Crianças também sentem dores na coluna
Estudos comprovam que em torno de 60% dos meninos e 70% das meninas com menos de 15 anos já sentiram dores nas costas em algum momento de suas vidas.
A verdade é que o problema não é exclusivo de adultos e da terceira idade, como muitos pensam. Crianças já apresentam queixas regulares, e quanto mais cedo buscar a prevenção, melhor será para evitar os tradicionais problemas de coluna.
As crianças precisam eliminar vícios de postura
Essa é a melhor hora de buscar uma coluna saudável. Hábitos saudáveis eliminam os riscos de dores na coluna. Crianças sentem dores nas costas provocadas, em geral, pela má posição na cadeira da escola ou em casa, na hora de comer e estudar. Elas precisam ser orientadas – defende o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Procurar um especialista ao menor sinal de dor é a melhor providência. O médico diagnosticará corretamente as dores apresentadas e orientará os pais e a criança em busca de uma postura correta.
A inatividade física é um grande problema
Horas diante do celular e do videogame também. Mochilas pesadas idem. Elas devem pesar no máximo 10% do peso da criança. É de pequeno que começamos a enraizar os vícios de postura – garante o Dr. Márcio.
Dor, vermelhidão e edema podem ser consequências de tendinite
A tendinite, uma inflamação no tendão e uma das maiores queixas dos pacientes que procuram um ortopedista pode provocar dor, vermelhidão, edema e até perda funcional parcial do tendão ou tendões envolvidos do joelho. Ao menor sinal destes sintomas, é...
A tendinite, uma inflamação no tendão e uma das maiores queixas dos pacientes que procuram um ortopedista pode provocar dor, vermelhidão, edema e até perda funcional parcial do tendão ou tendões envolvidos do joelho. Ao menor sinal destes sintomas, é preciso procurar rapidamente um especialista.
É preciso avaliar o grau da lesão
“A função dos nossos músculos é promover o movimento. Em suas extremidades, há uma transição entre o tecido muscular e o tecido fibroso. Esse tecido, que se adere à parte óssea e é altamente resistente e fibroso chama-se tendão. Exercitamos nossos tendões o dia todo, seja caminhando ou praticando atividade física. Um movimento abrupto ou excessivo pode provocar uma inflamação. Quando isso acontece, o ideal é interromper qualquer exercício e mesmo uma caminhada. Um especialista deve ser consultado”, explica o Dr. Antônio D’Almeida, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Uma simples lesão, alerta ele, pode se transformar em um caso mais complicado, até mesmo incapacitante. O especialista, irá avaliar o grau da lesão e propor o melhor tratamento, medicamentoso e que inclui protocolos que envolvem fisioterapia, eletroterapia, acupuntura, hidroterapia e Terapia por Ondas de Choque (TOC).
“No CREB contamos com a TOC – Terapia de Ondas de Choque -, que segundo estatísticas internacionais resolve 80% dos casos que o tratamento tradicional não dá conta. A Terapia de Ondas de Choque na realidade não é com choques, e sim com ondas acústicas. É uma terapia não invasiva e geralmente indolor, de fácil realização, aplicada em consultório, que geralmente em poucas sessões oferece resultados satisfatórios”, finaliza o Dr. Antônio.
Atividade física regular na infância e na adolescência e alimentação rica em cálcio ajudam a formar pico de massa óssea
O ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat CREB
O ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refraturas da clínica) afirma que a atividade física regular na infância e na adolescência provocam o aumento do tamanho da cortical óssea e sua resistência. Segundo ele, com uma alimentação adequada, rica em cálcio, ajuda a formar o chamado pico de massa óssea, que se tornará a reserva mineral do esqueleto.
Reserva mineral do esqueleto
“O objetivo primordial é justamente evitar as fraturas. Indivíduos que têm uma atividade física regular, bem orientada por profissionais capacitados, apresentam melhor equilíbrio, mais força muscular e menor propensão a quedas, diminuindo o risco de fraturas”, afirma ele. Bernardo pontua que o envelhecimento traz um inevitável desgaste na estrutura e na microarquitetura óssea, levando a uma diminuição de sua resistência, tornando-os mais suscetíveis às fraturas.
– A boa notícia é que há tratamento e formas de se evitar uma nova fratura. Além dos benefícios já citados, a manutenção da atividade física bem orientada durante a vida mostrou ser benéfica na resistência óssea – garante ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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