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Fumante tem mais chance de sentir dor lombar

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Fumante tem mais chance de sentir dor lombar

Fumantes – especialmente os mais jovens – têm maiores chances de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. È o que garante uma pesquisa do Finnish Institute of Occupational Health, publicada no American Journal of Medicine, que analisou profundamente 40 diferentes estudos de várias partes do mundo, de 1966 a 2009, que relacionaram dores lombares, fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram.

Os cientistas chegaram a conclusão de que há uma associação clara entre o fumo e a dor, apesar dos dados não provarem efetivamente que o tabagismo leva à dor nas costas.

  • Não se sabe exatamente qual é a relação entre o ato de fumar e a dor nas costas, mas acredita-se que há uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, que há um risco mais alto de osteoporose e que há circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A fibromialgia é uma condição crônica real

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Para pessoas que vivem com fibromialgia, dores articulares e dores difusas pelo corpo são uma realidade quotidiana.

É caracterizada pela dor generalizada nos músculos, articulações e tendões por todo o corpo. Para pessoas que vivem com fibromialgia, dores articulares e dores difusas pelo corpo são uma realidade quotidiana. Não há causa conhecida para doença,em alguns pacientes, vemos alguns eventos desencadeantes, tais como um trauma físico ou até mesmo um trauma psicológico. Esses eventos podem estar associados ao início de alguns sintomas da doença, tais como:

  •   Dores articulares difusas
  •   Dores musculares difusas
  •   Síndrome do intestino irritável.
  •   Fadiga
  •   Problemas de memória.
  •   Insônia
  •   Sono não restaurador
  •   Depressão.
  •   Dores de cabeça.
  •   Dormência e formigamento em braços e pernas.

Para o diagnóstico de Fibromialgia, história médica e exame físico, são fundamentais. O primeiro passo é excluir outras condições que podem causar dores articulares. Muitas doenças reumatológicas podem apresentar sintomas semelhantes a Fibromialgia, tais como artrite reumatóide, lúpus e doenças inflamatórias musculares.

Um das características da Fibromialgia são a presença de “ tender points” , ou “ pontos de gatilho” presentes na musculatura e em articulações. Porém tal característica está presente em somente em 20% dos pacientes, logo não fazem mais parte dos requisitos diagnósticos para fibromialgia.

Para o tratamento, além de medicações específicas, é necessário modificações no estilo de vida. Atividades de baixo impacto, como hidroterapia e pilates auxiliam no controle da dor. A hidroterapia, realizada em piscina aquecida, favorece o relaxamento e alongamento muscular O pilates auxilia no alongamento e fortalecimento dos músculos e articulações controlando os sintomas da doença. O aconselhamento psicológico é fundamental para ajudar no tratamento da depressão, associado a medicamentos, quando necessários.


CREB Prevrefrat tem a chancela da ANS

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Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura, um problema social muito sério. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece aos seus pacientes com osteoporose o CREB Prevcrefrat – Programa d...

Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura, um problema social muito sério. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece aos seus pacientes com osteoporose o CREB Prevcrefrat – Programa de Prevenção a Refraturas da clínica.

  • O CREB Prevrefrat tem chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS. O objetivo é reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado – explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB e coordenador do CREB Prevrefrat.

Ele explica que o programa busca diagnosticar a causa da fratura por fragilidade estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar:

  • A osteoporose atinge tanto homens quanto mulheres principalmente depois dos 50 anos. A doença apresenta o aumento da fragilidade óssea e, assim, o paciente está mais exposto a fraturas. As estatísticas contabilizam que, no mundo inteiro, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Temos que olhar para isso com toda a atenção – diz ele.


Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619