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Dor: paciente precisa ser escutado

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Em um primeiro momento, o paciente que procura um médico especialista quer acabar com a dor que sente. Principalmente quando essa dor é incapacitante, o que acontece em muitos casos. A dor altera a qualidade de vida, prejudica o dia a dia, pode afast...

Em um primeiro momento, o paciente que procura um médico especialista quer acabar com a dor que sente. Principalmente quando essa dor é incapacitante, o que acontece em muitos casos. A dor altera a qualidade de vida, prejudica o dia a dia, pode afastar a pessoa do convívio social e causar tristeza e depressão.

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – tem um olhar mais amplo sobre o tratamento das mais variadas doenças e, por isso, oferece aconselhamento psicológico para seus pacientes. Esse serviço funciona desde fevereiro do ano passado, é gratuito e tem feito muito bem a uma série de pacientes que o utilizaram.

  • Muitas vezes, o paciente quer ser escutado. Quer desabafar. E também quer entender o que está acontecendo com ele. Temos essa escuta, tão importante quanto a medicação, a fisioterapia, a acupuntura, a hidroterapia e outras técnicas. Oferecemos aos nossos pacientes essa possibilidade de falar e, principalmente, ser escutado. Os resultados têm sido muito satisfatórios, porque além de cuidar do corpo, é preciso cuidar da mente também – diz a psicóloga do CREB, Daniela Maleh.

Gelo ou água quente para aliviar a dor?

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Gelo ou água quente para aliviar a dor?

Um pequeno tombo, um pouco de dor e uma leve vermelhidão. Uma partida de futebol, uma entrada um pouco mais forte do adversário, um pequeno hematoma na canela. O que fazer quando chegar em casa, após situações tão corriqueiras como estas? Colocar sobre o local dolorido uma bolsa de água quente ou uma bolsa de gelo?

A atitude mais correta sempre será marcar uma visita a um médico especialista. A automedicação é um erro tão comum quanto perigoso. Só um médico está habilitado para dar o diagnóstico do problema e propor o melhor tratamento para curá-lo.

  • A bolsa com gelo é recomendada para dores provenientes de um trauma agudo, como um encontrão ou uma pancada durante uma partida de futebol, por exemplo. São acidentes que acontecem em esportes com muito contato físico, como o futebol, o basquete e o handball. O gelo ajuda a evitar que o processo inflamatório cresça. Além disso, diminui a circulação local, evitando o inchaço. É como uma anestesia. Mas é absolutamente importante procurar um médico nesta situações, porque o problema pode ser mais sério do que parece – explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Antônio D’Almeida Neto.

O médico do CREB diz, inclusive, que a escolha errada pode agravar o problema:

  • A bolsa de água quente, por sua vez, dilata os vasos sanguíneos, facilitando a circulação e ajudando a amenizar a dor. Devemos utilizar a bolsa de água quente para aliviar a dor de problemas crônicos, como, por exemplo, lombalgias. Nunca é demais lembrar que esse procedimento não age sobre o problema propriamente dito, apenas sobre a dor. A aplicação, de bolsa de gelo ou de água quente não deve passar de 20 minutos, sendo repetida ao longo do dia. Tal procedimento deve ser feito para aliviar a dor, mas a atitude correta é procurar um especialista, para que seja feito um correto diagnóstico e se inicie o tratamento adequado. Uma pequena dor pode ser sinal de uma lesão que, não tratada, pode se transformar em um problema maior – finaliza ele.

Lúpus também acomete homens e mulheres com mais de 50 anos

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É verdade que a lúpus é uma doença crônica, sistêmica e de causa desconhecida que acomete principalmente mulheres entre 15 e 35 anos. Mas não se restringe a esse grupo. A reumatologista Isis Reis Carvalho, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia...

É verdade que a lúpus é uma doença crônica, sistêmica e de causa desconhecida que acomete principalmente mulheres entre 15 e 35 anos. Mas não se restringe a esse grupo. A reumatologista Isis Reis Carvalho, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – afirma que a doença também acomete homens e em mulheres com mais de 50 anos.

– Não é verdade que seja uma doença estritamente feminina. Mas as estatísticas apontam que há oito ou nove mulheres com lúpus para cada homem acometido – afirma a médica do CREB.

O tratamento precisa ser individualizado

A Dra. Isis destaca que os sintomas da lúpus variam de paciente para paciente, mas manifestações na pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, dores articulares, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal são as mais comuns. Ela acrescenta que a doença tem tratamento e não é contagiosa, ao contrário do que muita gente pensa.

– Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Assim, o tratamento precisa ser individualizado. Uma dieta saudável e a prática de exercício físico regular são sempre recomendadas. A exposição ao sol deve ser evitada e o uso de bloqueadores solares é recomendado. Há remédios específicos para a doença, que tem tratamento – finaliza ela.



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