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Síndrome do Piriforme - tratamento sem cirurgia

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Sente uma dor constante e profunda na região glútea, que pode ser irradiada para a coxa, com possível limitação de movimento?

Essa é a principal consequência da Síndrome do Piriforme, causada, entre outros motivos, pelo hábito de ficar muito tempo sentado, exagerados exercícios físicos para os glúteos, variações anatômicas nas quais o nervo ciático passa pelo ventre do músculo piriforme, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o livre movimento do nervo e alterações intra-pélvicas.

Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada

O piriforme é um músculo que está localizado na região do quadril. Ele está bem próximo do nervo ciático e pode causar sua compressão, o que traz dor no local, podendo irradiar para a perna”, explica ele. Para diagnosticar essa síndrome, o médico fará uma avaliação clínica do paciente e poderá solicitar ultrassonografia, raio-x, ressonância magnética e um exame chamado eletroneuromiografia.

No CREB, contamos com um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, muito preciso e indolor, não invasivo, que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. É preciso diferenciar a Síndrome do Piriforme de dores oriundas da coluna vertebral.

Para tratar a síndrome, são utilizados, segundo o médico do CREB, anti-inflamatórios, analgésicos e cinesioterapia. Na nossa clínica, optamos por protocolos que podem incluir hidroterapia, pilates terapêutico, eletroterapia e acupuntura, o que nos garante uma resposta mais rápida e alívio da dor. Mas se o problema persistir, podemos utilizar o Tratamento Por Ondas de Choque (TOC). São de três a cinco sessões, com excelente resposta.


Salto alto e bico fino, alto risco para as mulheres

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Saiba mais sobre os riscos do Salto Alto

A executiva de marketing, Valéria Oliveira, trabalha de dez a doze horas por dia e, por conta do seu trabalho, é obrigada a usar sapatos de salto alto e de bico fino todos os dias. Nos finais de semana, repete a dose ao passear em shoppings e freqüentar restaurantes, cinemas e festas. Valéria diz que não consegue mais sequer calçar um chinelo ou mesmo um tênis, em suas horas de folga. “Me acostumei com o salto alto. Quando não uso, parece que está faltando algo”, diz ela.

Valéria não está só. Muitas mulheres adotam o salto alto e bico fino como o calçado do dia-a-dia, em busca de charme e elegância, mas estão pagando um preço muito alto por isso: dor constante e problemas generalizados, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. Segundo o médico fisiatra do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia, Dr. Haim Maleh, mulheres que utilizam sapatos de salto alto e bico fino por longos e constantes períodos dificilmente escapam deste quadro:

– Todos temos um eixo central, que nos dá equilíbrio. Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, ela necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato, cujo bico fino aperta os dedos dos pés, provocam uma série de problemas em sequência – alerta o Dr. Haim.

Problemas do salto alto

Os problemas começam no ante-pé – a chamada cabeça dos metatarsos. “Quando andamos normalmente, o corpo distribui o peso e a pressão por igual, em todo o pé. Mas ao usar o sapato de salto alto, o pé fica sempre inclinado e a força recai sobre essa região. Ela poderá ter uma lesão da cabeça da metatarso”, explica o médico, lembrado que a metatarsalgia ocasiona dor e calosidade no local. Já o bico fino é o responsável por outro problema bem sério – e extremamente comum entre mulheres que o adotam com alta freqüência: como os dedos são comprimidos e ficam sobrepostos um sobre os outros, cria-se um quadro de halux valgo, popularmente conhecido como joanete. “Há casos até de cirurgia, embora o tratamento deverá sempre iniciar-se de forma clínica”, conta Dr. Haim.

Não é só: como o pé fica constantemente inclinado, essa posição força a panturrilha, predispondo uma tendinite. Muitas mulheres acreditam que o uso do salto alto fortalece a panturrilha, dando mais firmeza e beleza à batata da perna. “A musculatura não pode ficar tensionada o tempo todo. É preciso relaxar, mas o salto alto não permite. Com o tempo, pode aparecer uma lesão no tendão”, diz ele. O médico alerta que o uso do salto também força a lordose, causando lesões na musculatura da região lombar, provocando dores na coluna, pode causar problemas nos joelhos e ainda pode provocar varizes, pois a pressão na planta do pé diminui o retorno venoso, alterando a circulação.

