hérnia para traz. Em 95% dos casos, pode – e deve – ser tratada sem a necessidade de cirurgia. “Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso consultar um médico especia...

A hérnia de disco é causada pela compressão da raiz nervosa e pelo deslocamento da hérnia para traz. Em 95% dos casos, pode – e deve – ser tratada sem a necessidade de cirurgia. “Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso consultar um médico especialista. Quanto antes iniciarmos o tratamento, melhor. A cirurgia pode, sim, ser recomendada para a hérnia de disco, mas antes é preciso buscar o tratamento tradicional. Temos tido muito sucesso no tratamento da hérnia de disco e a experiência de mais de 30 anos de nossa clínica nos mostra que podemos, sim, abdicar da cirurgia sem prejuízo algum do nosso paciente”, explica o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF.

Segundo o médico do CREB, diversos fatores podem provocar o desequilíbrio do sistema musculoesquelético do nosso corpo, trazendo corriqueiras ou sérias lesões na coluna vertebral. A hérnia de disco é um destes problemas que mais levam pessoas aos consultórios médicos.

  • A boa notícia é que há tratamento não cirúrgico para o problema. Temos muita experiência nesse tratamento no CREB. Adotamos protocolos que incluem fisioterapia, hidroterapia, acupuntura, RPG, pilates terapêutico, entre outros métodos. Temos um moderno estúdio de pilates e um ginásio com duas piscinas apropriadas para a prática da hidroterapia – completa ele.


Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619