Mesoterapia é uma ótima opção para processos inflamatórios, como tendinites, artrites e artroses
Técnica nascida e desenvolvida na França, a mesoterapia pode ser uma excelente opção para tratamento complementar de processos inflamatórios e dolorosos que se manifestam nas cervico/lombalgias, tendinites, bursites, artrites, artroses, estiramentos e traumatismos. “Essa técnica foi criada pelo Dr. Michel Pistor e consiste em injetar no tecido subcutâneo – são micro inoculações – misturas de medicamentos, com o objetivo de auxiliar no tratamento das patologias indicadas”, explica o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Ele explica que as aplicações são absorvidas e distribuídas pelo organismo do paciente, diluindo-se para órgãos como aparelho gastro-intestinal, hepático, cardiovascular e renal. “As composições utilizadas geralmente são antiinflamatórios, relaxantes musculares, vasodilatadores, cumarinicos, simpaticoliticos, entre outros, misturados a um analgésico. Representa uma nova via de administração de fármacos em pequenas quantidades na região onde é projetada a dor. É uma técnica habitualmente bem tolerada e desprovida de efeitos secundários relevantes”, acrescenta o reumatologista.
De acordo com o Dr. Sergio Rosenfeld, as aplicações de mesoterapia são feitas com intervalos de sete a dez dias e bons resultados já são alcançados entre a primeira e segunda dose. Aplicada ao lado de protocolos que podem incluir acupuntura, hidroterapia e outros, a mesoterapia traz resultados expressivos, devolvendo ao paciente qualidade de vida. O CREB dispõe desta técnica, que deve ser solicitada sempre por médicos.
Diabetes e artrose: pode haver relação entre as doenças
Diabetes e artrose: pode haver relação entre as doenças
Ser portador de diabetes pode aumentar a dor nas formas erosivas de artrose das mãos , o que não ocorre nas formas não erosivas da doença. É o que constata uma pesquisa realizada por cientistas noruegueses sobre a relação entre a Diabetes e a presença de dor nos pacientes com artrose nas mãos, tema esse que ganhou destaque em uma recente edição do Congresso Europeu de Reumatologia. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que pacientes diabéticos devem ter uma atenção especial para as mãos especialmente aqueles com artrose.
Segundo o Dr. Haim Maleh, professor de Reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Fisiatra e Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, é importante que os pacientes diabéticos sejam alertados que podem ocorrer queixas de dor pela a artrose junto a outros sintomas de dormência e formigamento nas mãos, e que há excelentes resultados com o tratamento.
- A artrose é uma das doenças reumáticas mais comuns. Acomete tanto homens como mulheres, principalmente na terceira idade. Mas é um erro pensar que é uma doença exclusiva de idosos. As pessoas acometidas pela doença sofrem dores provocadas pelo desgaste das articulações de joelhos, quadris, tornozelos e coluna – explica o Dr. Haim.
O médico do CREB pontua que de acordo com as estatísticas, 60% das pessoas na terceira idade sofrem com a artrose. Isso acontece porque há um desgaste natural devido à idade.
- Pessoas entre 30 e 50 anos podem ter artrose e, em geral, é fruto de algum trauma ou uma carga excessiva de exercícios. Cada vez mais pessoas nessa faixa etária procuram o médico devido a artrose. O desvio do eixo de um membro que dói e a dificuldade de movimentá-lo pode significar artrose. Se diagnosticarmos a doença mais cedo, podemos mudar a rotina de exercícios pesados da pessoa. Ao menor sinal de dores consultar um médico especialista é muito importante – diz o Dr. Haim Maleh.
Peso da mochila, um problema sério
Os pais de um estudante de uma escola particular da zona sul do Rio de Janeiro tomaram um susto quando pesaram a mochila escolar do menino. Entre livros, cadernos e materiais escolares, mais o lanche, a mochila carregava nada menos do que onze quilos...
Os pais de um estudante de uma escola particular da zona sul do Rio de Janeiro tomaram um susto quando pesaram a mochila escolar do menino. Entre livros, cadernos e materiais escolares, mais o lanche, a mochila carregava nada menos do que onze quilos. Mais do que 20% dos 50 quilos do peso do estudante, de 12 anos. Na mochila não havia absolutamente nada além de material relacionado às atividades escolares, e esse peso se repetia ao longo da semana, com pequenas variações.
Esse é um problema sério, que os estudantes enfrentam no dia-a-dia. E que pode ter consequências graves para a saúde dos estudantes.
– O excesso de peso na mochila destes estudantes pode provocar, primeiro, dores musculares constantes, e, em um segundo momento, pode resultar em uma artrose, que é a inflamação das articulações. O peso da mochila afeta principalmente o quadril e os joelhos destas crianças – explica o Reumatologista e Fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e Professor de Reumatologia da UFRJ, Haim Maleh.
O Dr. Haim Maleh diz que não há um peso certo que seja saudável carregar, mas pontua que a criança não deve carregar mais do que 10% do seu peso, nos ombros.
– Tem um agravante. Geralmente, essas crianças gostam de carregar a mochila em um ombro só, o que é um erro. Não é à toa que as mochilas possuem duas alças. É preciso distribuir o peso – acrescenta o médico.
A questão não é fácil de se solucionar. Algumas escolas mantém armários para os alunos, mas os livros continuam indo e vindo nas mochilas por causa dos deveres de casa. O Reumatologista e Fisiatra aconselha aos pais procurarem um especialista ao menor sinal de dor dos filhos ou se notarem algum tipo de desvio postural, ombros assimétricos, altura diferente das escápulas e, nas meninas, diferença significativa na altura das mamas. Segundo ele, quanto mais cedo um tratamento se inicia, mais rápido o resultado é alcançado.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
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Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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