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Ortopedista do CREB revela os mitos e das verdades da relação entre o sutiã e a dor nas costas

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Ortopedista do CREB revela os mitos e das verdades da relação entre o sutiã e a dor nas costas

É verdade que o uso de sutiã pode prevenir problemas na coluna? Ele pode melhorar a postura da mulher, como muita gente acredita que sim? “Um dos mitos mais comuns é a ideia de que o sutiã certo pode realmente melhorar sua postura ou prevenir dores nas costas. Usar sutiã não evita dores nas costas nem melhora a postura de uma mulher Os benefícios de usar um sutiã são simplesmente estéticos”, garante o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo

E quando um sutiã está mal ajustado no corpo da mulher? Isso pode causar dor nas costas? “Mulheres que apresentam hipertrofia mamária, ou seja, aumento das mamas, sofrem dores na coluna dorsal e no pescoço. Algumas mulheres encontram marcas na pele causadas pela alça do sutiã e atribuem a esse fato a dor que sentem. Na verdade, a dor ocorre, mas na verdade por causa do peso do tecido mamário que sobrecarrega a coluna vertebral”, revela ele.

Segundo o ortopedista do CREB, para prevenir a dor na coluna associada a hipertrofia mamária é necessário fortalecer a musculatura da coluna vertebral. Ele afirma que uma ótima opção de tratamento é o RPG, disponível na clínica. O Dr. Márcio é enfático: independente dos mitos e das verdades, ao menor sinal de dor na coluna, é preciso procurar um especialista para avaliação do quadro e prescrição do tratamento correto.


Terapia por Ondas de Choque tem alto índice de sucesso no tratamento de bursites de ombro e quadril

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Dor intensa no ombro, com dificuldade de abrir o braço ou levantá-lo, pode ser sinal de uma bursite.

Trata-se de uma patologia do sistema músculo esquelético muito comum e o mais famoso paciente com uma bursite crônica de ombro é o presidente da república, Luis Inácio Lula da Silva. “A bursite é muito comum, com quadro de muita dor, que pode se irradiar ao longo do braço, chegando ao cotovelo. Há muitos casos em que o paciente tem dificuldade até de movimentos como fazer a barba ou pentear o cabelo”, explica o fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Bursites crônicas, cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito, devem ser tratadas com a Terapia por Ondas de Choque – TOC -, um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. Com em média 3 ou 4 sessões, é possível tratar e resolver o problema, garante o médico.

A bursite é uma calcificação ou espessamento próximo a cápsula articular, ou seja, o revestimento da articulação do ombro e do quadril. Essa inflamação pode ser fruto de sobrecarga, esforço ou trauma. “No caso da bursite no quadril,  a pessoa sente dor ao caminhar, que pode se irradiar até o joelho ou perna. Pode-se ter dificuldade em elevar a perna, ao subir uma escada, por exemplo, e dificuldade de cruzar a perna”, explica o médico do CREB.

– Dores intensas no ombro e quadril podem ser indicação de uma bursite. É preciso procurar um especialista e a TOC é o mais moderno e eficaz tratamento, feito em consultório médico, sem internação e em média com três sessões. Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações – finaliza ele.


Você sabe o que é entesite?

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Você sabe o que é entesite?

A entesite é uma inflamação da êntese, podendo ocorrer em doenças autoimunes, tais como a psoríase,artrite psoriásica, e doenças inflamatórias intestinais (Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa). “Os músculos do nosso corpo se fixam nos ossos por meio dos tendões, e a parte final desse tendão, que se fixa no osso, se chama êntese”, explica a reumatologista Liseth Acochiri Gutierrez, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

Segundo a reumatologista, “nessas doenças autoimunes ocorre uma entesite principalmente dos membros inferiores, mais predominante no tendão de aquiles e fáscia plantar, resultando em dor em pés e tornozelos, ao esforço”. Ela pontua que geralmente não ocorre inchaço nas articulações e muitas vezes é difícil diferenciar de uma simples tendinite, causa por esforço físico.

Avaliação com reumatologista

“Pacientes com psoríase ou doença inflamatória intestinal que apresentam quadros recorrentes de inflamação dos tendões dos membros inferiores devem procurar uma avaliação com reumatologista, pois pode se tratar de uma entesite e nesse caso uma investigação e tratamento específicos devem ser realizados”, alerta a médica do CREB. Um dos exames diagnósticos que auxiliam na investigação, de acordo com a dra. Liseth, é a ultrassonografia com doppler, pois permite a visualização da êntese inflamada.



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