Reumatologista do CREB explica como mulheres na pós-menopausa podem se prevenir da osteoporose
Reumatologista do CREB explica como mulheres na pós-menopausa podem se prevenir da osteoporose
Nos primeiros cinco anos de menopausa em geral as mulheres perdem 20% da massa óssea. Por isso, a prevenção dessa perda é muito importante porque prevenir perda de massa óssea é prevenir fraturas. “Fraturas de quadril, por exemplo, aumentam significativamente a morbidade e a mortalidade e diminuem a qualidade de vida em mulheres na meia-idade, podendo levar à morte”, destaca a reumatologista Isis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ela, é muito importante que as mulheres nestas condições sempre consultem um médico especialista para orientação adequada. Sobre a prevenção, ela indica uma alimentação balanceada, com uma dieta rica em cálcio. “O consumo adequado de cálcio na dieta, presente principalmente em laticínios, é fundamental. Os intolerantes a esse tipo de alimento podem suplementar o cálcio artificialmente na forma de comprimidos”, ressalta ela.
A média do CREB destaca que é preciso realizar atividade física regularmente e se expor ao sol – nos horários adequados – para que se mantenha os níveis satisfatórios de vitamina D. “Há também o tratamento medicamentoso, que deve ser sempre prescrito pelo médico especialista. Existem várias classes de medicamentos, dentre os quais os bisfosfonatos, que são recomendados como primeira opção para mulheres com osteoporose que tenham função renal adequada. Outras opções são os medicamentos biológicos e nas formas de osteoporose grave e ou fraturas por fragilidade, quando devemos considerar os agentes anabólicos”, explica a Dra. Isis.
Dr. Bernardo Stolnicki, do CREB, no Canal Futura: Osteoporose
O ortopedista do CREB – Centro de Reuamtologia e Ortopedia Botafogo -, Bernardo Stolnicki, foi convidado e deu uma longa entrevista ao Canal Futura sobre osteoporose e, entre outros assuntos, falou sobre medicamentos para essa doença. Para assistir ao vídeo do Dr. Bernardo Stonlicki no Canal Futura, na íntegra, acesse http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=TpplYsY7haw#!
Chikungunya: fisioterapia é indicada para combater dores articulares provocadas pela doença
A persistência da dor articular é uma das principais queixas dos pacientes com chikungunya – estatísticas dão conta de que mais de 90% dos pacientes no início da doença têm febre de início repentino, fadiga, cefaleia e, finalmente, dores nas articula...
A persistência da dor articular é uma das principais queixas dos pacientes com chikungunya – estatísticas dão conta de que mais de 90% dos pacientes no início da doença têm febre de início repentino, fadiga, cefaleia e, finalmente, dores nas articulações das mãos, punhos, joelhos e tornozelos. Segundo o Dr. Haim Maleh, professor da UFRJ e Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, é muito comum que pacientes acometidos pela doença também sintam dores intensas nas articulações dos membros superiores e inferiores extremamente incapacitantes, com presença de edema e sensação de dormência nas extremidades.
“As dores podem ser intensas. Há necessidade de repouso, além do tratamento medicamentoso. Mas por conta das dores, que geralmente se manifestam em variadas articulações, orientamos o paciente a utilização da fisioterapia, que tem recursos para melhorar esse quadro”, explica o Dr. Haim. “A dor nas articulações pode ser intensa, e altera a qualidade de vida do paciente. A utilização da fisioterapia é muito importante nesse momento, porque ela combate e alivia a dor”, acrescenta o ortopedista do CREB, Dr. Bernardo Stolnicki.
A dor nas articulações pode ser intensa
O Dr. Haim pontua que após dois meses de início da chikungunya, pacientes podem manifestar um quadro de artrite, o que têm sido observado pelos médicos que atendem pessoas acometidas pela doença, que reclamam, mesmo após a fase aguda da chikungunya, de dificuldades para andar e inflamação das juntas das mãos e pés, por exemplo. “A doença pode funcionar como um gatilho no sistema imunológico. Isso justificaria o quadro inflamatório nas articulações e a baixa resposta aos analgésicos”, afirma o Reumatologista. O Dr. Bernardo acrescenta que as estatísticas apontam que 70% das pessoas que adoecem não têm complicações articulares e que o quadro se resolve em três semanas, mas diz que é importante fazer fisioterapia e consultar um médico especialista.
O próprio Ministério da Saúde está atento a esta questão, e preparou um documento, com orientações para os médicos que atendem pacientes com chikungunya. Esse documento contém dez orientações, entre as quais a recomendação do uso de fisioterapia. As outras nove são: a principal manifestação clínica da chikungunya é a forte dor muscular; o tratamento medicamentoso deve ser prescrito exclusivamente por um médico, sendo que a dose deve ser ajustada segundo a intensidade da dor do paciente; o medicamento a ser utilizado é o paracetamol e a dipirona, para alívio da dor e da febre; outros analgésicos podem ser utilizados em caso de dores severas; anti-inflamatórios não esteroides preferencialmente devem ser utilizados com cautela na fase aguda, devendo-se excluir possibilidade do diagnóstico de dengue; uso de compressas frias de quatro em quatro horas, por 20 minutos; repouso e hidratação; pacientes devem evitar esforço sobre as articulações e carregar peso; e é importante movimentar as articulações acometidas cinco vez ao longo do dia, além da hora de acordar e antes de dormir.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619