RPG é excelente para tratar da dorsalgia
Saiba mais sobre dorsalgia e o seu tratamento
A região torácica está localizada entre a cervical e a lombar – duas outras regiões da coluna vertebral. Ela compreende 12 vértebras. Qualquer dor localizada nessa região pode ser considerada uma dorsalgia. Segundo o Dr. Marcio Taubman, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, a dor que caracteriza a dorsalgia é, na maior parte das vezes, proveniente de músculos, articulações, nervos, ossos ou outras estruturas próximas à coluna torácica.
A dorsalgia é uma dor localizada entre a cervical e a lombar
O Dr. Marcio explica que as causas da dorsalgia podem ser traumáticas, degenerativas ou provenientes de tumores. “A causa traumática pode ser por distensões musculares, fraturas ou contusões na região dorsal. Geralmente, por conta de atividades em posições inadequadas, esforço físico exagerado ou uma queda, por exemplo.
A causa degenerativa acontece quando há degeneração dos corpos vertebrais, discos intervertebrais e facetas-articulares, geralmente por conta do nosso natural envelhecimento. Tumores, malignos ou benignos, também podem contribuir para o aparecimento da dorsalgia”, explica o médico.
Segundo ele, além da dor, a dorsalgia também pode provocar dificuldade para respirar, sensação de pontadas no tórax e até sensação de queimação nas costas. “Recursos fisioterápicos são excelentes para tratar da dorsalgia. O RPG (Reeducação Postural Global) é muito recomendado nesses casos. É possível alongar os músculos encurtados responsáveis pela alteração postural. Além de eliminar os sintomas da doença, o RPG oferece a ampliação da consciência corporal do paciente, evitando o surgimento de novas dores”, garante o Dr. Márcio.
Mortalidade, morbidade e perda de independência após fratura no quadril é maior nos homens
As estatísticas oficias indicam que em torno de 30% das fraturas de quadril acontecem em homens. Quando comparadas com as mulheres, a mortalidade, a morbidade e a perda de independência após uma fratura no quadril são maiores no sexo masculino. Um re...
As estatísticas oficias indicam que em torno de 30% das fraturas de quadril acontecem em homens. Quando comparadas com as mulheres, a mortalidade, a morbidade e a perda de independência após uma fratura no quadril são maiores no sexo masculino. Um recente estudo publicado no renomado Journal of Bone and Mineral Research avaliou os fatores associados a fratura de quadril em nada menos do que 5.994 homens com 65 anos ou mais, durante o período de 8,6 anos. Esse estudo conclui que homens com baixa massa óssea no colo do fêmur, múltiplos fatores de risco e comorbidades têm um alto risco de fraturas de quadril.
O risco aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente
Foram avaliados dados demográficos, estilo de vida, histórico pessoal e familiar, estado funcional, avaliação antropométrica e cognitiva, visual e função neuromuscular. Assim como consumo de álcool, tabagismo, alimentação e histórico de uso de medicamentos. Na primeira visita, os participantes da pesquisa tiveram sua densidade mineral óssea da coluna e do fêmur mensuradas. “Idade avançada (mais de 75 anos), baixa densidade óssea no colo do fêmur, tabagismo, maior perda de altura e peso desde os 25 anos de idade, histórico de fraturas, uso de antidepressivos tricíclicos, história de infarto agudo do miocárdio ou angina, hipertireoidismo e Parkinson foram associados a um aumento do risco de fratura no quadril e preditores para tal evento. Outra constatação da pesquisa é que o risco de fratura do quadril aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente, assim como baixa ingestão de proteínas”, explica o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e coordenador do Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção à Refratura).
Segundo ele, é importante observar que em homens mais velhos, as fraturas de quadril têm um imenso impacto na vida pessoal e, também, na saúde pública. “É essencial que se identifique homens em alto risco, para que se toma atitudes antes do fato em si. É bom lembrar que muitos desses fatores indicativos são facilmente avaliados em uma consulta clínica e isso pode trazer uma melhora na estratificação do risco”, conclui o médico.
Dor nas articulações facetarias: a segunda maior causa de visita a médicos
As estatísticas são severas: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial teve, tem ou terá dor na coluna. Isso significa que a cada cem pessoas, apenas 15 estarão livres deste problema. A dor lombar é a segunda maior causa...
As estatísticas são severas: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial teve, tem ou terá dor na coluna. Isso significa que a cada cem pessoas, apenas 15 estarão livres deste problema. A dor lombar é a segunda maior causa de visitas aos consultórios médicos, e 25% desses pacientes têm dor crônica, com acometimento de mais de seis meses. Metade dessas pessoas sofrem com dor nas articulações facetárias.
Há várias formas de se tratar dores na coluna, que incluem medicamento e reabilitação física
26“Nossas vértebras se unem por meio de três articulações, sendo o principal o disco invertebral. Na parte posterior da vértebra estão as outras duas articulações, as chamadas facetas intervertebrais. Elas são articulações sinoviais, apresentando uma cartilagem, envolvida por uma capsula preenchida pelo líquido sinovial. São responsáveis por aproximadamente 20% de toda a carga que a nossa coluna suporta. A dor na lombar pode estar relacionada a uma inflamação no local, pequenos traumas na cápsula fibrosa ou degenerações articulares, quase sempre relacionadas ao avanço da idade. A dor se localiza na região inferior das costas. E pode irradiar para os membros”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o Dr. Márcio, ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. “Quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, mais rapidamente vamos alcançar nossos objetivos. Ao passo que um tratamento adiado pode piorar o quadro e trazer novos problemas. Há várias formas de se tratar dores na coluna, que incluem medicamento e reabilitação física. No CREB, utilizamos protocolos que incluem acupuntura, pilates terapêutico, hidroterapia e RPG, que nos apresentam excelentes resultados. Ninguém precisa sentir dor”, garante o ortopedista.
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