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Ortopedista do CREB ensina como usar corretamente a mochila escolar

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Evite problemas na coluna dos seus filhos

“O peso em excesso pode dar origem a problemas na coluna para o resto da vida, comprometendo a qualidade de vida da criança. Mochilas muito pesadas e inadequadas geram dor nas costas, postura incorreta e desvios na coluna vertebral, entre outros problemas”. O alerta é do ortopedista João Marcelo Amorim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e médico do time profissional de futebol do Flamengo, sobre um tema de suma importância:

Os males que uma mochila escolar pesada pode provocar em crianças

O Dr. João Marcelo dá algumas dicas importantes para atenuar o problema. Um dos erros mais comuns, diz ele, é a utilização da mochila em apenas um dos ombros, sobrecarregando um lado do corpo. O certo, garante, é utilizar a mochila sempre com as duas correias uma em cada ombro, independente do peso carregado.

– Além disso, na hora de arrumar a mochila, é importante colocar os objetos mais pesados no fundo, próximo ao corpo. A mochila deve ficar posicionada a oito centímetros acima da cintura e que o peso que ela carrega nunca deve ultrapassar a 10 % do peso da criança ou adolescente. Outra dica importante é levar somente o que for necessário. Às vezes, por preguiça ou esquecimento, a criança leva livros que não serão utilizados naquele dia, carregando peso a mais sem necessidade – ensina o médico do CREB.


Ortopedista do CREB coordena e dará palestra em evento internacional

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O ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –, Prevrefrat CREB, é o coordenador do evento “Post Fracture Care Network Brazil 2018 – meeting with the experts”. O evento acontecerá no dia 14 de novembro, as 1...

O ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –, Prevrefrat CREB, é o coordenador do evento “Post Fracture Care Network Brazil 2018 – meeting with the experts”. O evento acontecerá no dia 14 de novembro, as 15h, no Hilton Barra, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Post Fracture Care Network Brazil 2018

Além de coordenador o evento, o ortopedista do CREB fará a conferência intitulada “Serviços de Cuidados Pós-Fratura – afinal, quais são as vantagens de ter um FLS no Brasil?”.

Serão discutidos, ainda, os temas sobre “Osteoporose – a carga da doença, um problema de saúde pública”, “Identificando e tratando os pacientes em risco iminente de fratura – vamos otimizar”, “A experiência prática de um FLS Gold no setor público”, “Prevrefrat – a experiência prática de um FLS no setor privado” e “Como criar, gerenciar e manter a sustentabilidade de um FLS no Brasil?”.

Trata-se de um encontro com experts, com a presença de profissionais de vários estados brasileiros e participação de um médico suíço. O objetivo é discutir a importância e as experiências em torno da prevenção secundária de fraturas. O Dr. Bernardo Stolnicki é um dos maiores especialistas em osteoporose do país e é coordenador do Programa de Prevenção a Refratura do CREB – Prevrefrat CREB.


Ortopedista do CREB explica como se dá o envelhecimento ósseo

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O osso é formado por fibras compactadas e flexíveis (denominadas colágeno), endurecidas por cálcio e fósforo, tendo a função de suportar o estresse mecânico de atividades como caminhar, correr e pular. Mas como os ossos mudam à medida que a gente envelhece?

De acordo com o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o osso é um tecido vivo que se renova constantemente.

  • Há a formação de células ósseas novas em substituição a células ósseas mais velhas que são removidas. O nome disso é metabolismo ósseo. Na infância e adolescência, o acúmulo ósseo ultrapassa a remoção ou a perda óssea. No início dos 20 anos, a densidade de minerais, tais como o cálcio atinge o pico em seus ossos. É o que chamamos de pico de massa óssea e tal fenômeno ocorre em todos os indivíduos que tiveram um consumo adequado de derivados de leite na infância – explica ele.

A perda óssea natural acelera na meia-idade

Mas, afinal, o que acontece com o passar da idade? O ortopedista do CREB explica que a perda óssea natural acelera na meia-idade. E que isto ocorre especialmente em mulheres na menopausa, com idades entre 55 e 65 anos, à medida que os níveis de estrogênio diminuem.

  • Para os homens, a perda é mais gradual pelos efeitos da testosterona. Mas aos 65 anos, a taxa de perda óssea se iguala a homens e mulheres. Pelo resto da vida, a massa óssea diminui gradualmente, de forma silenciosa, não causando sintomas clínicos. Podendo resultar em osteopenia, que é um estágio inicial de perda de massa óssea e evoluir para osteoporose, a qual pode levar a fratura óssea espontânea – afirma o Dr. Bruno.

Segundo ele, é fundamental realizar a prevenção. Mulheres na pós-menopausa devem procurar um reumatologista para realizar anualmente o exame de densitometria óssea, método capaz de avaliar a massa óssea e diagnosticar a presença de osteopenia e/ou osteoporose. Homens também devem realizar essa avaliação. O Dr. Bruno pontua que o exame é indolor, rápido e que está disponível no CREB.



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