Mas o que fazer se o cotidiano profissional de Valéria Oliveira, por exemplo, a obriga a usar sapatos de salto alto diariamente? O Dr. Haim Maleh dá algumas dicas para minimizar o problema, mas o ideal é mulheres como Valéria procurarem um médico para uma avaliação e um trabalho de prevenção.

– O ideal é diminuir drasticamente o uso do salto alto e bico fino. Se não for possível, a mulher pode optar por ir e voltar do trabalho de tênis, calçando o sapato alto apenas ao chegar no escritório. E lá, a cada duas horas, deve ao menos tirar o sapato por 20 minutos. Também ensinamos alongamentos específicos, fáceis de fazer, que devem ser repetidos na hora de acordar e ir dormir, por apenas cinco minutos – enumera o médico do CREB.


CREB oferece reabilitação neurológica

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Além dos serviços de diagnóstico, tratamento e reabilitação física em reumatologia, ortopedia e fisiatria, que o tornam um centro de referência, o CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –  agora dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com  hidroterapia em piscinas aquecidas, cinesioterapia nos seus vários métodos e acupuntura, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, o CREB oferece tratamento para a espasticidade e distonias, com aplicação da toxina botulínica Tipo A, que vem apresentando excelentes resultados clínicos.

Várias alterações neurológicas estão sujeitas a intervenções que visam a reabilitação e a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Dentre a disfunções neurológicas mais comuns está a espasticidade, manifestação clínica encontrada em pacientes com seqüela de AVC e na encefalopatia não progressiva da infância (paralisia cerebral), por exemplo. Movimentos involuntários, como distonias, que levam a posturas anormais de segmentos do corpo, também são passíveis de tratamentos modernos e altamente eficazes. “Distonia é um termo usado para descrever um conjunto de patologias neurológicas caracterizadas por movimentos e posturas anormais, freqüentemente dolorosos. Os pacientes têm espasmos musculares involuntários, e a sua causa não é conhecida na maioria das vezes. Atualmente, a Toxina Botulínica Tipo A é considerada tratamento padrão ouro em distonias. No caso da espasticidade, o músculo fica rígido, limitando a amplitude de movimentos articulares e causando dor. É um distúrbio freqüentemente visto após acidentes vasculares cerebral (“derrames”), traumatismos crânio-encefálicos, paralisia cerebral, traumas raquimedulares e outras lesões cerebrais. A espasticidade é um dos aspectos mais incapacitantes dessas condições. O uso da Toxina Botulinica Tipo A também traz excelentes resultados nestes casos”, ensina o Dr. Bruno Coutinho, médico do setor de reabilitação neurológica do CREB.

Segundo o Dr. Bruno, a Toxina Botulínica Tipo A vem sendo usada há 20 anos no tratamento de condições neurológicas, especificamente nas doenças caracterizadas por distonias e espasticidade. Aliado aos avanços na terapêutica com a Toxina Botulínica Tipo A, também houve grande desenvolvimento de técnicas de reabilitação neurológica, que proporcionam uma vida ativa e produtiva a pacientes que, em outros tempos, seriam permanentemente considerados incapazes. “Devem ser observados critérios de inclusão e exclusão que o seu médico saberá explicar-lhe. Além disso, pacientes com espasticidade e distonias têm necessariamente que estar num programa de reabilitação física/multiprofissional. O tratamento é feito através de simples injeções musculares realizadas pelo médico. A freqüência do tratamento é de 3 a 6 meses (em média 4 a 5 meses entre cada aplicação). E o número de sessões é individualizado para cada caso”, explica o médico do CREB.

Aliado a um programa de reabilitação física multiprofissional, os resultados da aplicação da Toxina Botulínica Tipo A são animadores. Segundo o Dr. Bruno, entre os resultados do tratamento está a melhora das atividades funcionais do paciente, como a marcha, a movimentação voluntária e retorno ao trabalho e a diminuição da dor. “Outros benefícios são a prevenção de contraturas, a diminuição da freqüência e gravidade dos espasmos dolorosos e até o retardo na indicação de procedimentos cirúrgicos, ou mesmo a sua suspensão”, afirma. A aplicação da Toxina Botulínica Tipo A deve ser feita por médico especialista, em consultório. O CREB dispõe deste serviço, além de protocolos de reabilitação física que podem incluir exercícios corretivos, métodos que buscam melhora da marcha e do equilíbrio, acupuntura e hidroterapia em piscinas aquecidas e apropriadas para esse fim, entre outros.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619